A Pastoral Afro-brasileira da CNBB lamentou, por meio de uma nota de pesar, o falecimento do líder negro Abdias do Nascimento, 97. “Depois de uma existência longa, marcada pelo compromisso profundo em favor da inclusão da população afro-brasileira, Abdias partiu para a casa do Pai”, diz o texto. “Ele cumpriu com fidelidade uma missão valiosa aos olhos de Deus e dos afro-brasileiros”, completa.
Abdias do Nascimento morreu na noite de segunda-feira, 23, no Rio de Janeiro. Ele foi um ativista negro, ex-deputado, secretário estadual e senador; foi também pintor autodidata, escritor, jornalista, poeta e ator.
O líder estava internado no Hospital do Servidor do Rio de Janeiro, desde 15 de abril, e morreu de insuficiência cardíaca, segundo a assessoria de imprensa do hospital. Ele foi internado por complicações de diabetes.
Leia nota na íntegra
Nota de Pesar!
A pastoral afro-brasileira da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil manifesta pesar pelo falecimento do grande líder negro Abdias do Nascimento.
Depois de uma existência longa, marcada pelo compromisso profundo em favor da inclusão da população afro-brasileira, Abdias partiu para a casa do Pai.
Apesar do momento de dor, cabe lembrar com alegria as ações deste irmão maior: o trabalho de inclusão cultural através do Teatro Experimental do Negro, até a luta pela superação do racismo e do preconceito racial com políticas afirmativas em prol da população negra. Ele cumpriu com fidelidade uma missão valiosa aos olhos de Deus e dos afro-brasileiros.
Agradecemos a Deus o dom da vida deste que vive a Páscoa definitiva e agradecemos aos seus familiares a gratuidade de partilhar com a nação brasileira a existência deste homem que sempre procurou fazer o bem!
Atenciosamente,
Dom Frei João Alves dos Santos, OFMCap
Bispo de Paranaguá – PR
Pe. Ari Antônio dos Reis
Assessor da Pastoral Afro-Brasileira
Este blog tem o objetivo de defender e discutir a doutrina católica doa a quem doer, analisar a incoerência e a crise dos protestantes de forma apologética, propagar a responsabilidade social católica, recitar lindas poesias católicas, além de cutucar o dedo na ferida exposta da nossa democracia brasileira.
domingo, 29 de maio de 2011
Pastoral Afro-brasileira lamenta morte de Abdias do Nascimento
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
11:37
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
COMEMORAÇÕES
Ordenação Episcopal
· Dom Alfredo Ernest Novak, CSSR, Bispo Emérito de Paranaguá – PR, 1979
· Dom Fernando José Penteado, Bispo Emérito de Jacarezinho – PR, 1979
· Dom Frei José Cardoso Sobrinho, OCarm, Arcebispo Emérito de Olinda e Recife – PE, 1979
· Dom Ladislau Biernaski, CM, Bispo de São José dos Pinhais – PR, 1979
· Dom Newton Holanda Gurgel, Bispo Emérito de Crato – CE, 1979
· Dom Frei Ramón López Carrozas, OdasM, Bispo de Bom Jesus de Gurguéia – PI, 1979
· Dom Alfredo Ernest Novak, CSSR, Bispo Emérito de Paranaguá – PR, 1979
· Dom Fernando José Penteado, Bispo Emérito de Jacarezinho – PR, 1979
· Dom Frei José Cardoso Sobrinho, OCarm, Arcebispo Emérito de Olinda e Recife – PE, 1979
· Dom Ladislau Biernaski, CM, Bispo de São José dos Pinhais – PR, 1979
· Dom Newton Holanda Gurgel, Bispo Emérito de Crato – CE, 1979
· Dom Frei Ramón López Carrozas, OdasM, Bispo de Bom Jesus de Gurguéia – PI, 1979
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
11:11
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 1 de maio de 2011
João Paulo II: Cardeal Saraiva Martins admite canonização a curto prazo
Antigo responsável pelas causas dos santos diz que a beatificação foi uma festa que vai «ficar na história»
Octávio Carmo, enviado da Agência ECCLESIA ao Vaticano
Cidade do Vaticano, 01 mai 2011 (Ecclesia) – O cardeal português no Vaticano, José Saraiva Martins, admitiu hoje que o prazo para a canonização (declaração oficial como santo) de João Paulo II deverá ser menor do que os seis anos que foram necessários para a beatificação.
“Para a canonização, basta um milagre”, indicou o antigo responsável pela Congregação para as Causas dos Santos (CCS), sem querer, no entanto, “fazer previsões”.
O Papa polaco foi proclamado beato por Bento XVI esta manhã, na Praça de São Pedro, numa cerimónia em que participaram cerca de um milhão de pessoas, segundo as autoridades italianas.
Esta é a penúltima etapa para a declaração da santidade, na Igreja Católica, e concluiu uma primeira fase de trabalhos, iniciada em maio de 2005.
De acordo com o direito canónico, para a canonização é necessário um novo milagre atribuível à intercessão do beato João Paulo II a partir de hoje.
Concluídas estão, em definitivo, as investigações sobre as chamadas “fama de santidade” e “virtudes heroicas” de Karol Wojtyla (1920-2005), eleito Papa em outubro de 1978.
O cardeal Saraiva Martins, que falava após a celebração na Praça de São Pedro, mostrou-se satisfeito com a presença de “peregrinos vindos de todo o mundo para uma grande festa”.
“É uma festa de toda a humanidade que ficará na história”, sustentou.
O antigo responsável da CCS comentou ainda uma declaração do atual Papa, durante a homilia da Missa da beatificação, na qual Bento XVI afirmava ter querido que a causa de beatificação de João Paulo II “pudesse, no devido respeito pelas normas da Igreja, prosseguir com discreta celeridade”.
Segundo o cardeal português, desde maio de 2005 – altura em que ainda liderava a Congregação responsável pelas causas de canonização – houve sempre o cuidado de “proceder sem perder tempo”, permitindo que os trabalhos se tivessem iniciado “imediatamente”.
“A minha preocupação era, realmente, fazer com que esta causa de beatificação chegasse ao fim quanto antes”, indica José Saraiva Martins.
Karol Wojtyla foi beatificado pelo seu sucessor, um facto inédito na história da Igreja que respondeu a inúmeros gestos de “veneração por ele[João Paulo II]”, segundo o atual Papa.
Octávio Carmo, enviado da Agência ECCLESIA ao Vaticano
Cidade do Vaticano, 01 mai 2011 (Ecclesia) – O cardeal português no Vaticano, José Saraiva Martins, admitiu hoje que o prazo para a canonização (declaração oficial como santo) de João Paulo II deverá ser menor do que os seis anos que foram necessários para a beatificação.
“Para a canonização, basta um milagre”, indicou o antigo responsável pela Congregação para as Causas dos Santos (CCS), sem querer, no entanto, “fazer previsões”.
O Papa polaco foi proclamado beato por Bento XVI esta manhã, na Praça de São Pedro, numa cerimónia em que participaram cerca de um milhão de pessoas, segundo as autoridades italianas.
Esta é a penúltima etapa para a declaração da santidade, na Igreja Católica, e concluiu uma primeira fase de trabalhos, iniciada em maio de 2005.
De acordo com o direito canónico, para a canonização é necessário um novo milagre atribuível à intercessão do beato João Paulo II a partir de hoje.
Concluídas estão, em definitivo, as investigações sobre as chamadas “fama de santidade” e “virtudes heroicas” de Karol Wojtyla (1920-2005), eleito Papa em outubro de 1978.
O cardeal Saraiva Martins, que falava após a celebração na Praça de São Pedro, mostrou-se satisfeito com a presença de “peregrinos vindos de todo o mundo para uma grande festa”.
“É uma festa de toda a humanidade que ficará na história”, sustentou.
O antigo responsável da CCS comentou ainda uma declaração do atual Papa, durante a homilia da Missa da beatificação, na qual Bento XVI afirmava ter querido que a causa de beatificação de João Paulo II “pudesse, no devido respeito pelas normas da Igreja, prosseguir com discreta celeridade”.
Segundo o cardeal português, desde maio de 2005 – altura em que ainda liderava a Congregação responsável pelas causas de canonização – houve sempre o cuidado de “proceder sem perder tempo”, permitindo que os trabalhos se tivessem iniciado “imediatamente”.
“A minha preocupação era, realmente, fazer com que esta causa de beatificação chegasse ao fim quanto antes”, indica José Saraiva Martins.
Karol Wojtyla foi beatificado pelo seu sucessor, um facto inédito na história da Igreja que respondeu a inúmeros gestos de “veneração por ele[João Paulo II]”, segundo o atual Papa.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:27
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Beatificação de João Paulo II
Este é, sem dúvida, um dos dias mais importantes para a Igreja Católica mundial.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:13
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 28 de abril de 2011
João Paulo II: Últimos preparativos na Praça de São Pedro para a cerimônia de beatificação
Peregrinos já se fazem notar no Vaticano e pelas ruas de Roma
Octavio Carmo
Cidade do Vaticano, 28 abr 2011 (Ecclesia) – A azáfama dos preparativos de última hora e a presença de milhares de peregrinos dão hoje um outro colorido à Praça de São Pedro, que começou a ser decorada para a beatificação de João Paulo II, no próximo domingo.
Um ecrã gigante, um painel fotográfico e estandartes que assinalam os 26 anos e meio de pontificado de Karol Wojtyla (1920-2005) juntam-se a centenas de cadeiras e às flores que começam a ser colocadas junto ao altar onde o atual Papa, Bento XVI, vai presidir à celebração.
Fora da Praça, está ainda a ser montada a estrutura metálica destinada a acolher as televisões de todo o mundo que vão acompanhar o acontecimento, que acontece pouco mais de seis anos após a morte de Wojtyla, o primeiro Papa polaco.
Da Polónia chegaram já milhares de pessoas, que se vão distribuindo por Roma, mas há também peregrinos de outras nacionalidades, incluindo vários portugueses e brasileiros que chegaram à capital italiana esta manhã, vindos dos aeroportos de Lisboa e do Porto.
Assinalando esta celebração, o Vaticano inaugura na sexta-feira uma mostra dedicada a João Paulo II, em conjunto com as autoridades polacos, para “ilustrar a vida e o pontificado de Karol Wojtyla”.
A exposição, dividida em 15 secções, foi hoje apresentada aos jornalistas acreditados junto da sala de imprensa da Santa Sé, com a presença do Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, diante do qual foi ainda lançada, oficialmente, uma emissão filatélica conjunta entre o Estado da Cidade do Vaticano e os Correios da Polónia (Poczta Polska).
A beatificação foi anunciada a 14 de janeiro, depois da publicação do decreto que comprovava um milagre atribuído à intercessão de João Paulo II, Karol Wojtyla (1920-2005), relativo à cura da religiosa francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de Parkinson, tal como o Papa polaco.
A beatificação é a liturgia que propõe uma pessoa como modelo de vida e intercessor junto de Deus e autoriza o seu culto público na Igreja Católica.
Octavio Carmo
Cidade do Vaticano, 28 abr 2011 (Ecclesia) – A azáfama dos preparativos de última hora e a presença de milhares de peregrinos dão hoje um outro colorido à Praça de São Pedro, que começou a ser decorada para a beatificação de João Paulo II, no próximo domingo.
Um ecrã gigante, um painel fotográfico e estandartes que assinalam os 26 anos e meio de pontificado de Karol Wojtyla (1920-2005) juntam-se a centenas de cadeiras e às flores que começam a ser colocadas junto ao altar onde o atual Papa, Bento XVI, vai presidir à celebração.
Fora da Praça, está ainda a ser montada a estrutura metálica destinada a acolher as televisões de todo o mundo que vão acompanhar o acontecimento, que acontece pouco mais de seis anos após a morte de Wojtyla, o primeiro Papa polaco.
Da Polónia chegaram já milhares de pessoas, que se vão distribuindo por Roma, mas há também peregrinos de outras nacionalidades, incluindo vários portugueses e brasileiros que chegaram à capital italiana esta manhã, vindos dos aeroportos de Lisboa e do Porto.
Assinalando esta celebração, o Vaticano inaugura na sexta-feira uma mostra dedicada a João Paulo II, em conjunto com as autoridades polacos, para “ilustrar a vida e o pontificado de Karol Wojtyla”.
A exposição, dividida em 15 secções, foi hoje apresentada aos jornalistas acreditados junto da sala de imprensa da Santa Sé, com a presença do Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, diante do qual foi ainda lançada, oficialmente, uma emissão filatélica conjunta entre o Estado da Cidade do Vaticano e os Correios da Polónia (Poczta Polska).
A beatificação foi anunciada a 14 de janeiro, depois da publicação do decreto que comprovava um milagre atribuído à intercessão de João Paulo II, Karol Wojtyla (1920-2005), relativo à cura da religiosa francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de Parkinson, tal como o Papa polaco.
A beatificação é a liturgia que propõe uma pessoa como modelo de vida e intercessor junto de Deus e autoriza o seu culto público na Igreja Católica.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
20:10
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
REFLEXÃO
QUINTA-FEIRA - Lc 24, 35-48
Quando a comunidade está reunida, realiza-se a experiência pascal, a experiência da presença do Ressuscitado. Esta presença é a manifestação do Deus da Paz, o Deus real, o Deus vivo e verdadeiro, do Deus que é solidário com os homens e está sempre participando de suas vidas, mesmos que eles não sejam capazes de perceber isso. Não é a manifestação de um fantasma qualquer. Esta experiência comunitária da presença do Ressuscitado faz com que a comunidade se torne evangelizadora, testemunha de todos os valores pelos quais Jesus morreu e ressuscitou, se torne testemunha de que de fato Jesus é o Filho do Deus vivo, que cumpriu plenamente a vontade do Pai.
Quando a comunidade está reunida, realiza-se a experiência pascal, a experiência da presença do Ressuscitado. Esta presença é a manifestação do Deus da Paz, o Deus real, o Deus vivo e verdadeiro, do Deus que é solidário com os homens e está sempre participando de suas vidas, mesmos que eles não sejam capazes de perceber isso. Não é a manifestação de um fantasma qualquer. Esta experiência comunitária da presença do Ressuscitado faz com que a comunidade se torne evangelizadora, testemunha de todos os valores pelos quais Jesus morreu e ressuscitou, se torne testemunha de que de fato Jesus é o Filho do Deus vivo, que cumpriu plenamente a vontade do Pai.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
19:34
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Três dias de oração pelo papa João Paulo II
O Centro São Lourenço, em Roma, convida os jovens a participarem de três dias de oração pelo papa João Paulo II, que será beatificado no próximo dia 1º de maio. Fundado por João Paulo II, o centro hospeda a cruz original das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), além de ser um lugar de interesse para os cidadãos da capital italiana e peregrinos.
Os três dias de oração têm início nesta quinta-feira, 28, e se concluirão no sábado, 30. Nesses dias será possível se confessar e adorar o santíssimo. O centro fará a projeção, em seis línguas, do documentário intitulado "A força da Cruz", proposto nos três dias de oração.
Além disso, serão celebradas três missas, na quinta, sexta e sábado pela manhã. Está prevista a participação de peregrinos provenientes de várias partes do mundo, com uma forte presença de jovens da Polônia.
Cerca de trinta jovens voluntários de vários países acolherão os peregrinos e vários sacerdotes estarão disponíveis para confissões.
Os três dias de oração têm início nesta quinta-feira, 28, e se concluirão no sábado, 30. Nesses dias será possível se confessar e adorar o santíssimo. O centro fará a projeção, em seis línguas, do documentário intitulado "A força da Cruz", proposto nos três dias de oração.
Além disso, serão celebradas três missas, na quinta, sexta e sábado pela manhã. Está prevista a participação de peregrinos provenientes de várias partes do mundo, com uma forte presença de jovens da Polônia.
Cerca de trinta jovens voluntários de vários países acolherão os peregrinos e vários sacerdotes estarão disponíveis para confissões.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
19:32
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Parlamentares participam de Missa de Páscoa na sede da CNBB
Foi celebrada na manhã desta quinta-feira, 28, na capela Nossa Senhora Aparecida, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, a tradicional Missa dos Parlamentares, que é organizada pela assessoria política da CNBB e pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP). O evento, que acontece sempre na terceira quinta-feira de cada mês, celebrou a Páscoa e contou com a participação de 53 pessoas, dentre senadores, deputados, seus familiares, assessores parlamentares e integrantes da CNBB.
A missa foi presidida pelo assessor político da CNBB, padre José Ernanne Pinheiro. A senadora Ana Rita Esgário destacou a importância de valorizar o próximo e o papel da mulher na Ressurreição de Jesus Cristo.
“Cristo se faz presente nas pequenas atitudes como a partilha e a solidariedade e é assim que nós, parlamentares, devemos atuar pela sociedade brasileira”, sublinhou a senadora, que comentou também o olhar dos apóstolos Pedro e João ao paralítico, no pórtico do Rei Salomão. “O olhar dos discípulos nos faz refletir: de que maneira nós olhamos para o próximo? Nós, parlamentares, como olhamos para os setores da sociedade que todos os dias buscam respostas no Congresso Nacional para os problemas do país? Os discípulos olharam para o paralítico com o olhar da promoção da pessoa humana e não com olhar de desprezo e é assim que nós também devemos atuar todos os dias”, frisou Ana Rita.
Já sobre o papel da mulher, a senadora disse que “talvez a ressurreição de Cristo não tivesse a mesma ressonância se a mulher não tivesse anunciado que a pedra foi removida e que Cristo não está mais lá”. Segundo ela, o gesto das mulheres foi de “solidariedade e de protagonismo”.
Padre Ernanne falou sobre a dimensão do serviço. Com base na 1ª Leitura do dia (At 3,11-26) ele lembrou o papel dos discípulos Pedro e João como “exemplo a ser seguido” e disse que a Páscoa representa luz, Palavra, água e mesa: “A luz é a Ressurreição de Cristo, a Palavra é o seu ensinamento, a água é vida e a mesa é a partilha; eis o significado da Páscoa de Cristo”, explicou o presidente da celebração que comentou também a Mensagem Urbi et Orbi (à cidade de Roma e ao mundo) do papa Bento XVI para a Páscoa 2011.
Nas preces, a beatificação do papa João Paulo II foi lembrada, bem como as guerras na Faixa de Gaza e a realização da 49ª Assembleia Geral da CNBB, que começa no próximo dia 4 de maio e segue até 13.
A próxima missa dos parlamentares está marcada para o dia 19 de maio, às 8h, e a reflexão ficará por conta do deputado federal Nazareno Fonteles, do Piauí.
A missa foi presidida pelo assessor político da CNBB, padre José Ernanne Pinheiro. A senadora Ana Rita Esgário destacou a importância de valorizar o próximo e o papel da mulher na Ressurreição de Jesus Cristo.
“Cristo se faz presente nas pequenas atitudes como a partilha e a solidariedade e é assim que nós, parlamentares, devemos atuar pela sociedade brasileira”, sublinhou a senadora, que comentou também o olhar dos apóstolos Pedro e João ao paralítico, no pórtico do Rei Salomão. “O olhar dos discípulos nos faz refletir: de que maneira nós olhamos para o próximo? Nós, parlamentares, como olhamos para os setores da sociedade que todos os dias buscam respostas no Congresso Nacional para os problemas do país? Os discípulos olharam para o paralítico com o olhar da promoção da pessoa humana e não com olhar de desprezo e é assim que nós também devemos atuar todos os dias”, frisou Ana Rita.
Já sobre o papel da mulher, a senadora disse que “talvez a ressurreição de Cristo não tivesse a mesma ressonância se a mulher não tivesse anunciado que a pedra foi removida e que Cristo não está mais lá”. Segundo ela, o gesto das mulheres foi de “solidariedade e de protagonismo”.
Padre Ernanne falou sobre a dimensão do serviço. Com base na 1ª Leitura do dia (At 3,11-26) ele lembrou o papel dos discípulos Pedro e João como “exemplo a ser seguido” e disse que a Páscoa representa luz, Palavra, água e mesa: “A luz é a Ressurreição de Cristo, a Palavra é o seu ensinamento, a água é vida e a mesa é a partilha; eis o significado da Páscoa de Cristo”, explicou o presidente da celebração que comentou também a Mensagem Urbi et Orbi (à cidade de Roma e ao mundo) do papa Bento XVI para a Páscoa 2011.
Nas preces, a beatificação do papa João Paulo II foi lembrada, bem como as guerras na Faixa de Gaza e a realização da 49ª Assembleia Geral da CNBB, que começa no próximo dia 4 de maio e segue até 13.
A próxima missa dos parlamentares está marcada para o dia 19 de maio, às 8h, e a reflexão ficará por conta do deputado federal Nazareno Fonteles, do Piauí.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
19:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
COMEMORAÇÕES
Ordenação Episcopal
·Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ, Arcebispo Primaz de Salvador – BA, 1985
Ordenação Presbiteral
·Dom Frei José Cardoso Sobrinho, OCarm, Arcebispo Emérito de Olinda e Recife–PE, 1957
·Dom Frei José Soares Filho, OFMCap, Bispo de Carolina – MA, 1991
·Dom Mauro Morelli, Bispo Emérito de Duque de Caxias – RJ, 1965
·Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ, Arcebispo Primaz de Salvador – BA, 1985
Ordenação Presbiteral
·Dom Frei José Cardoso Sobrinho, OCarm, Arcebispo Emérito de Olinda e Recife–PE, 1957
·Dom Frei José Soares Filho, OFMCap, Bispo de Carolina – MA, 1991
·Dom Mauro Morelli, Bispo Emérito de Duque de Caxias – RJ, 1965
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:56
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 24 de abril de 2011
Vaticano: Papa lembra fome, doenças e guerras que atingem a humanidade
Mensagem pascal de Bento XVI deixa votos de paz para África e Médio Oriente, destacando situação dos refugiados e deslocados
Cidade do Vaticano, 24 abr 2011 (Ecclesia) – Bento XVI alertou hoje para as “situações dolorosas” que atingem a humanidade, em especial a “miséria, fome, doenças, guerras, violências”, desejando soluções de justiça e de paz para as mesmas.
Na sua tradicional mensagem «Urbi et Orbi» (à cidade [de Roma] e ao mundo] de Páscoa, desde o Vaticano, o Papa assinalou a celebração da ressurreição de Jesus e deixou uma palavra de esperança às “comunidades que estão a sofrer uma hora de paixão, para que Cristo ressuscitado lhes abra o caminho da liberdade, da justiça e da paz”.
Em particular, Bento XVI pediu que na Líbia “as armas cedam o lugar à diplomacia e ao diálogo e se favoreça, na situação atual de conflito, o acesso das ajudas humanitárias a quantos sofrem as consequências da luta”.
“Nos países da África do Norte e do Médio Oriente, que todos os cidadãos – e de modo particular os jovens – se esforcem por promover o bem comum e construir uma sociedade, onde a pobreza seja vencida e cada decisão política seja inspirada pelo respeito da pessoa humana”, acrescentou.
O Papa falou da situação de milhões de refugiados e deslocados que saem de “diversos países africanos e se veem forçados a deixar os afetos dos seus entes mais queridos”, apelando à “solidariedade de todos”.
Como fizera esta sexta-feira, em entrevista televisiva transmitida na Itália, Bento XVI apelou ao entendimento político na Costa do Marfim, “onde é urgente empreender um caminho de reconciliação e perdão, para curar as feridas profundas causadas pelas recentes violências”.
Também o recente sismo no Japão mereceu nova alusão, com o Papa a desejar “consolação e esperança”, votos que alargou a todos os países que “nos meses passados, foram provados por calamidades naturais que semearam sofrimento e angústia”.
No dia em que a Igreja Católica celebra a ressurreição de Cristo, Bento XVI lembrou as comunidades da Terra Santa, pedindo que” a luz da paz e da dignidade humana vença as trevas da divisão, do ódio e das violências”.
“Alegrem-se os céus e a terra pelo testemunho de quantos sofrem contrariedades ou mesmo perseguições pela sua fé no Senhor Jesus. O anúncio da sua ressurreição vitoriosa neles infunda coragem e confiança”, prosseguiu.
No dia mais importante do calendário litúrgico católico, o Papa sublinhou que “a ressurreição de Cristo não é fruto de uma especulação, de uma experiência mística: é um acontecimento, que ultrapassa a história, certamente, mas se verifica num momento concreto da história e deixa nela uma marca indelével”.
Após a mensagem, o Papa dirigiu saudações de Páscoa, em 65 línguas diferentes, incluindo o português: "Uma Páscoa feliz com Cristo Ressuscitado".
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:16
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Justiça proíbe 'procissão ateia' em Madri
ANELISE INFANTE
DA BBC BRASIL, EM MADRI
O Tribunal de Justiça de Madri proibiu nesta quarta-feira a realização de uma manifestação antirreligiosa organizada por seis instituições laicas espanholas prevista para esta quinta-feira.
Chamada oficialmente de "procissão ateia", a manifestação levaria às ruas faixas com dizeres como "Congregação da Cruel Inquisição", "Irmandade da Santa Pedofilia" e "Confraria do Papa do Santo Latrocínio" com o objetivo de "derrubar a hipocrisia social e moral que representa a Semana Santa Católica".
Os organizadores disseram que irão acatar a decisão judicial, mas acrescentaram que convocariam uma manifestação similar em outra data simbólica para o catolicismo.
Eles também prometem realizar um grande evento em agosto durante a visita do papa Bento 16 a Madri.
Por outro lado, a associação anti-aborto Faz-te ouvir anunciou que analisa o material de divulgação da procissão ateia para saber se é possível abrir um processo, alegando incitação ao ódio.
CHAMAS
Os organizadores da "procissão ateia" anunciaram com cartazes pelo centro da capital espanhola a hora e percurso do evento, convocado para passar diante de igrejas e ao lado de procissões católicas.
Os cartazes traziam imagens do papa e ilustrações sacras alteradas. Também foram distribuídos folhetos com a frase "a única igreja que se ilumina é a que arde (em chamas)".
O presidente da Associação Madrilenha de Ateus e Livres Pensadores, Luis Veja, disse à BBC Brasil que a proposta da manifestação era "mexer com a ideologia e a consciência católica".
"Queremos uma procissão sim, porque a palavra procissão não é exclusiva do catolicismo. E vamos continuar combatendo a hipocrisia e o fundamentalismo", afirmou.
As críticas dos laicos se concentram especialmente na intervenção do Vaticano em assuntos políticos como a liberdade religiosa, leis de aborto e casamento gay, além dos escândalos de pedofilia dentro da igreja.
Entre os críticos ao protesto estava o prefeito de Madri, Alberto Ruiz Gallardón, que disse ser contra "provocações contra a fé".
No entanto, ele disse que a prefeitura que "não se considera competente para autorizar ou recusar a celebração desta procissão" e recomendou uma decisão judicial sobre o caso.
DA BBC BRASIL, EM MADRI
O Tribunal de Justiça de Madri proibiu nesta quarta-feira a realização de uma manifestação antirreligiosa organizada por seis instituições laicas espanholas prevista para esta quinta-feira.
Chamada oficialmente de "procissão ateia", a manifestação levaria às ruas faixas com dizeres como "Congregação da Cruel Inquisição", "Irmandade da Santa Pedofilia" e "Confraria do Papa do Santo Latrocínio" com o objetivo de "derrubar a hipocrisia social e moral que representa a Semana Santa Católica".
Os organizadores disseram que irão acatar a decisão judicial, mas acrescentaram que convocariam uma manifestação similar em outra data simbólica para o catolicismo.
Eles também prometem realizar um grande evento em agosto durante a visita do papa Bento 16 a Madri.
Por outro lado, a associação anti-aborto Faz-te ouvir anunciou que analisa o material de divulgação da procissão ateia para saber se é possível abrir um processo, alegando incitação ao ódio.
CHAMAS
Os organizadores da "procissão ateia" anunciaram com cartazes pelo centro da capital espanhola a hora e percurso do evento, convocado para passar diante de igrejas e ao lado de procissões católicas.
Os cartazes traziam imagens do papa e ilustrações sacras alteradas. Também foram distribuídos folhetos com a frase "a única igreja que se ilumina é a que arde (em chamas)".
O presidente da Associação Madrilenha de Ateus e Livres Pensadores, Luis Veja, disse à BBC Brasil que a proposta da manifestação era "mexer com a ideologia e a consciência católica".
"Queremos uma procissão sim, porque a palavra procissão não é exclusiva do catolicismo. E vamos continuar combatendo a hipocrisia e o fundamentalismo", afirmou.
As críticas dos laicos se concentram especialmente na intervenção do Vaticano em assuntos políticos como a liberdade religiosa, leis de aborto e casamento gay, além dos escândalos de pedofilia dentro da igreja.
Entre os críticos ao protesto estava o prefeito de Madri, Alberto Ruiz Gallardón, que disse ser contra "provocações contra a fé".
No entanto, ele disse que a prefeitura que "não se considera competente para autorizar ou recusar a celebração desta procissão" e recomendou uma decisão judicial sobre o caso.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
21:31
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Uma análise sobre o sacramento do matrimonio a partir da polêmica dos noivos que contraíram núpcias vestidos de personagens do filme Shrek no RS

I – O fato.
A Igreja de São Pedro é o templo matriz da cidade de Garibaldi, uma cidade com cerca de 30 mil habitantes, situada no Nordeste do Rio Grande de Sul.O pequeno município de 167.697 km², conhecido por ser a Terra do Espumante, devido a prospera indústria de vinhos, foi palco de um acontecimento divulgado inicialmente pelo jornal porto-alegrense, Zero Hora, que gerou uma polêmica de grandes proporções e atiramentos de pedras no Bispo local, no caso da Diocese de Caxias do Sul.
No dia 12 de março de 2011, o casal de noivos, a cabeleireira Denise Flores, de 30 anos e o dono de estofaria Marcelo Basso, 39 anos, entraram na Igreja Matriz de Garibaldi, por volta das 19 horas, vestidos como, respectivamente, princesa Fionna e o ogro Shrek, personagens do filme americano homônimo do caractere do noivo.Os convidados, em torno de 600, inclusive crianças, estavam, também, vestidos a caráter do filme produzido pelos estúdios da DreamWorks.O fato noticiado duas semanas provocou a curiosidade de 2000 pessoas em torno da Igreja, segundo o jornal “Correio Brasiliense”.
De acordo com o site G1, a idéia se deu, por gostarem da vida no campo, isolados do movimento das grandes cidades, e; terem aspectos da personalidade semelhantes aos personagens.
Para se casarem, os noivos passaram por quase um ano de preparação e todas as etapas desta foram devidamente aprovadas pelo pároco, responsável por 30 outras capelas da jurisdição da Igreja Matriz, Frei Antoninho Pasqualon.
Em tese, fizeram certo, como orienta o documento 26 da CNBB (Catequese Renovada), em seu parágrafo 222 sobre a visão integral dos sacramentos. Atente-se para o parágrafo referido:
“Por serem sinais e símbolos, [os sacramentos] requerem uma iniciação, uma instrução, para serem devidamente compreendidos e vividos”.
O padre e, por conseguinte, a paróquia, ao longo do processo, permitiu que os noivos e os convidados usassem fantasias do filme americano.Denise Flores, que além de ter sido batizada na Paróquia em questão, foi catequista e militou em grupo de jovens.Certamente isso ajudou que ela conseguisse passar uma lábia no sacerdote que aprovou tais trajes
“O casamento foi baseado na versão clássica da história, na Idade Média, que foi quando a Igreja teve mais poder. Eu convenci o frei lembrando do mandamento que diz para amar a Deus sobre todas as coisas. O meu sonho era me casar onde fui batizada”, afirmou Denise Flores ao Jornal Gaúcho Zero Hora.
E isso, rendeu críticas dos católicos não só da Igreja Matriz de São Pedro, como também da maioria dos diocesanos de Caxias do Sul.
O e-mail e o telefone da Cúria Diocesana ficaram abarrotados de mensagens de descontentamentos e reações negativas com o que ocorreu em Garibaldi. O bispo local, Dom Paulo Moretto, no dia 17 de Março, após a pressão popular, advertiu o frei e enviou uma nota a imprensa.
“Como bispos, recebemos de muitos a manifestação, especialmente por e-mails, de sua perplexidade, desaprovação e preocupação com o que aconteceu na Igreja Matriz São Pedro de Garibaldi, no sábado passado, 12 de março de 2011, pela celebração dum casamento realizado em linguagem e estilo tirado do filme de desenho animado Shrek e Fiona.
No casamento realizado na Igreja, os noivos e os participantes estavam fantasiados no estilo daquele filme.
Para a celebração do sacramento do matrimônio, nós católicos temos ritos e linguagem adequados. Ritos litúrgicos, catequéticos e adequados às culturas e situações e fundamentados na fé e não inspirados na imaginação e na fantasia.
O estilo usado e as fantasias não corresponderam à nossa realidade, nem a santidade e seriedade desta celebração. Por isso, nós também desaprovamos, lastimamos o que aconteceu e compreendemos o mal estar e preocupações causadas.
Como muitos e-mails chegaram a nós via site da Mitra Diocesana, achamos oportuno responder também pelo mesmo canal de informação.
Depois de ter um encontro pessoal com o pároco, procuramos advertir, orientar e corrigir os responsáveis.
Que este acontecimento, como outros, que manifestam nossa fragilidade, nos relembrem que somos peregrinos, povo santo e pecador e sempre necessitados de conversão.
Para isso, contemos sempre com o diálogo, a oração e a correção fraterna”.
(Mitra Diocesana de Caxias do Sul/RS)
II – A Repercussão na Imprensa.
Como foi dito no capítulo anterior, a notícia passou a ser veiculada na mídia nacional cerca de uma semana e meia após o acontecimento. Grande parte dos meios de comunicação associou ao bispo de Caxias do Sul, ainda que só tivesse apenas advertido o padre, expressões do tipo “aquele que criticou”, “Aquele que se sentiu desagradado”, “aquele que ficou perplexo”, “aquele que não gostou da estória”, entre outras coisas.
No site do Jornal Gaúcho, Zero Hora, os comentários de maioria dos internaltas execravam Dom Paulo Moretti, sempre o caracterizando de vilão, aquele que queria impedir a felicidade do casal, chamavam a Igreja, enquanto instituição, de atrasada, de obsoleta, não ser atual, entre outras coisas.
Vejam alguns comentários que comprovam o parágrafo acima:
A igreja católica, ñ tem nada para fazer na vida, não? E fico no apelo do BIN LADEN, usem camisinha, que é um ato de amor que a igreja condena com toda a sua ignorância !!!
O que é que essa igreja de merda pensa que é? O casamento é algo normal, a igreja quer sempre mandar em tudo com um papa idiota que acha que é o imperador do mundo, dizendo pra gente o que fazer e o que ñ fazer, e agora, quer mandar até nos trajes dos noivos. Vai tomar no c..., igrejinha católica do c... "Galera, usem camisinha, p..."
Agora a igreja quer que a gente case com os trajes que eles quiserem??? Já não basta precisar ser sócio da Igreja, estar em dia com os pagamentos de taxas por eles implantadas, agora essa também? Por essas e outras que eu não caso, moro com meu marido já tem 15 anos e somos muiiiito felizes. PARABÉNS AOS NOIVOS. SEJAM MUITO FELIZES, VCS MERECEM. Se vai casar de um jeito ou de outro, o que importa, caramba? Quanta frescura dessa igrejinha de m...né? A religião só atrasa a nossa vida mesmo, casa no civil e pronto, c... !!!
Nota-se que as críticas dadas acima tem o mesmo teor as que foram feitas a Dom José Cardoso Sobrinho, então Arcebispo de Olinda e Recife, quando aplicou, baseado em normas do Código de Direito Canônico, a excomunhão dos médicos que fizeram procedimentos abortivos numa menor de 11 anos em Alagoinhas, interior de Pernambuco,em agosto de 2009.A menor foi estuprada pelo padrasto e a este não foi aplicada pena alguma pela Igreja.O fato que contou com a participação de Organismos Não-Governamentais abortistas, como as Católicas pelo Direito de Decidir, também contou com criticas ferozes.
Comparem com as críticas feitas a decisão do Bispo de Caxias do Sul e notem nítidas semelhanças.
Quem se importa com igreja, que poder ela tem, nada, ela que vá se auto-excomungar pela inquisição e pelos indios que ela matou....pelo apoio ao Nazismo....o que interessa é o bem estar da menina...dois anjinhos no céu....céu affff...tem um mointe de anjinhos morrendo de fome, aqui na terra e a Santa Igreja nada faz...eu excomundo o tal bispo José Cardoso Sobrinho, por querer se auto promover com estas estória terrível.
É incrível como a Igreja Católica permanece em um processo de letargia espiritual, decadente, sem se preocupar com o ensinamento de seus "fieis" a luz da palavra de Deus. Pronunciam-se apenas para proibir ou apontar quando alguma coisa está errada, mas ensinar que é bom, nada! Preferem viver em seus próprios estatutos e dogmas, que não edificam a vida de ninguém. Por exemplo, o que é excomungar para Deus? Isso é bíblico? Creio que não. Concordo quando ele afirma que a lei do homem não está acima da lei de Deus, por isso, se estivesse no lugar dos médicos eu nem preocuparia com tal fato, pois excomungar é coisa instituída por homens e não por Deus.
Vejam só!! Uma instituição que se arroga ser única e verdadeira anunciadora da mensagem de Jesus Cristo, defendendo que a menina fosse deixada à própria sorte... Os gêmeos com certeza não sobreviveriam, pois uma criança de 9 anos apenas não detém um corpo físico com capacidade de sustentar uma gravidez de gêmeos. É um corpo minúsculo a alimentar 3 indivíduos, um coração pequenino a bombear sangue pra mais dois corpos. Nenhum dos 3 suportaria. Essa cúpula católica, atolada em dogmas ridículos, estava deliberadamente condenando as três crianças à morte.
Sinto-me feliz por saber que a equipe médica de Pernambuco tomou uma decisão muito relevante na vida dessa criança, uma vez que a mesma não teria condições de criar uma criança, quanto mais duas!!!!!!!! É lamentável que membros da Igreja Católica ainda defendam o "estupro". Entendo e tambem defendo a preservação da vida!!!! Mas em casos de estupro o aborto deve ser realizado em mulheres de qualquer idade, quanto mais de uma criança de apenas nove anos!!!!! Porque será que a “igraja”(sic) Católica defende tanto a preservação da vida e matou tantas pessoas na inquisição?!!!!
Nos dois casos de críticas negativas as posições dos dois bispos há duas raízes principais: A falta de formação cristã para certas pessoas que se dizem católicas e a falta de noções básicas sobre a doutrina para quem não é nem cristão.O caso de Garibaldi nos lembra o Zorra Total, humorístico da Rede Globo.Um dos seus personagens a Lady Kate usava o bordão :”Eu tô pagando!”Então, a pessoa paga e se pode fazer tudo dentro da Igreja?Errado.
III – Olhar teológico sobre o Templo:
O próprio Jesus, em Mateus 21,12-17, expulsou de forma indignada, cambistas e donos de bancas de negócios de pombas que comercializavam dentro do templo. No momento de expulsão o Filho de Deus pronunciou em boa e alta voz;
“Minha casa é uma casa de oração, mas vós fizestes dela um covil de ladrões”.(v.13)
São Lucas, outro evangelista, afirmava que Jesus, ao fazer isso, objetivava purificar o templo porque ali era um lugar santo. Isso nos faz lembrar a passagem da sarça ardente, no Antigo Testamento, quando Deus pedia Moisés para “tirar as sandálias dos pés porque o solo em que se está pisando é santo” (Êxodo 3,5).
De acordo com o parágrafo 583 do Catecismo da Igreja Católica, “Jesus, como os profetas anteriores a Ele, teve pelo Templo, a Casa de Deus, o mais profundo respeito. No Templo de Jerusalém, Cristo foi apresentado por José e Maria quarenta dias após o nascimento. Com doze anos, decide ficar neste Templo para lembrar aos seus pais que deve se dedicar às coisas do Pai. Durante os anos de sua vida oculta, subiu ao Templo a cada ano, no mínimo por ocasião da Páscoa, até seu ministério público (...)”.
O Templo era para o Cristo, um lugar de encontro com o Pai, era um encontro com Deus.Até Jesus pagava o imposto do templo, mas fazia isso porque era o fundamento da Igreja futura e não para usa-lo ao seu bel-prazer.
Em consonância e concordância com a visão teológica sobre o templo, o parágrafo 26 da Constituição Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia, afirma que As ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é “sacramento de unidade”, povo santo, reunido e ordenado sob a direção dos bispos. Por isso, estas celebrações pertencem a todo o corpo da Igreja, manifestam-no e implicam-no; mas atingem a cada um dos membros de modo diferente, conforme a diversidade de ordens, dos ofícios e da atual participação.
Há duas informações importantes, a sacralidade do Templo e a regulação sobre todas as coisas que são realizadas neste mesmo Templo.Dentro da Igreja, enquanto espaço físico, não se pode fazer qualquer coisa, o Templo não é a “Casa da Mãe Joana”.
IV–Como algumas dioceses ou arquidioceses regulam sacramento do matrimonio.
Muitas dioceses ou arquidioceses possuem diretórios pastorais litúrgico-sacramentais para que, de forma, muito zelosa garantir um bom andamento da ministração dos sacramentos na Igreja.Leiam abaixo alguns exemplos:
295. A celebração do casamento religioso deve ser uma verdadeira festa para os noivos, suas famílias e convidados. Nela seja ressaltada a riqueza da Palavra de Deus, da oração comunitária e gestos próprios do sacramento. Seja preparada de acordo com o ritual do matrimônio e de preferência, em conjunto com os noivos, no processo da preparação matrimonial.
(...)
299. Os encontros em preparação ao matrimônio sejam realizados em comunidades eclesiais, em recintos da própria comunidade ou paróquia, conforme as diretrizes da Coordenação Arquidiocesana da Pastoral Familiar. Jamais sejam providenciados por Movimentos ou pessoas em particular, mesmo clérigos ou religiosos(as).
300. Cada paróquia ou comunidade crie uma equipe, ligada à Pastoral Familiar e à Equipe de Liturgia, para ajudar o assistente eclesiástico, os noivos, padrinhos, familiares e convidados, a celebrar com mais entusiasmo e disciplina os matrimônios.
301. Todos os que vão exercer alguma função na celebração deverão ser orientados, previamente, através da divulgação dessas normas. Valorizem-se, portanto, as equipes litúrgicas de celebração do sacramento do matrimônio, dispensando-se a participação das chamadas “firmas de cerimonial”, especializadas em orientar as celebrações como meros eventos sociais.
302. A equipe paroquial da preparação para o matrimônio tem o desafio de reorientar grande parte de noivos que estão mais preocupados com os aspectos materiais que envolvem a prepar ação e a celebração do Matrimônio, tais como vestimentas, adornos, fotógrafos e cinegrafistas do que com o essencial da Liturgia do Matrimônio: o amor que os une e a aprovação de Deus, pela Igreja, à sua união.
(...)
316. É urgente a atuação das equipes paroquiais na acolhida e orientação do povo para que a celebração transcorra bem. Os assistentes eclesiásticos nem sempre têm condições de bem exercer seu ministério litúrgico nas celebrações matrimoniais por pela falta de silêncio, urbanidade, respeito e até de constrangedores tumultos verificáveis antes, durante e depois das celebrações.
(Diretório Pastoral Litúrgico-Sacramental da Arquidiocese de Belo Horizonte-MG)
3.2.2 - Da celebração do matrimônio:
c) Evite-se toda a pompa e solenidade para uns e o caráter humilde para os outros.
(Diretório Pastoral Litúrgico-Sacramental da Diocese de Coxim-MS)
II – Princípios pastorais
23. Na preparação do matrimonio serão dadas explicações da celebração. Se os noivos quiserem realizar alguém gesto diferente, consultem previamente o Pároco. Ele dirá se o gesto é litúrgico e conveniente. Sejam os noivos incentivados a escolher e fazer a leitura da Palavra de Deus durante a celebração preparem os familiares e amigos que irão fazer a oração da comunidade, para mais e melhor participarem, viverem a liturgia sacramental.
V – Data e local do casamento
36. Na celebração do matrimonio, evite-se a discriminação de pessoas e toda pompa que seja sinal de vaidade, luxo e ostentação social. Deve-se procurar, na simplicidade, o aspecto religioso da celebração do sacramento do matrimonio. Lembramos por isso às igrejas e principalmente aos noivos e famílias que a ornamentação da igreja para o casamento deve ser simples e sóbria. Embora não seja necessário, permite-se ornamentar, moderadamente, o altar da celebração, de modo que não atrapalhe à circulação litúrgica. Pedimos aos noivos que não se deixem envolver pelas propostas caras e pretensiosas das floriculturas. Cabe à direção de cada igreja assumir, orientar e exigir a aplicação dessa determinação.
(Diretório Pastoral Litúrgico-Sacramental da Diocese de Lins/SP)
Há um caráter simbólico-sacramental no espaço da celebração. O Templo é sinal da presença e ação salvífica do Pai; é imagem do Corpo Místico de Jesus Cristo. Por isso, todos devem se esforçar para cuidar do espaço celebrativo. Ele deve ser funcional, belo, digno e simples, sendo expressão da beleza do Mistério Pascal de Cristo. Deve proporcionar o encontro com Deus e com as pessoas, não podendo ser usado como local de espetáculos. A poluição visual (acúmulo de cartazes, fotos, banners, etc) no espaço celebrativo deve ser evitada. Deve ser dada atenção especial às vestes usadas pelos ministros, aos vasos sagrados e aos livros usados nas celebrações litúrgicas.
(Diretório Pastoral Litúrgico-Sacramental da Arquidiocese de Vitória)
Outras dioceses e arquidioceses do Brasil têm também seus diretórios pastorais litúrgicos, mas por essas três nota-se que a Igreja tem regras específicas para a cerimônia do matrimonio no Templo. Não existe essa figura do “pagando bem, que mal tem?”O Casal de garibaldi, segundo o único periódico local, afirmou que o casal contratou uma firma particular para cuidar da ornamentação do templo, dentre outras coisas.
A maioria dos bispos e arcebispos propõe de forma pastoral a idéia de que o casal deve evitar firmas particulares de cerimoniais e sim de organismos da própria Igreja como a Pastoral Familiar que atua de forma conjuntural com outras pastorais da Igreja Católica.O que provoca um forte incomodo de firmas particulares porque acham que o clero episcopal, pasmem, não deve interferir no seu trabalho.Vejam só até que ponto chega-se
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
20:55
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Vencedor do César, "Homens e Deuses" entra em cartaz
Em "Homens e Deuses", que está em cartaz em São Paulo, o diretor francês Xavier Beauvois vai à Argélia contar uma história real e impressionante: oito monges franceses vivem no país em clima de guerra civil, ameaçados por terroristas e pressionados pelo governo a abandonar o local.
Continuar sua missão ou garantir a sobrevivência --e abandonar a população do vilarejo argelino à própria sorte? Questão central do longa, o conflito é costurado em ritmo lento.
Beauvois aposta na austeridade e no minimalismo em uma narrativa que traduz a vida simples e sacrificada dos monges.
Comentário: Um bom filme que eu recomendo assistir.
Continuar sua missão ou garantir a sobrevivência --e abandonar a população do vilarejo argelino à própria sorte? Questão central do longa, o conflito é costurado em ritmo lento.
Beauvois aposta na austeridade e no minimalismo em uma narrativa que traduz a vida simples e sacrificada dos monges.
Comentário: Um bom filme que eu recomendo assistir.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
05:30
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
domingo, 17 de abril de 2011
Informe.
Eu desejo que todos aproveitem bem a Senana Santa indo as missas.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
21:25
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 29 de março de 2011
ÁFRICA/LÍBIA - “Obrigado, Santo Padre, pelas bonitas palavras de paz”: o testemunho do Vigário Apostólico de Trípoli à Fides
Trípoli (Agência Fides) - “O apelo do Santo Padre é uma belíssima notícia, que nos conforta muito. O Papa proferiu palavras que afirmam a necessidade de reconciliação, de paz e de diálogo” – diz à Agência Fides Dom Giovanni Innocenzo Martinelli, Vigário Apostólico de Trípoli. Ontem, domingo, 27 de março, no Angelus, o Papa Bento XVI lançou um “caloroso apelo às organizações internacionais e a todos os que têm responsabilidades políticas e militares para que iniciem imediatamente um diálogo com o fim de suspender o uso de armas”. “Traduzimos em árabe o apelo do Santo Padre e hoje o transmitiremos em uma nota verbal ao Ministério do Exterior líbio, para seu conhecimento” – afirma Dom Martinelli. O Vigário Apostólico especifica que não participou da manifestação de sábado, 26 de março (veja Fides 26/3/2011), e que em todo caso, come havia antecipado à Fides, aderiria somente se fosse uma manifestação pela paz. “Não nos pediram para estar presentes” – diz Dom Martinelli. “Foi uma manifestação para reafirmar a unidade nacional da Líbia. Participaram chefes de tribos, intelectuais e outras personalidades. Não creio que as partes queiram dividir a Líbia. Por isso, reitero que é necessário o diálogo para sair da crise” – diz o Vigário Apostólico de Trípoli. Dom Martinelli também comunica que “desde ontem, diante de nossa Igreja, estão posicionados policiais com a função oficial de nos proteger. Talvez para evitar – segundo notícias – o que ocorreu na embaixada do Quatar, que foi ocupada”. O Vigário Apostólico prossegue: “A situação em Trípoli não é fácil. A gasolina está começando a escassear, é preciso enfrentar uma fila de horas nos postos para encher o tanque, é difícil comprar alimentos”. “Esta noite não ouvimos bombardeamentos. Sabemos que atacaram nas redondezas de Sirte. Nos últimos dias, houve vítimas civis. Sei que pelo menos uma pessoa morreu com um ferimento na cabeça, provavelmente em consequência de um tiro da contra-aérea explodido perto do solo” – conclui Dom Martinelli. (L.M.) (Agência Fides 28/3/2011)
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:48
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Vaticano: Pelo menos 300 mil peregrinos esperados para a beatificação de João Paulo II
2500 voluntários e linha telefónica especial vão ajudar quem se deslocar a Roma, no dia 1 de Maio
Roma, 29 Mar (Ecclesia) – Pelo menos 300 mil peregrinos são esperados em Roma, no próximo dia 1 de Maio, para marcarem presença na beatificação de João Paulo II (1920-2005), adiantaram hoje responsáveis pela área técnica e organizativa da cerimónia.
Num encontro com jornalistas, os padres Liberio Andreatta e Caesar Atuire, da Obra Romana de Peregrinações (ORP), avançaram que a capital italiana está preparada para acolher um número ainda maior de visitantes.
2500 voluntários e uma linha telefónica em várias línguas – 060606 – vão estar a postos para ajudar os peregrinos que se deslocarem ao Vaticano para a celebração, que vai ser presidida por Bento XVI.
Neste momento, decorrem obras nas zonas adjacentes à Praça de São Pedro, no Vaticano, e está a ser preparada uma área que permita aos jovens pernoitarem, fora do centro de Roma.
A ORP, organizadora oficial do evento, criou ainda o «JP2-pass», com custo de 18 euros, que vai permitir, durante três dias, o acesso aos transportes públicos urbanos dentro de Roma, até às duas da manhã, e aos comboios na linha Roma-Ostia.
A missa presidida pelo actual Papa, a 1 de Maio, está aberta gratuitamente a todos os que quiserem participar e consigam aceder à Praça de São Pedro, que vai estar acessível desde as cinco da manhã desse domingo.
No dia anterior, as igrejas do centro de Roma vão estar abertas durante toda a noite.
O Vaticano promove uma conferência de imprensa, no próximo dia 5 de Abril, para apresentar os preparativos e o programa da beatificação de João Paulo II, que passará assim a ser apresentado pela Igreja Católica à veneração dos crentes como modelo e intercessor junto de Deus.
Entretanto, um pouco por todo o mundo, multiplicam-se grupos de oração, novas publicações, páginas nas redes sociais e eventos culturais para assinalar este evento.
O antigo mestre das cerimónias litúrgicas do falecido Papa polaco, o arcebispo Piero Marini, considera que estes são sinais de estima por um homem que foi “amigo de toda a humanidade”.
“O meu desejo é que toda a Igreja, crentes, não crentes, todos considerem João Paulo II como um amigo, porque ele quis ser amigo de todos”, referiu à Rádio Vaticano.
Mais de 37 mil pessoas aderiram à página oficial na rede social Facebook para a beatificação de João Paulo II (www.facebook.com/vatican.johnpaul2).
OC
Roma, 29 Mar (Ecclesia) – Pelo menos 300 mil peregrinos são esperados em Roma, no próximo dia 1 de Maio, para marcarem presença na beatificação de João Paulo II (1920-2005), adiantaram hoje responsáveis pela área técnica e organizativa da cerimónia.
Num encontro com jornalistas, os padres Liberio Andreatta e Caesar Atuire, da Obra Romana de Peregrinações (ORP), avançaram que a capital italiana está preparada para acolher um número ainda maior de visitantes.
2500 voluntários e uma linha telefónica em várias línguas – 060606 – vão estar a postos para ajudar os peregrinos que se deslocarem ao Vaticano para a celebração, que vai ser presidida por Bento XVI.
Neste momento, decorrem obras nas zonas adjacentes à Praça de São Pedro, no Vaticano, e está a ser preparada uma área que permita aos jovens pernoitarem, fora do centro de Roma.
A ORP, organizadora oficial do evento, criou ainda o «JP2-pass», com custo de 18 euros, que vai permitir, durante três dias, o acesso aos transportes públicos urbanos dentro de Roma, até às duas da manhã, e aos comboios na linha Roma-Ostia.
A missa presidida pelo actual Papa, a 1 de Maio, está aberta gratuitamente a todos os que quiserem participar e consigam aceder à Praça de São Pedro, que vai estar acessível desde as cinco da manhã desse domingo.
No dia anterior, as igrejas do centro de Roma vão estar abertas durante toda a noite.
O Vaticano promove uma conferência de imprensa, no próximo dia 5 de Abril, para apresentar os preparativos e o programa da beatificação de João Paulo II, que passará assim a ser apresentado pela Igreja Católica à veneração dos crentes como modelo e intercessor junto de Deus.
Entretanto, um pouco por todo o mundo, multiplicam-se grupos de oração, novas publicações, páginas nas redes sociais e eventos culturais para assinalar este evento.
O antigo mestre das cerimónias litúrgicas do falecido Papa polaco, o arcebispo Piero Marini, considera que estes são sinais de estima por um homem que foi “amigo de toda a humanidade”.
“O meu desejo é que toda a Igreja, crentes, não crentes, todos considerem João Paulo II como um amigo, porque ele quis ser amigo de todos”, referiu à Rádio Vaticano.
Mais de 37 mil pessoas aderiram à página oficial na rede social Facebook para a beatificação de João Paulo II (www.facebook.com/vatican.johnpaul2).
OC
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:40
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Vaticano: Papa quer reacção da Igreja perante ataques contra a família
Bento XVI deixa apelo: «Não podemos ficar indiferentes»
Cidade do Vaticano, 29 Mar (Ecclesia) – Bento XVI desafiou hoje os responsáveis católicos da América Latina a não ficarem “indiferentes” perante o que classificou como “falsas ideologias” que prejudicam as famílias.
“Constata-se dolorosamente como os lares sofrem cada vez mais com situações adversas provocadas pelas rápidas mudanças culturais, a instabilidade social, os fluxos migratórios, a pobreza, os programas de educação que banalizam a sexualidade e as falsas ideologias”, escreve o Papa aos bispos responsáveis pelas áreas da família e da vida nos episcopados latino-americanos e caribenhos.
O documento, divulgado esta manhã pela sala de imprensa da Santa Sé, considera que “a família é o valor mais querido” pelos povos da região.
“Não podemos ficar indiferentes perante estes desafios. No Evangelho encontramos luz para responder-lhes, sem desanimar”, aponta Bento XVI.
À Igreja, diz o Papa, compete promover “a cultura da vida” e trabalhar para que “os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados”.
“Nenhum esforço é inútil para fomentar quanto possa contribuir para que cada família, fundada na sua união indissolúvel entre um homem e uma mulher, leve a cabo a sua missão de ser célula viva da sociedade”, pode ler-se.
Na mensagem, em espanhol, o Papa deixa votos de que “a vida humana seja acolhida e protegida, desde o seu início até ao seu fim natural”.
“É importante traçar caminhos de colaboração com todos os homens e mulheres de boa vontade para continuar a tutelar intensamente a vida humana, o matrimónio e a família em toda a região”, indica.
Bento XVI convida os católicos a não terem medo de “mostrar a beleza dos altos ideais e as exigências éticas e morais da vida em Cristo”.
Em conclusão, a mensagem papal deixa uma palavra de “afecto e solidariedade” para as famílias da América Latina, lembrando em particular as que se encontram numa situação de “dificuldade”.
OC
Cidade do Vaticano, 29 Mar (Ecclesia) – Bento XVI desafiou hoje os responsáveis católicos da América Latina a não ficarem “indiferentes” perante o que classificou como “falsas ideologias” que prejudicam as famílias.
“Constata-se dolorosamente como os lares sofrem cada vez mais com situações adversas provocadas pelas rápidas mudanças culturais, a instabilidade social, os fluxos migratórios, a pobreza, os programas de educação que banalizam a sexualidade e as falsas ideologias”, escreve o Papa aos bispos responsáveis pelas áreas da família e da vida nos episcopados latino-americanos e caribenhos.
O documento, divulgado esta manhã pela sala de imprensa da Santa Sé, considera que “a família é o valor mais querido” pelos povos da região.
“Não podemos ficar indiferentes perante estes desafios. No Evangelho encontramos luz para responder-lhes, sem desanimar”, aponta Bento XVI.
À Igreja, diz o Papa, compete promover “a cultura da vida” e trabalhar para que “os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados”.
“Nenhum esforço é inútil para fomentar quanto possa contribuir para que cada família, fundada na sua união indissolúvel entre um homem e uma mulher, leve a cabo a sua missão de ser célula viva da sociedade”, pode ler-se.
Na mensagem, em espanhol, o Papa deixa votos de que “a vida humana seja acolhida e protegida, desde o seu início até ao seu fim natural”.
“É importante traçar caminhos de colaboração com todos os homens e mulheres de boa vontade para continuar a tutelar intensamente a vida humana, o matrimónio e a família em toda a região”, indica.
Bento XVI convida os católicos a não terem medo de “mostrar a beleza dos altos ideais e as exigências éticas e morais da vida em Cristo”.
Em conclusão, a mensagem papal deixa uma palavra de “afecto e solidariedade” para as famílias da América Latina, lembrando em particular as que se encontram numa situação de “dificuldade”.
OC
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:39
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
COMEMORAÇÕES
Ordenação Episcopal
Dom Enemésio Angelo Lazzaris, FDP, Bispo de Balsas – MA, 2008
Dom José Valmor Cesar Teixeira, SDB, Bispo de Bom Jesus da Lapa – BA, 2009
Dom Enemésio Angelo Lazzaris, FDP, Bispo de Balsas – MA, 2008
Dom José Valmor Cesar Teixeira, SDB, Bispo de Bom Jesus da Lapa – BA, 2009
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:33
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Santa Sé estará presente na Reunião de Cúpula que trata sobre o conflito na Líbia
O núncio apostólico em Londres, dom Antônio Mennini, participa hoje, 29, como observador, da Reunião de Cúpula que reunirá mais de 35 chefes da diplomacia mundial, na capital inglesa, para discutir sobre as operações militares na Líbia.
A notícia foi antecipada ontem, 28, pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, e confirmada pelo Ministério do Exterior britânico, que anunciou a presença também do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e do presidente da União africana, Jean Ping.
O encontro contará com a participação de nações não envolvidas nas ações militares, reunindo “um amplo leque de nações e organizações comprometidas por um futuro melhor para o povo líbio”, revelou o padre Lombardi.
O chanceler da Itália, Franco Frattini, adiantou a possibilidade de que Roma e Berlim proponham um plano conjunto para uma solução diplomática da crise líbia na cúpula de hoje, em Londres.
A notícia foi antecipada ontem, 28, pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, e confirmada pelo Ministério do Exterior britânico, que anunciou a presença também do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e do presidente da União africana, Jean Ping.
O encontro contará com a participação de nações não envolvidas nas ações militares, reunindo “um amplo leque de nações e organizações comprometidas por um futuro melhor para o povo líbio”, revelou o padre Lombardi.
O chanceler da Itália, Franco Frattini, adiantou a possibilidade de que Roma e Berlim proponham um plano conjunto para uma solução diplomática da crise líbia na cúpula de hoje, em Londres.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:32
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Bispos do Rio de Janeiro e São Paulo refletem a evangelização nas grandes cidades
As arquidioceses do Rio de Janeiro e de São Paulo estão unidas em oração e em busca de estratégias comuns para a ação pastoral nas metrópoles. Nesta terça-feira, 29, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta e de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, juntamente com todos os bispos dos Regionais Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro) e Sul 1 da CNBB (São Paulo), estarão reunidos no Centro de Formação Sagrada Família, do Convento das Irmãs de Madre Paulina, no bairro do Ipiranga, em São Paulo.
O dia começa com orações, seguidas de reuniões e termina com a celebração da missa no túmulo de Madre Paulina. A iniciativa foi do arcebispo do Rio de Janeiro. Dom Orani propôs a dom Odilo reunir as duas arquidioceses para iniciar uma reflexão sobre as ações pastorais e as organizações necessárias para ação evangelizadora da Igreja nas grandes metrópoles. O arcebispo de São Paulo aceitou prontamente a sugestão.
“A ideia é que com o amadurecimento da iniciativa, esta possa crescer e atrair outras dioceses com o mesmo perfil”, disse dom Odilo.
Nas grandes metrópoles os maiores desafios estão relacionados com a complexidade social, cultural, econômica, emocional e espiritual das cidades. Por isso, juntos, os bispos do Rio de Janeiro e de São Paulo rezarão, debaterão e buscarão descobrir novas formas de presença da Igreja neste contexto.
O dia começa com orações, seguidas de reuniões e termina com a celebração da missa no túmulo de Madre Paulina. A iniciativa foi do arcebispo do Rio de Janeiro. Dom Orani propôs a dom Odilo reunir as duas arquidioceses para iniciar uma reflexão sobre as ações pastorais e as organizações necessárias para ação evangelizadora da Igreja nas grandes metrópoles. O arcebispo de São Paulo aceitou prontamente a sugestão.
“A ideia é que com o amadurecimento da iniciativa, esta possa crescer e atrair outras dioceses com o mesmo perfil”, disse dom Odilo.
Nas grandes metrópoles os maiores desafios estão relacionados com a complexidade social, cultural, econômica, emocional e espiritual das cidades. Por isso, juntos, os bispos do Rio de Janeiro e de São Paulo rezarão, debaterão e buscarão descobrir novas formas de presença da Igreja neste contexto.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:31
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Chega ao fim o 5º Seminário de Catequese junto à Pessoa com Deficiência
Fonte: CNBB
Com a participação de aproximadamente 170 pessoas, representando todas as regiões do Brasil, mais a presença de bispos, padres, religiosos e leigos, aconteceu entre os dias 25 e 27, no Centro Pastoral Santa Fé, em São Paulo, o 5º Seminário de Catequese junto às Pessoas com Deficiência. O tema do encontro foi: “A Igreja e a Pessoa com Deficiência”.
O Seminário teve como maior objetivo fortalecer as ações sócioeducativas suscitada pela Campanha da Fraternidade 2006 e pelos Seminários que o precederam.
O histórico dos quatro Seminários Nacionais anteriormente realizados foi apresentado por dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP), que contribuiu e apoiou a realização de todos eles.
“A Campanha da Fraternidade 2006, com o tema: “Fraternidade e Pessoas com Deficiência” e lema: “Levanta-te, Vem para o Meio!”, despertou e trouxe vários desdobramentos para a condição das pessoas com deficiência na Igreja e na sociedade, dentre os quais a definitiva certeza do direito das pessoas com deficiência à espiritualidade, à prática da religiosidade e à catequese”, disse dom Vilson.
Participaram deste Seminário diversos movimentos e Pastorais, como o Movimento Fé e Luz, a Fraternidade Cristã de Pessoas com Deficiência, com representantes de vários estados. E também a Pastoral das Pessoas com Deficiência das arquidioceses de São Paulo, de Curitiba e do Rio de Janeiro, além de diversas Pastorais de Surdos.
Em suas palavras no encerramento do Seminário, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, dom Eugênio Rixen, ressaltou a imperiosa necessidade de que as deliberações do Seminário sejam efetivadas, como, entre outras, o reconhecimento em nível nacional da Pastoral das Pessoas com Deficiência, “um dos mais belos frutos da Campanha da Fraternidade de 2006”.
Com a participação de aproximadamente 170 pessoas, representando todas as regiões do Brasil, mais a presença de bispos, padres, religiosos e leigos, aconteceu entre os dias 25 e 27, no Centro Pastoral Santa Fé, em São Paulo, o 5º Seminário de Catequese junto às Pessoas com Deficiência. O tema do encontro foi: “A Igreja e a Pessoa com Deficiência”.
O Seminário teve como maior objetivo fortalecer as ações sócioeducativas suscitada pela Campanha da Fraternidade 2006 e pelos Seminários que o precederam.
O histórico dos quatro Seminários Nacionais anteriormente realizados foi apresentado por dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP), que contribuiu e apoiou a realização de todos eles.
“A Campanha da Fraternidade 2006, com o tema: “Fraternidade e Pessoas com Deficiência” e lema: “Levanta-te, Vem para o Meio!”, despertou e trouxe vários desdobramentos para a condição das pessoas com deficiência na Igreja e na sociedade, dentre os quais a definitiva certeza do direito das pessoas com deficiência à espiritualidade, à prática da religiosidade e à catequese”, disse dom Vilson.
Participaram deste Seminário diversos movimentos e Pastorais, como o Movimento Fé e Luz, a Fraternidade Cristã de Pessoas com Deficiência, com representantes de vários estados. E também a Pastoral das Pessoas com Deficiência das arquidioceses de São Paulo, de Curitiba e do Rio de Janeiro, além de diversas Pastorais de Surdos.
Em suas palavras no encerramento do Seminário, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, dom Eugênio Rixen, ressaltou a imperiosa necessidade de que as deliberações do Seminário sejam efetivadas, como, entre outras, o reconhecimento em nível nacional da Pastoral das Pessoas com Deficiência, “um dos mais belos frutos da Campanha da Fraternidade de 2006”.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:08
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 3 de março de 2011
CNBB abre Campanha da Fraternidade na Quarta-feira de Cinzas
Na próxima quarta-feira, 9, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente a Campanha da Fraternidade 2011 (CF), que tem por tema: “Fraternidade e a Vida no Planeta” e lema: “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22). O ato de lançamento nacional, aberto à imprensa, acontece no auditório Dom Helder Câmara, na sede da CNBB, em Brasília, às 14h30, e será presidido pelo secretário geral da Conferência dos Bispos, dom Dimas Lara Barbosa.
A programação será bastante objetiva, iniciando com a apresentação da mensagem do papa Bento XVI, saudando a Campanha. Em seguida, o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, exporá os objetivos da Campanha, bem como a dinâmica de sua realização nas dioceses, paróquias e comunidades do país. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, encerra o ato falando sobre as expectativas da Igreja com a Campanha. Terminada a cerimônia, dom Dimas atende os jornalistas, numa coletiva de imprensa.
Esta é a 47ª Campanha da Fraternidade desde que foi criada em 1964. A conscientização sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas está entre os principais objetivos da Campanha. A busca de ações que preservem a vida no planeta é outra meta da CF.
Com 124 páginas e dividido em quatro partes, o texto-base, carro-chefe da CF, apresenta o conteúdo a ser discutido ao longo da Campanha. Na primeira, faz uma análise da realidade procurando estabelecer as causas do aquecimento global e das mudanças climáticas. Toca na relação que há entre o aquecimento global e as atividades humanas; questiona o modelo energético do país; denuncia o desmatamento e as queimadas, responsáveis por 50% da emissão de gases de efeito estufa no Brasil; interpela o agronegócio e o atual modelo de desenvolvimento. A Campanha vai alertar, ainda, para a ameaça à biodiversidade e para o risco da escassez de água no planeta.
A segunda parte do texto-base busca na bíblia, na teologia e na palavra da Igreja a fundamentação do tema e do lema da CF. Já na terceira parte, aponta diversas atitudes que podem ser tomadas por pessoas, comunidades, governo, empresas e instituições, com o objetivo de preservar a vida no planeta terra.
Para o secretário geral da CNBB, a Igreja é motivada pela fé quando discute temas como o proposto pela CF deste ano. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica dom Dimas. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”, acrescenta.
O secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, diz que a preocupação da Igreja com o meio ambiente está ligada à sua missão de defender a vida. “A Igreja demonstra suas preocupações com o estado de nosso planeta, que precisa de cuidados para que continue a oferecer as condições necessárias para a vida nele instalada”, disse o secretário.
Esta não é a primeira vez que a CF aborda o tema meio ambiente. Em 1979, a Campanha discutiu o tema “Por um mundo mais humano – Preserve o que é de todos”; em 2004, “Fraternidade e Água – Água, fonte de vida”; e, em 2007, a Amazônia foi lembrada: “Fraternidade e Amazônia – vida e missão neste chão”.
A programação será bastante objetiva, iniciando com a apresentação da mensagem do papa Bento XVI, saudando a Campanha. Em seguida, o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, exporá os objetivos da Campanha, bem como a dinâmica de sua realização nas dioceses, paróquias e comunidades do país. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, encerra o ato falando sobre as expectativas da Igreja com a Campanha. Terminada a cerimônia, dom Dimas atende os jornalistas, numa coletiva de imprensa.
Esta é a 47ª Campanha da Fraternidade desde que foi criada em 1964. A conscientização sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas está entre os principais objetivos da Campanha. A busca de ações que preservem a vida no planeta é outra meta da CF.
Com 124 páginas e dividido em quatro partes, o texto-base, carro-chefe da CF, apresenta o conteúdo a ser discutido ao longo da Campanha. Na primeira, faz uma análise da realidade procurando estabelecer as causas do aquecimento global e das mudanças climáticas. Toca na relação que há entre o aquecimento global e as atividades humanas; questiona o modelo energético do país; denuncia o desmatamento e as queimadas, responsáveis por 50% da emissão de gases de efeito estufa no Brasil; interpela o agronegócio e o atual modelo de desenvolvimento. A Campanha vai alertar, ainda, para a ameaça à biodiversidade e para o risco da escassez de água no planeta.
A segunda parte do texto-base busca na bíblia, na teologia e na palavra da Igreja a fundamentação do tema e do lema da CF. Já na terceira parte, aponta diversas atitudes que podem ser tomadas por pessoas, comunidades, governo, empresas e instituições, com o objetivo de preservar a vida no planeta terra.
Para o secretário geral da CNBB, a Igreja é motivada pela fé quando discute temas como o proposto pela CF deste ano. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica dom Dimas. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”, acrescenta.
O secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, diz que a preocupação da Igreja com o meio ambiente está ligada à sua missão de defender a vida. “A Igreja demonstra suas preocupações com o estado de nosso planeta, que precisa de cuidados para que continue a oferecer as condições necessárias para a vida nele instalada”, disse o secretário.
Esta não é a primeira vez que a CF aborda o tema meio ambiente. Em 1979, a Campanha discutiu o tema “Por um mundo mais humano – Preserve o que é de todos”; em 2004, “Fraternidade e Água – Água, fonte de vida”; e, em 2007, a Amazônia foi lembrada: “Fraternidade e Amazônia – vida e missão neste chão”.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
17:06
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Globo responde a crítica da CNBB contra reality show
A Rede Globo de televisão respondeu no dia 18, a crítica feita pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) feita um dia antes dizendo que os reality shows são programas que “atentam contra a dignidade humana” e é uma “agressão impune aos valores morais que sustentam a sociedade”.
Não é de hoje que programas como o Big Brother Brasil (BBB) que já está na 11ª edição recebe críticas do gênero, mesmo assim a Globo respondeu dizendo “é uma emissora laica, com uma visão de cultura e mesmo de comportamento social e moral que não segue preceitos religiosos”.
O BBB é o programa de maior audiência na TV brasileira, a emissora que o transmite disse que cabe aos pais decidirem o que os filhos devem ver na TV, “como tudo o que pode influenciar na formação dos jovens, disse a nota da Rede Globo.
A crítica da CNBB também foi enviada à TV Record e pela primeira vez ficou do lado da sua arqui-inimiga Globo.
Em resposta, a emissora do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, comunicou que “A Fazenda”, seu reality show de maior audiência, é educativo porque “convida os participantes a atividades relacionadas ao campo e à natureza”.
Defendendo outro reality show do seu quadro de programas, o “Troca de Família”, a Record afirmou que ele mostra como se dá a convivência de diferentes estilos de vida.
A CNBB pediu ao Ministério Público mais empenho na fiscalização da programação das TVs.
Não é de hoje que programas como o Big Brother Brasil (BBB) que já está na 11ª edição recebe críticas do gênero, mesmo assim a Globo respondeu dizendo “é uma emissora laica, com uma visão de cultura e mesmo de comportamento social e moral que não segue preceitos religiosos”.
O BBB é o programa de maior audiência na TV brasileira, a emissora que o transmite disse que cabe aos pais decidirem o que os filhos devem ver na TV, “como tudo o que pode influenciar na formação dos jovens, disse a nota da Rede Globo.
A crítica da CNBB também foi enviada à TV Record e pela primeira vez ficou do lado da sua arqui-inimiga Globo.
Em resposta, a emissora do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, comunicou que “A Fazenda”, seu reality show de maior audiência, é educativo porque “convida os participantes a atividades relacionadas ao campo e à natureza”.
Defendendo outro reality show do seu quadro de programas, o “Troca de Família”, a Record afirmou que ele mostra como se dá a convivência de diferentes estilos de vida.
A CNBB pediu ao Ministério Público mais empenho na fiscalização da programação das TVs.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
13:59
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
CNBB critica “baixo nível moral” na TV e em reality shows
Da blog, com CNBB
O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”. Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”.
Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio “Clara de Assis de Televisão”, promovido pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality shows.
Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.
A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, e convida todos a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.
O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”. Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”.
Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio “Clara de Assis de Televisão”, promovido pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality shows.
Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.
A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, e convida todos a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
13:47
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Departamento de Justiça e Solidariedade do Celam divulga mensagem após encontro
Foi divulgada a mensagem final do encontro das equipes de apoio e reflexão do Departamento de Justiça e Solidariedade do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) que se reuniu entre os dias 11 e 15, em Bogotá, na Colômbia. A mensagem expressa propostas e preocupações na “perspectiva da promoção de um desenvolvimento humano integral, solidário e inclusivo de nossos povos”.
O texto se preocupa exclusivamente com o desenvolvimento da América Latina e Caribe e aponta também uma longa distância até se concretizar o sonho do desenvolvimento no continente. “A realidade dos processos e estilos chamados de desenvolvimento em nosso continente estão muito longe de ser isso, apesar dos notáveis esforços que vêm sendo dados”, frisa um trecho da mensagem.
Para as equipes de reflexão, o crescimento da economia da AL é visível, porém não tem favorecido a diminuição das desigualdades na região. “Tem sido notável o crescimento econômico na Região da América Latina e Caribe [...] não obstante, a pobreza geral continua afetando mais de um terço da população [...]”, aponta outro trecho.
A esfera política é outro ponto enfatizado na mensagem. As equipes também apontam avanços na democracia participativa nos espaços locais, porém, “prevalece a concentração do poder em determinados grupos de elite e se continua evidenciando clamorosas situações de corrupção, o incremento do narcotráfico e outros grupos do crime organizado dedicados ao tráfico de migrantes e ao trato de pessoas [especialmente de crianças e adolescentes] com fins de sujeição a todo tipo de escravidão”.
Esperança
Após apontar alguns obstáculos que ofuscam o desenvolvimento da América Latina, a mensagem destaca que os esforços para o bem do desenvolvimento do continente, como também algumas experiências solidárias, são razões para se acreditar na esperança de dias melhores para a região. “Causam esperança os esforços de nossos povos em experiências de economia solidária e comércio justo que vão conquistando um dinamismo econômico com maior vigência na região [...]”.
O encontro reuniu 63 pessoas de 14 países da América Latina, Caribe e Europa. Representaram o Brasil, entre outros, o Dr. Nelson Arns Neumann, Ademar Bertucci, padre Cláudio Ambrósio, irmã Rosita Milesi. A reunião contou também com a presença do cardeal arcebispo de Santa Cruz de la Sierra e presidente do Departamento de Justiça e Solidariedade, dom Julio Terrazas; e do cardeal arcebispo de Aparecida e presidente do Celam, dom Raymundo Damasceno Assis.
O objetivo do encontro foi planejar o próximo quadriênio de atividades do Departamento de Justiça e Solidariedade do Celam.
O Departamento de Justiça e Solidariedade do Celam tem por objetivo animar, promover e fortalecer o processo de transformação da realidade latinoamericana, a partir da solidariedade e à luz do Evangelho. O órgão conta com três seções: Pastoral Social, Mobilidade Humana e Leigos e Construtores da Sociedade.
Leia baixo, mensagem na íntegra
Mensagem Final
DEPARTAMENTO JUSTIÇA E SOLIDARIDADE – CELAM
Impulsionar um desenvolvimento humano, integral, solidário e inclusivo
Nos dias 11 a 14 de fevereiro de 2011, nos reunimos, em Bogotá, bispos, equipes de apoio e reflexão do Departamento Justiça e Solidariedade do Conselho Episcopal Latino-americano, para avaliar a gestão 2007-2011 e fazer propostas para o próximo planejamento do Departamento no contexto da Missão Continental, que assumimos a partir da V Conferência do Episcopado Latino-americano e Caribenho, em Aparecida.
No espírito de serviço e comunhão que caracteriza o Celam, compartilhamos com as Comissões de Pastoral Social, Cáritas, organismos relacionados à Justiça e Solidariedade, com enteidade que trabalham com migrantes e na pastoral do turismo das Conferências Episcopais da América Latina e Caribe, com os agentes pastorais e líderes sociais, para expressar nossas preocupações, esperanças e propostas na perspectiva da promoção de um desenvolvimento humano integral, solidário e inclusivo de nossos povos. Tal como o propõe o Documento de Aparecida (cf. DA 474), na fidelidade ao Concílio Vaticano II, que nos manifesta que as alegrias e as esperanças, as tristezas e angústias dos povos, especialmente dos mais pobres e excluídos, são alegrias e esperanças, tristezas e angústias dos discípulos de Cristo (cf. GS 1).
A realidade de nossa região e os processos de desenvolvimento
1. O Papa Paulo VI dizia já na Encíclica Populorum Progressio que o desenvolvimento é “o passo para toda a pessoa e para todas as pessoas de condições de vida menos humanas a condições de vida mais humanas” (PP 20). Contudo, a realidade dos processos e estilos chamados de desenvolvimento em nosso continente estão muito longe de ser isso, apesar dos notáveis esforços que vêm sendo dados.
2. Tem sido notável o crescimento econômico da Região da América Latina e Caribe, especialmente no ano de 2010. Não obstante, a pobreza geral continua afetando mais de um terço da população e o índice médio da desigualdade é o mais elevado em comparação com os outros continentes do mundo, reforçando situações persistentes de miséria desumanizadora (cf. Caritas in veritate 22). Esta situação nos move a renovar com força nossa opção preferencial pelos pobres.
3. A taxa de desemprego na região continua próxima a 8% da população economicamente ativa, que é acompanhada pelo emprego precário ou subemprego, que afeta mais de um terço desta mesma população. Prevalecem políticas de desregulamentação das relações trabalhistas aplicadas nas últimas décadas, que impede um trabalho digno e decente, com salários justos, seguridade social e direito à sindicalização.
4. Entre as principais causas das situações acima mencionadas encontramos um processo de concentração da riqueza em poucas mãos, uma importante expatriação dos ganhos das empresas transnacionais, uma injusta distribuição da riqueza no interior de nossos próprios países, assim como políticas fiscais regressivas que punem mais os pobres.
5. É necessário assinalar a forte degradação de solos e da água, a perda da biodiversidade, as catástrofes climáticas, o avanço da desertificação, entre outros, são uma constante na região que põem em risco todas as populações. O enfoque econômico predominante não tem em conta o limite físico dos recursos renováveis e não renováveis. Pelo contrário, o desenvolvimento, entendido como crescimento econômico, se reduz ao livre mercado, que só busca maximizar o lucro, deixando assim a pessoa humana relegada. Tudo isso nos faz ver a insustentabilidade destes processos. Como Igreja devemos fazer ouvir nossa voz, prevenindo a destruição da humanidade (cf. CIV 51-b).
6. Neste contexto, preocupa-nos o privilégio da livre circulação de capitais e de bens, mas não de pessoas. Tem crescido a consciência sobre os direitos humanos civis e polítios, mas não se percebe o mesmo avanço em relação aos direitos econômicos, sociais, culturas e ambientais.
7. Deste modo, não se dá um enfoque de autêntico desenvolvimento humano e continuamos percebendo os rostos sofridos dos que se encontram excluídos dos sistemas de saúde, privilegiando-se programas compensatórios e não políticas universais como direitos das pessoas. Além disso, as prisões continuam sendo espaço de castigo e desumanização, onde se pretende, ingenuamente, “prender o mal”.
8. Na esfera política, se bem que haja importantes avanços na democracia participativa nos espaços locais, prevalece a concentração do poder em determinados grupos de elite e se continua evidenciando clamorosas situações de corrupção, o incremento do narcotráfico e outros grupos do crime organizado dedicados ao tráfico de migrantes e ao trato de pessoas (especialmente de crianças e adolescentes) com fins de sujeição a todo tipo de escravidão.
Há razões de esperança
9. Contudo, causam esperança os esforços de nossos povos em experiências de economia solidária e comércio justo que vão conquistando um dinamismo econômico com maior vigência na região, assim como a importante rede de agentes comunitários de saúde, a existência de organizações sociais, indígenas e urbanas, para preservação ecológica do meio ambiente, especialmente na Amazônia e as biodiversidades na Região. Constata-se a incidência por políticas e leis e a existência de grupos e redes que trabalham pela defesa dos direitos humanos de migrantes e refugiados, das crianças e adolescentes, e a transformação da vida das pessoas encarceradas e sua reinserção na sociedade.
10. Vemos também a emergência da sociedade civil com distinta do mercado e do Estado. Ela se expressa através de movimentos e organizações populares que agrupam os distintos setores da sociedade. Eles são novos agentes no espaço público na luta por interesses universais que buscam o bem comum.
O caminho que estamos fazendo
11. Frente a esta realidade que nos comove e interpela, queremos colocar em comum as respostas que temos dado a partir dos diversos âmbitos da pastoral social, respostas que, de modo geral, em parceria solidária com importantes grupos e redes da sociedade civil e movimentos sociais, e encaminham até a mudança das estruturas injustas da sociedade (cf. DA 383).
12. Temos encorajado os grupos de economia solidária e comércio justo, incentivado reflexões e propostas para uma autêntica responsabilidade social empresarial pois, como dizia João Paulo II, a empresa é, antes de tudo, uma comunidade de pessoas (cf. CA 43). Têm se feito vigorosos esforços diante dos governos para uma revisão e atualização de leis de migração nos distintos países, dando-lhes um enfoque de direitos humanos dos migrantes e refugiados e para implementar instrumentos internacionais tais como a Convenção para a proteção dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras migrantes e suas famílias. Da mesma forma, tem-se avançado na defesa dos direitos dos ciganos, na atenção a pessoas em situação de rua e a outros grupos itinerantes.
13. Consideramos importante fortalecer a Pastoral do Turismo para evangelizar esta realidade no crescimento contínuo, que exige um dinamismo particular para responder a desafios que se apresentam de modo contínuo.
14. Vem sendo trabalhada a construção de uma consciência comum dos desafios ambientais e ecológicos. Hoje se tem conhecimento de uma plataforma latino-americana para poder desenvolver estratégias pastorais comuns que contribuam para o saneamento urgente da criação (cf. Caritas in Veritate 50).
15. Têm-se realizado esforços pelo direito à saúde, sua promoção e a prevenção de enfermidades de maior urgência. Nesta ação social, é promovido o diálogo ecumênico, inter-religioso e com as autoridades civis.
16. Vem se trabalhando na defesa dos direitos das crianças e adolescentes com incidência em políticas públicas que reconheçam seus direitos.
17. Estão sendo dados passos na formação dos leigos e leigas para animar seu compromisso com a transformação da realidade nos âmbitos social, político, econômico, cultural, ecológico. Como cristãos e cristas, temos buscado intensificar nossa presença entre os trabalhadores, trabalhadoras e suas organizações e animar nossa Igreja em seu compromisso por cauda da justiça, da paz, da solidariedade, e a participação para o bem comum.
18. Além disso, temos reforçado nossa presença nas prisões e a denúncia do modelo carcerário e do enfoque que propõe mais prisões como solução.
Cooperação entre a sociedade e a Igreja
19. Destacamos um novo papel da sociedade civil no resgate da fraternidade, da liberdade, da igualdade, tendo em conta que se dá um processo intercultural nas comunidades. A Igreja é chamada a ajudar na mediação entre a cultura globalizada e as expressões culturais na região.
20. Como cristãos, sentimo-nos desafiados a fazer todo o possível para mudar o rumo do mundo para o pleno respeito da dignidade humana, a acompanhar os que propõem novos modelos de desenvolvimento e convivência que favoreçam a integridade da pessoa. Precisamos voltar a ser o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5,13-16), para ajudar a transformar a partir de dentro as culturas e, especialmente, os estilos de vida consumistas predominantes. Cabe a nós trabalhar conjuntamente na formação das consciências e tornar a vida terrena mais digna do ser humano, para que todos, em Cristo, tenhamos vida e vida em plenitude (Jo 10,10).
21. A partir deste nosso compromisso com a edificação do Reino de Deus no mundo, oferecemos o serviço da formação na Doutrina Social da Igreja como “inestimável riqueza, que anima o testemunho e a ação solidária dos leigos e leigas, aqueles que se interessam cada vez mais por sua formação teológica, como verdadeiros missionários da caridade, e se esforçam por transformar de maneira efetiva o mundo segundo Cristo” (DA 99g).
Desafios de nossa realidade diante do desenvolvimento humano integral e solidário como horizonte para a Região
22. Aprofundar a orientação da Região para um processo de desenvolvimento humano integral e solidário, que tenha como base o cuidado da criação e como ponto de partida dos esforços das populações empobrecidas e excluídas para sair destas situações de pobreza e exclusão através de múltiplas formas de solidariedade econômica e em outros âmbitos mencionados. É necessário articular-se com esforços de responsabilidade social empresarial, de políticas públicas inclusivas, de processos internacionais de globalização da solidariedade.
23. Desenvolver estratégias pastorais que permitam recuperar o olhar da fé sobre a criação e o crescimento de uma consciência de mudança nos padrões de desenvolvimento econômico e de consumo a modos sustentáveis, que preservem a qualidade de nossos ecossistemas, através da incidência na política nacional e internacional, partido de nossas comunidades locais. É necessário promover estilos de vida sóbrios e simples, com hábitos saudáveis.
24. Quanto às políticas migratórias, abrir definitivamente as fronteiras de nossos países, que todos e todas sejam reconhecidos cidadãos da América Latina e do Caribe como pátria comum. Continuar os esforços de garantir acesso universal à saúde e à formação e educação permanente nele.
25. É urgente repensar o direito ao trabalho, considerando-o não como problema do mercado, mas do Estado e da sociedade, como um problema de cidadania, do exercício de seus direitos e capacidades. O trabalho digno, decente, é uma das melhores ferramentas para libertar os cidadãos do temor da pobreza, de todo tipo de dependência. A valorização do trabalho é elemento central do desenvolvimento solidário.
26. Reorganizar a ação social e a pastoral carcerária em nível regional e continental a fim de indicar, com maior efetividade, o modelo de desenvolvimento integral humano, questionando com mais força o atual modelo de desumanização carcerária a partir do enfoque da dignidade das pessoas.
Como discípulos missionários de Jesus Cristo, nos comprometemos a contribuir para a construção de projetos de nações justas, solidárias e em paz para o desenvolvimento humano, integral, solidário e inclusivo.
Damos graças a Deus pelo caminho feito e pedimos perdão por aquilo que nos impede de viver como Discípulos Missionários no mundo. Imploramos sabedoria e fortaleza para impulsionar a Missão Continental da Igreja da América Latina e Caribe nos distintos âmbitos da sociedade.
Renovamos nossa confiança no grande carinho da Virgem Maria de Guadalupe por todos seus filhos e filhas deste Continente e nos recolhemos à sua maternal proteção.
Bogotá, fevereiro de 2011
Tradução: Assessoria de Imprensa/CNBB
O texto se preocupa exclusivamente com o desenvolvimento da América Latina e Caribe e aponta também uma longa distância até se concretizar o sonho do desenvolvimento no continente. “A realidade dos processos e estilos chamados de desenvolvimento em nosso continente estão muito longe de ser isso, apesar dos notáveis esforços que vêm sendo dados”, frisa um trecho da mensagem.
Para as equipes de reflexão, o crescimento da economia da AL é visível, porém não tem favorecido a diminuição das desigualdades na região. “Tem sido notável o crescimento econômico na Região da América Latina e Caribe [...] não obstante, a pobreza geral continua afetando mais de um terço da população [...]”, aponta outro trecho.
A esfera política é outro ponto enfatizado na mensagem. As equipes também apontam avanços na democracia participativa nos espaços locais, porém, “prevalece a concentração do poder em determinados grupos de elite e se continua evidenciando clamorosas situações de corrupção, o incremento do narcotráfico e outros grupos do crime organizado dedicados ao tráfico de migrantes e ao trato de pessoas [especialmente de crianças e adolescentes] com fins de sujeição a todo tipo de escravidão”.
Esperança
Após apontar alguns obstáculos que ofuscam o desenvolvimento da América Latina, a mensagem destaca que os esforços para o bem do desenvolvimento do continente, como também algumas experiências solidárias, são razões para se acreditar na esperança de dias melhores para a região. “Causam esperança os esforços de nossos povos em experiências de economia solidária e comércio justo que vão conquistando um dinamismo econômico com maior vigência na região [...]”.
O encontro reuniu 63 pessoas de 14 países da América Latina, Caribe e Europa. Representaram o Brasil, entre outros, o Dr. Nelson Arns Neumann, Ademar Bertucci, padre Cláudio Ambrósio, irmã Rosita Milesi. A reunião contou também com a presença do cardeal arcebispo de Santa Cruz de la Sierra e presidente do Departamento de Justiça e Solidariedade, dom Julio Terrazas; e do cardeal arcebispo de Aparecida e presidente do Celam, dom Raymundo Damasceno Assis.
O objetivo do encontro foi planejar o próximo quadriênio de atividades do Departamento de Justiça e Solidariedade do Celam.
O Departamento de Justiça e Solidariedade do Celam tem por objetivo animar, promover e fortalecer o processo de transformação da realidade latinoamericana, a partir da solidariedade e à luz do Evangelho. O órgão conta com três seções: Pastoral Social, Mobilidade Humana e Leigos e Construtores da Sociedade.
Leia baixo, mensagem na íntegra
Mensagem Final
DEPARTAMENTO JUSTIÇA E SOLIDARIDADE – CELAM
Impulsionar um desenvolvimento humano, integral, solidário e inclusivo
Nos dias 11 a 14 de fevereiro de 2011, nos reunimos, em Bogotá, bispos, equipes de apoio e reflexão do Departamento Justiça e Solidariedade do Conselho Episcopal Latino-americano, para avaliar a gestão 2007-2011 e fazer propostas para o próximo planejamento do Departamento no contexto da Missão Continental, que assumimos a partir da V Conferência do Episcopado Latino-americano e Caribenho, em Aparecida.
No espírito de serviço e comunhão que caracteriza o Celam, compartilhamos com as Comissões de Pastoral Social, Cáritas, organismos relacionados à Justiça e Solidariedade, com enteidade que trabalham com migrantes e na pastoral do turismo das Conferências Episcopais da América Latina e Caribe, com os agentes pastorais e líderes sociais, para expressar nossas preocupações, esperanças e propostas na perspectiva da promoção de um desenvolvimento humano integral, solidário e inclusivo de nossos povos. Tal como o propõe o Documento de Aparecida (cf. DA 474), na fidelidade ao Concílio Vaticano II, que nos manifesta que as alegrias e as esperanças, as tristezas e angústias dos povos, especialmente dos mais pobres e excluídos, são alegrias e esperanças, tristezas e angústias dos discípulos de Cristo (cf. GS 1).
A realidade de nossa região e os processos de desenvolvimento
1. O Papa Paulo VI dizia já na Encíclica Populorum Progressio que o desenvolvimento é “o passo para toda a pessoa e para todas as pessoas de condições de vida menos humanas a condições de vida mais humanas” (PP 20). Contudo, a realidade dos processos e estilos chamados de desenvolvimento em nosso continente estão muito longe de ser isso, apesar dos notáveis esforços que vêm sendo dados.
2. Tem sido notável o crescimento econômico da Região da América Latina e Caribe, especialmente no ano de 2010. Não obstante, a pobreza geral continua afetando mais de um terço da população e o índice médio da desigualdade é o mais elevado em comparação com os outros continentes do mundo, reforçando situações persistentes de miséria desumanizadora (cf. Caritas in veritate 22). Esta situação nos move a renovar com força nossa opção preferencial pelos pobres.
3. A taxa de desemprego na região continua próxima a 8% da população economicamente ativa, que é acompanhada pelo emprego precário ou subemprego, que afeta mais de um terço desta mesma população. Prevalecem políticas de desregulamentação das relações trabalhistas aplicadas nas últimas décadas, que impede um trabalho digno e decente, com salários justos, seguridade social e direito à sindicalização.
4. Entre as principais causas das situações acima mencionadas encontramos um processo de concentração da riqueza em poucas mãos, uma importante expatriação dos ganhos das empresas transnacionais, uma injusta distribuição da riqueza no interior de nossos próprios países, assim como políticas fiscais regressivas que punem mais os pobres.
5. É necessário assinalar a forte degradação de solos e da água, a perda da biodiversidade, as catástrofes climáticas, o avanço da desertificação, entre outros, são uma constante na região que põem em risco todas as populações. O enfoque econômico predominante não tem em conta o limite físico dos recursos renováveis e não renováveis. Pelo contrário, o desenvolvimento, entendido como crescimento econômico, se reduz ao livre mercado, que só busca maximizar o lucro, deixando assim a pessoa humana relegada. Tudo isso nos faz ver a insustentabilidade destes processos. Como Igreja devemos fazer ouvir nossa voz, prevenindo a destruição da humanidade (cf. CIV 51-b).
6. Neste contexto, preocupa-nos o privilégio da livre circulação de capitais e de bens, mas não de pessoas. Tem crescido a consciência sobre os direitos humanos civis e polítios, mas não se percebe o mesmo avanço em relação aos direitos econômicos, sociais, culturas e ambientais.
7. Deste modo, não se dá um enfoque de autêntico desenvolvimento humano e continuamos percebendo os rostos sofridos dos que se encontram excluídos dos sistemas de saúde, privilegiando-se programas compensatórios e não políticas universais como direitos das pessoas. Além disso, as prisões continuam sendo espaço de castigo e desumanização, onde se pretende, ingenuamente, “prender o mal”.
8. Na esfera política, se bem que haja importantes avanços na democracia participativa nos espaços locais, prevalece a concentração do poder em determinados grupos de elite e se continua evidenciando clamorosas situações de corrupção, o incremento do narcotráfico e outros grupos do crime organizado dedicados ao tráfico de migrantes e ao trato de pessoas (especialmente de crianças e adolescentes) com fins de sujeição a todo tipo de escravidão.
Há razões de esperança
9. Contudo, causam esperança os esforços de nossos povos em experiências de economia solidária e comércio justo que vão conquistando um dinamismo econômico com maior vigência na região, assim como a importante rede de agentes comunitários de saúde, a existência de organizações sociais, indígenas e urbanas, para preservação ecológica do meio ambiente, especialmente na Amazônia e as biodiversidades na Região. Constata-se a incidência por políticas e leis e a existência de grupos e redes que trabalham pela defesa dos direitos humanos de migrantes e refugiados, das crianças e adolescentes, e a transformação da vida das pessoas encarceradas e sua reinserção na sociedade.
10. Vemos também a emergência da sociedade civil com distinta do mercado e do Estado. Ela se expressa através de movimentos e organizações populares que agrupam os distintos setores da sociedade. Eles são novos agentes no espaço público na luta por interesses universais que buscam o bem comum.
O caminho que estamos fazendo
11. Frente a esta realidade que nos comove e interpela, queremos colocar em comum as respostas que temos dado a partir dos diversos âmbitos da pastoral social, respostas que, de modo geral, em parceria solidária com importantes grupos e redes da sociedade civil e movimentos sociais, e encaminham até a mudança das estruturas injustas da sociedade (cf. DA 383).
12. Temos encorajado os grupos de economia solidária e comércio justo, incentivado reflexões e propostas para uma autêntica responsabilidade social empresarial pois, como dizia João Paulo II, a empresa é, antes de tudo, uma comunidade de pessoas (cf. CA 43). Têm se feito vigorosos esforços diante dos governos para uma revisão e atualização de leis de migração nos distintos países, dando-lhes um enfoque de direitos humanos dos migrantes e refugiados e para implementar instrumentos internacionais tais como a Convenção para a proteção dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras migrantes e suas famílias. Da mesma forma, tem-se avançado na defesa dos direitos dos ciganos, na atenção a pessoas em situação de rua e a outros grupos itinerantes.
13. Consideramos importante fortalecer a Pastoral do Turismo para evangelizar esta realidade no crescimento contínuo, que exige um dinamismo particular para responder a desafios que se apresentam de modo contínuo.
14. Vem sendo trabalhada a construção de uma consciência comum dos desafios ambientais e ecológicos. Hoje se tem conhecimento de uma plataforma latino-americana para poder desenvolver estratégias pastorais comuns que contribuam para o saneamento urgente da criação (cf. Caritas in Veritate 50).
15. Têm-se realizado esforços pelo direito à saúde, sua promoção e a prevenção de enfermidades de maior urgência. Nesta ação social, é promovido o diálogo ecumênico, inter-religioso e com as autoridades civis.
16. Vem se trabalhando na defesa dos direitos das crianças e adolescentes com incidência em políticas públicas que reconheçam seus direitos.
17. Estão sendo dados passos na formação dos leigos e leigas para animar seu compromisso com a transformação da realidade nos âmbitos social, político, econômico, cultural, ecológico. Como cristãos e cristas, temos buscado intensificar nossa presença entre os trabalhadores, trabalhadoras e suas organizações e animar nossa Igreja em seu compromisso por cauda da justiça, da paz, da solidariedade, e a participação para o bem comum.
18. Além disso, temos reforçado nossa presença nas prisões e a denúncia do modelo carcerário e do enfoque que propõe mais prisões como solução.
Cooperação entre a sociedade e a Igreja
19. Destacamos um novo papel da sociedade civil no resgate da fraternidade, da liberdade, da igualdade, tendo em conta que se dá um processo intercultural nas comunidades. A Igreja é chamada a ajudar na mediação entre a cultura globalizada e as expressões culturais na região.
20. Como cristãos, sentimo-nos desafiados a fazer todo o possível para mudar o rumo do mundo para o pleno respeito da dignidade humana, a acompanhar os que propõem novos modelos de desenvolvimento e convivência que favoreçam a integridade da pessoa. Precisamos voltar a ser o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5,13-16), para ajudar a transformar a partir de dentro as culturas e, especialmente, os estilos de vida consumistas predominantes. Cabe a nós trabalhar conjuntamente na formação das consciências e tornar a vida terrena mais digna do ser humano, para que todos, em Cristo, tenhamos vida e vida em plenitude (Jo 10,10).
21. A partir deste nosso compromisso com a edificação do Reino de Deus no mundo, oferecemos o serviço da formação na Doutrina Social da Igreja como “inestimável riqueza, que anima o testemunho e a ação solidária dos leigos e leigas, aqueles que se interessam cada vez mais por sua formação teológica, como verdadeiros missionários da caridade, e se esforçam por transformar de maneira efetiva o mundo segundo Cristo” (DA 99g).
Desafios de nossa realidade diante do desenvolvimento humano integral e solidário como horizonte para a Região
22. Aprofundar a orientação da Região para um processo de desenvolvimento humano integral e solidário, que tenha como base o cuidado da criação e como ponto de partida dos esforços das populações empobrecidas e excluídas para sair destas situações de pobreza e exclusão através de múltiplas formas de solidariedade econômica e em outros âmbitos mencionados. É necessário articular-se com esforços de responsabilidade social empresarial, de políticas públicas inclusivas, de processos internacionais de globalização da solidariedade.
23. Desenvolver estratégias pastorais que permitam recuperar o olhar da fé sobre a criação e o crescimento de uma consciência de mudança nos padrões de desenvolvimento econômico e de consumo a modos sustentáveis, que preservem a qualidade de nossos ecossistemas, através da incidência na política nacional e internacional, partido de nossas comunidades locais. É necessário promover estilos de vida sóbrios e simples, com hábitos saudáveis.
24. Quanto às políticas migratórias, abrir definitivamente as fronteiras de nossos países, que todos e todas sejam reconhecidos cidadãos da América Latina e do Caribe como pátria comum. Continuar os esforços de garantir acesso universal à saúde e à formação e educação permanente nele.
25. É urgente repensar o direito ao trabalho, considerando-o não como problema do mercado, mas do Estado e da sociedade, como um problema de cidadania, do exercício de seus direitos e capacidades. O trabalho digno, decente, é uma das melhores ferramentas para libertar os cidadãos do temor da pobreza, de todo tipo de dependência. A valorização do trabalho é elemento central do desenvolvimento solidário.
26. Reorganizar a ação social e a pastoral carcerária em nível regional e continental a fim de indicar, com maior efetividade, o modelo de desenvolvimento integral humano, questionando com mais força o atual modelo de desumanização carcerária a partir do enfoque da dignidade das pessoas.
Como discípulos missionários de Jesus Cristo, nos comprometemos a contribuir para a construção de projetos de nações justas, solidárias e em paz para o desenvolvimento humano, integral, solidário e inclusivo.
Damos graças a Deus pelo caminho feito e pedimos perdão por aquilo que nos impede de viver como Discípulos Missionários no mundo. Imploramos sabedoria e fortaleza para impulsionar a Missão Continental da Igreja da América Latina e Caribe nos distintos âmbitos da sociedade.
Renovamos nossa confiança no grande carinho da Virgem Maria de Guadalupe por todos seus filhos e filhas deste Continente e nos recolhemos à sua maternal proteção.
Bogotá, fevereiro de 2011
Tradução: Assessoria de Imprensa/CNBB
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
09:51
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Papa Bento XVI divulga mensagem para a Quaresma 2011
A partir da quarta-feira de cinzas, dia 9 de março, a Igreja inicia o tempo da Quaresma, em preparação à Páscoa. O papa Bento XVI divulgou na manhã de hoje, terça-feira, 22, a Mensagem para Quaresma 2011. Na mensagem, o papa cita a importância do Batismo na vida do cristão e a Quaresma, como ocasião para essa reflexão.
“Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”, diz Bento XVI, num dos trechos da mensagem.
O Papa ressalta a relevância do Batismo como sendo uma atual fonte de conversão: “O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo”.
No texto, o papa afirma ainda a importância da palavra de Deus como direção para viver “com o devido empenho este tempo litúrgico precioso. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?”.
“Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo”, assim termina a mensagem do papa Bento XVI para a Quaresma 2011.
Leia o texto na íntegra:
“Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes” (cf. Cl 2, 12).
Amados irmãos e irmãs!
A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).
1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Batismo, quando, “tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo” iniciou para nós “a aventura jubilosa e exaltante do discípulo” (Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010).
São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo», é comunicada gratuitamente ao homem.
O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa “conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos” (Fl 3, 10- 11). O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.
Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De fato, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8,).
Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência.
2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é batizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.
O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição dos homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é ativo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.
O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5).
É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor. O pedido de Jesus à Samaritana: “Dá-Me de beber” (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da “água a jorrar para a vida eterna” (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos “verdadeiros adoradores” capazes de rezar ao Pai “em espírito e verdade” (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, “enquanto não repousar em Deus”, segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.
O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: ”Tu crês no Filho do Homem?”. “Creio, Senhor” (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como “filho da luz”.
Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: “Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?” (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: “Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27).
A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência:
Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança. O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos “da água e do Espírito Santo”, e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos.
3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a “terra”, que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a “palavra da Cruz” manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus cáritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).
No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida.
Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.
Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciamos no dia do Batismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que “as suas palavras não passarão” (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele “que ninguém nos poderá tirar” (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.
Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela ação do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.
Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas ações. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.
Vaticano, 4 de Novembro de 2010
BENEDICTUS PP XVI
“Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”, diz Bento XVI, num dos trechos da mensagem.
O Papa ressalta a relevância do Batismo como sendo uma atual fonte de conversão: “O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo”.
No texto, o papa afirma ainda a importância da palavra de Deus como direção para viver “com o devido empenho este tempo litúrgico precioso. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?”.
“Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo”, assim termina a mensagem do papa Bento XVI para a Quaresma 2011.
Leia o texto na íntegra:
“Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes” (cf. Cl 2, 12).
Amados irmãos e irmãs!
A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).
1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Batismo, quando, “tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo” iniciou para nós “a aventura jubilosa e exaltante do discípulo” (Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010).
São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo», é comunicada gratuitamente ao homem.
O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa “conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos” (Fl 3, 10- 11). O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.
Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos batismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De fato, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8,).
Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência.
2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é batizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.
O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição dos homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é ativo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.
O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5).
É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor. O pedido de Jesus à Samaritana: “Dá-Me de beber” (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da “água a jorrar para a vida eterna” (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos “verdadeiros adoradores” capazes de rezar ao Pai “em espírito e verdade” (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, “enquanto não repousar em Deus”, segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.
O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: ”Tu crês no Filho do Homem?”. “Creio, Senhor” (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como “filho da luz”.
Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: “Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?” (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: “Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27).
A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência:
Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança. O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos “da água e do Espírito Santo”, e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos.
3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Batismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a “terra”, que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a “palavra da Cruz” manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus cáritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).
No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida.
Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.
Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciamos no dia do Batismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que “as suas palavras não passarão” (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele “que ninguém nos poderá tirar” (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.
Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela ação do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.
Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas ações. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.
Vaticano, 4 de Novembro de 2010
BENEDICTUS PP XVI
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
09:50
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Dom Eugênio Rixen fala sobre o 5º Seminário Nacional de Catequese Junto à Pessoa com Deficiência
A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB procura dar uma formação catequética para todas as pessoas, sem distinção, inclusive às pessoas com deficiência. Foi pensando nisso que a Comissão está promovendo o 5º Seminário Nacional de Catequese Junto à Pessoa com Deficiência.
O evento acontecerá em São Paulo, de 25 a 27 de março, no Centro de Pastoral Santa Fé, com o tema: A Igreja e a Pessoa com Deficiência.
O presidente da Comissão, dom Eugênio Rixen falou um pouco dessa formação catequética e convida a todos a participar desse importante seminário.
O evento acontecerá em São Paulo, de 25 a 27 de março, no Centro de Pastoral Santa Fé, com o tema: A Igreja e a Pessoa com Deficiência.
O presidente da Comissão, dom Eugênio Rixen falou um pouco dessa formação catequética e convida a todos a participar desse importante seminário.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
09:49
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
COMEMORAÇÕES
Nascimento
· Dom José Lima, Bispo Emérito de Sete Lagoas – MG, 1924
Ordenação Episcopal
· Dom José Alves da Costa, DC, Bispo Emérito de Corumbá – MS, 1986 (25 anos)
· Dom Manoel João Francisco, Bispo de Chapecó – SC, 1999
Ordenação Presbiteral
· Dom Augusto Alves da Rocha, Bispo Emérito de Floriano – PI, 1960
· Dom José Alves da Costa, DC, Bispo Emérito de Corumbá – MS, 1965
· Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo de Manaus – AM, 1960
· Dom Oneres Marchiori, Administrador Apostólico de Caçador – PR, Bispo Emérito de Lages – SC, 1960
· Dom José Lima, Bispo Emérito de Sete Lagoas – MG, 1924
Ordenação Episcopal
· Dom José Alves da Costa, DC, Bispo Emérito de Corumbá – MS, 1986 (25 anos)
· Dom Manoel João Francisco, Bispo de Chapecó – SC, 1999
Ordenação Presbiteral
· Dom Augusto Alves da Rocha, Bispo Emérito de Floriano – PI, 1960
· Dom José Alves da Costa, DC, Bispo Emérito de Corumbá – MS, 1965
· Dom Luiz Soares Vieira, Arcebispo de Manaus – AM, 1960
· Dom Oneres Marchiori, Administrador Apostólico de Caçador – PR, Bispo Emérito de Lages – SC, 1960
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
09:39
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Anuário Pontifício 2011 aponta crescimento no número de católicos no mundo
Fonte: CNBB
O Anuário Pontifício, edição 2011, foi apresentado ao papa Bento XVI, na manhã de sábado, no Vaticano, pelo secretário de Estado, cardeal Tarcísio Bertone e pelo substituto para assuntos gerais do Vaticano, dom Fernando Filoni. A edição 2011 revela que o número de católicos no mundo aumentou 1,7% entre 2008 e 2009, com mais 15 milhões de batizados, principalmente na África e na Ásia.
Os dados do Anuário Pontifício mostram que há 1,18 bilhões de católicos no mundo e quase metade, 49,4%, vive no Continente Americano.
Na Europa, a população católica corresponde a 24%, praticamente metade do número de fieis presentes nas Américas.
Os bispos também aumentaram. Dos 5002 em 2008 passou para 5056 em 2009, um aumento de 1,3 %.
O número de padres também aumentou, de 405.178 em 2000 para 410.593 em 2009. O Anuário mostra também que o número de diáconos permanentes teve um crescimento de 2,5 por cento, passando de ser 37.203 em 2008 para 38.155 em 2009.
Quantos às religiosas, o seu número diminuiu, de 739 mil para 729 mil, em apenas num ano. Apesar disto as vocações aumentam na África e Ásia.
Os seminaristas aumentaram em 0,82%, passando de ser 117.978 em 2009. Grande parte do aumento também se deve à África e Ásia, com um ritmo de crescimento de em média de 2,2% a 2,39%, respectivamente. No mesmo período a Europa e América diminuíram suas porcentagens em 1,64 e 0,17%, respectivamente.
O Anuário Pontifício, edição 2011, foi apresentado ao papa Bento XVI, na manhã de sábado, no Vaticano, pelo secretário de Estado, cardeal Tarcísio Bertone e pelo substituto para assuntos gerais do Vaticano, dom Fernando Filoni. A edição 2011 revela que o número de católicos no mundo aumentou 1,7% entre 2008 e 2009, com mais 15 milhões de batizados, principalmente na África e na Ásia.
Os dados do Anuário Pontifício mostram que há 1,18 bilhões de católicos no mundo e quase metade, 49,4%, vive no Continente Americano.
Na Europa, a população católica corresponde a 24%, praticamente metade do número de fieis presentes nas Américas.
Os bispos também aumentaram. Dos 5002 em 2008 passou para 5056 em 2009, um aumento de 1,3 %.
O número de padres também aumentou, de 405.178 em 2000 para 410.593 em 2009. O Anuário mostra também que o número de diáconos permanentes teve um crescimento de 2,5 por cento, passando de ser 37.203 em 2008 para 38.155 em 2009.
Quantos às religiosas, o seu número diminuiu, de 739 mil para 729 mil, em apenas num ano. Apesar disto as vocações aumentam na África e Ásia.
Os seminaristas aumentaram em 0,82%, passando de ser 117.978 em 2009. Grande parte do aumento também se deve à África e Ásia, com um ritmo de crescimento de em média de 2,2% a 2,39%, respectivamente. No mesmo período a Europa e América diminuíram suas porcentagens em 1,64 e 0,17%, respectivamente.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
09:16
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Brasil: Missa lembra vítimas das chuvas
Lisboa, 09 Fev (ECCLESIA) – O bispo da diocese brasileira de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, vai presidir a uma Missa, no próximo dia 12, recordando as vítimas das chuvas que, há cerca de um mês, provocaram centenas de mortos.
Segundo o site oficial da Diocese, D. Filippo Santoro vai celebrar, no sábado, a missa do 30.º dia pelas vítimas do Vale do Cuiabá (Petrópolis e no domingo por todas as vítimas das cidades atingidas pela chuva do dia 12 de Janeiro, na Catedral São Pedro de Alcântara, em Petrópolis.
Entretanto, iniciaram-se as celebrações com a a presença da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que ali chegou proveniente de Portugal.
A imagem vai visitar as cidades atingidas pela chuva em Janeiro: Petrópolis, Areal, São José do Vale do Rio Preto e Teresópolis.
OC
Segundo o site oficial da Diocese, D. Filippo Santoro vai celebrar, no sábado, a missa do 30.º dia pelas vítimas do Vale do Cuiabá (Petrópolis e no domingo por todas as vítimas das cidades atingidas pela chuva do dia 12 de Janeiro, na Catedral São Pedro de Alcântara, em Petrópolis.
Entretanto, iniciaram-se as celebrações com a a presença da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que ali chegou proveniente de Portugal.
A imagem vai visitar as cidades atingidas pela chuva em Janeiro: Petrópolis, Areal, São José do Vale do Rio Preto e Teresópolis.
OC
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
16:54
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Vaticano: Bento XVI sublinha importância de vida «moralmente coerente»
Papa lembra que existência cristã só cresce quando é alimentada pela participação na missa e oração pessoal diária
Cidade do Vaticano, 09 Fev (Ecclesia) – Bento XVI fez hoje um apelo à oração diária dos católicos e à sua participação na missa dominical, salientando que a vida cristã e a evangelização dependem também de uma vida “moralmente coerente”.
“No meio das mil actividades e dos múltiplos estímulos que nos rodeiam, é necessário encontrar a cada dia momentos de recolhimento” diante de Deus, “para o escutar e falar com Ele”, acentuou o Papa durante a audiência geral realizada esta manhã no Vaticano.
Para Bento XVI, “a vida cristã não cresce se não é alimentada pela participação na Liturgia, de modo particular na santa missa dominical, e pela oração pessoal diária”.
O “ministério apostólico é incisivo e produz frutos de salvação nos corações” só quando o pregador está “estreitamente unido” a Cristo através da “fé no seu evangelho e na sua Igreja”.
O anúncio deve também assentar numa vida “moralmente coerente” e na “oração incessante”, sublinhou o Papa, acrescentando que estas orientações são válidas para todas as pessoas que queiram “viver com empenho e fidelidade a sua adesão a Cristo”.
A catequese desta quarta-feira foi dedicada a Pedro Canísio (1521-1597), jesuíta de cujos escritos se destacam três Catecismos compostos entre 1555 e 1558 “sob a forma de breves perguntas e respostas”.
Uma das características do ‘Segundo Apóstolo da Alemanha’ foi “saber compor harmoniosamente a fidelidade aos princípios dogmáticos com o respeito devido a cada pessoa, tanto que alguns descobrem nos seus ensinamentos os traços de uma primeira formulação do direito à liberdade religiosa”, recordou o Papa.
Marcado por uma “austera espiritualidade”, o religioso da Companhia de Jesus “estabeleceu nos países germânicos uma rede de comunidades da sua Ordem, especialmente colégios, que foram ponto de partida para a reforma católica”.
O santo nascido na cidade holandesa de Nimega interveio em 1562 no concílio realizado na cidade italiana de Trento, encontro de onde surgiu a chamada ‘contra-reforma’, uma reacção do catolicismo à ruptura face a Roma protagonizada por protestantes e anglicanos.
“Num momento histórico de fortes contrastes confessionais”, Pedro Canísio evitou “a aspereza e a retórica da ira – coisa bastante rara àquele tempo nas discussões entre cristãos, de uma e outra parte”, procurando ressaltar as “raízes espirituais” e a “revitalização de todo o corpo da Igreja”, lembrou Bento XVI.
Durante a sua intervenção, o Papa assinalou que Pedro Canísio ocupou-se “incansavelmente na adequada formação teológica dos sacerdotes, assim como da reforma religiosa e moral do povo por meio de uma série de iniciativas pastorais, entre as quais se incluem a assistência nos hospitais e prisões”.
Pedro Canísio morreu na Suíça, tendo sido canonizado e proclamado doutor da Igreja em 1925, pelo Papa Pio XI.
“Amados peregrinos de língua portuguesa, para todos a minha saudação amiga e encorajadora!”, disse o Papa pouco antes do encerramento da audiência.
“Antes de vós – prosseguiu – veio peregrino a Roma Pedro Canísio para invocar a intercessão dos Apóstolos São Pedro e São Paulo sobre a missão que lhe fora confiada na Alemanha, o seu campo de apostolado mais longo”.
“Como ele, todos nós, cristãos, somos enviados a evangelizar, mas para isso precisamos de permanecer unidos com Jesus e com a Igreja”, exortou Bento XVI.
RM
Cidade do Vaticano, 09 Fev (Ecclesia) – Bento XVI fez hoje um apelo à oração diária dos católicos e à sua participação na missa dominical, salientando que a vida cristã e a evangelização dependem também de uma vida “moralmente coerente”.
“No meio das mil actividades e dos múltiplos estímulos que nos rodeiam, é necessário encontrar a cada dia momentos de recolhimento” diante de Deus, “para o escutar e falar com Ele”, acentuou o Papa durante a audiência geral realizada esta manhã no Vaticano.
Para Bento XVI, “a vida cristã não cresce se não é alimentada pela participação na Liturgia, de modo particular na santa missa dominical, e pela oração pessoal diária”.
O “ministério apostólico é incisivo e produz frutos de salvação nos corações” só quando o pregador está “estreitamente unido” a Cristo através da “fé no seu evangelho e na sua Igreja”.
O anúncio deve também assentar numa vida “moralmente coerente” e na “oração incessante”, sublinhou o Papa, acrescentando que estas orientações são válidas para todas as pessoas que queiram “viver com empenho e fidelidade a sua adesão a Cristo”.
A catequese desta quarta-feira foi dedicada a Pedro Canísio (1521-1597), jesuíta de cujos escritos se destacam três Catecismos compostos entre 1555 e 1558 “sob a forma de breves perguntas e respostas”.
Uma das características do ‘Segundo Apóstolo da Alemanha’ foi “saber compor harmoniosamente a fidelidade aos princípios dogmáticos com o respeito devido a cada pessoa, tanto que alguns descobrem nos seus ensinamentos os traços de uma primeira formulação do direito à liberdade religiosa”, recordou o Papa.
Marcado por uma “austera espiritualidade”, o religioso da Companhia de Jesus “estabeleceu nos países germânicos uma rede de comunidades da sua Ordem, especialmente colégios, que foram ponto de partida para a reforma católica”.
O santo nascido na cidade holandesa de Nimega interveio em 1562 no concílio realizado na cidade italiana de Trento, encontro de onde surgiu a chamada ‘contra-reforma’, uma reacção do catolicismo à ruptura face a Roma protagonizada por protestantes e anglicanos.
“Num momento histórico de fortes contrastes confessionais”, Pedro Canísio evitou “a aspereza e a retórica da ira – coisa bastante rara àquele tempo nas discussões entre cristãos, de uma e outra parte”, procurando ressaltar as “raízes espirituais” e a “revitalização de todo o corpo da Igreja”, lembrou Bento XVI.
Durante a sua intervenção, o Papa assinalou que Pedro Canísio ocupou-se “incansavelmente na adequada formação teológica dos sacerdotes, assim como da reforma religiosa e moral do povo por meio de uma série de iniciativas pastorais, entre as quais se incluem a assistência nos hospitais e prisões”.
Pedro Canísio morreu na Suíça, tendo sido canonizado e proclamado doutor da Igreja em 1925, pelo Papa Pio XI.
“Amados peregrinos de língua portuguesa, para todos a minha saudação amiga e encorajadora!”, disse o Papa pouco antes do encerramento da audiência.
“Antes de vós – prosseguiu – veio peregrino a Roma Pedro Canísio para invocar a intercessão dos Apóstolos São Pedro e São Paulo sobre a missão que lhe fora confiada na Alemanha, o seu campo de apostolado mais longo”.
“Como ele, todos nós, cristãos, somos enviados a evangelizar, mas para isso precisamos de permanecer unidos com Jesus e com a Igreja”, exortou Bento XVI.
RM
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
16:52
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Aborto: Mais de 5000 assinaturas para mudar legislação Petição pede regulamentação que permita consentimento realmente informado e planos de apoio.
isboa, 09 Fev (Ecclesia) – Uma petição promovida pela Federação Portuguesa pela Vida (FPV) recolheu mais de 5400 assinaturas para mudar a regulamentação da lei do aborto, em vigor há quatro anos.
Os signatários do documento consideram ser necessário “rever, para já, a regulamentação da prática do aborto por forma a saber se o consentimento foi realmente informado e a garantir planos de apoio alternativos ao aborto”.
A petição «Vemos, ouvimos e lemos – não podemos ignorar» vai ser entregue hoje ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
“Volvidos quatro anos, assistimos a uma realidade dramática que deixa mulheres e homens cada vez mais sós e abandonados à sua sorte”, pode ler-se.
O texto afirma que “todos os profissionais de saúde (independentemente da objecção de consciência)” devem poder “intervir no processo de aconselhamento a grávidas”.
A FPV pede à Assembleia da República que “reconheça o flagelo do aborto que, de norte a sul, varre o País desde há quatro anos, destruindo crianças, mulheres, famílias, e a economia, gerando desemprego e depressão”.
No documento são pedidas “medidas legislativas” para “proteger a vida humana desde a concepção, a maternidade e os mais carenciados na verdadeira solidariedade social”.
Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a presidente da FPV, Isilda Pegado, afirma que os últimos quatro anos foram “de confirmação de uma decisão errada cujas causas, um dia, se hão-de apurar”, aludindo ao referendo que abriu caminho à despenalização do aborto em Portugal, realizado no dia 11 de Fevereiro de 2007.
“Não podemos baixar os braços e, por isso, a defesa da vida tem de se fazer em todas as circunstâncias e em todos os momentos”, acrescenta.
A petição está disponível online.
OC
Os signatários do documento consideram ser necessário “rever, para já, a regulamentação da prática do aborto por forma a saber se o consentimento foi realmente informado e a garantir planos de apoio alternativos ao aborto”.
A petição «Vemos, ouvimos e lemos – não podemos ignorar» vai ser entregue hoje ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
“Volvidos quatro anos, assistimos a uma realidade dramática que deixa mulheres e homens cada vez mais sós e abandonados à sua sorte”, pode ler-se.
O texto afirma que “todos os profissionais de saúde (independentemente da objecção de consciência)” devem poder “intervir no processo de aconselhamento a grávidas”.
A FPV pede à Assembleia da República que “reconheça o flagelo do aborto que, de norte a sul, varre o País desde há quatro anos, destruindo crianças, mulheres, famílias, e a economia, gerando desemprego e depressão”.
No documento são pedidas “medidas legislativas” para “proteger a vida humana desde a concepção, a maternidade e os mais carenciados na verdadeira solidariedade social”.
Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a presidente da FPV, Isilda Pegado, afirma que os últimos quatro anos foram “de confirmação de uma decisão errada cujas causas, um dia, se hão-de apurar”, aludindo ao referendo que abriu caminho à despenalização do aborto em Portugal, realizado no dia 11 de Fevereiro de 2007.
“Não podemos baixar os braços e, por isso, a defesa da vida tem de se fazer em todas as circunstâncias e em todos os momentos”, acrescenta.
A petição está disponível online.
OC
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
16:49
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Manifestantes pedem paralisação das obras da Usina Belo Monte
Diversas lideranças indígenas, ribeirinhos, agricultores, pescadores e moradores da Região do Xingu protestaram nesta terça-feira, 8, em Brasília contra a construção da Usina hidrelétrica em Belo Monte, região do Xingu. Os manifestantes, que exigem a paralisação da obra, foram recebidos pelo Secretário Geral da República, Rogério Sottilli, a quem entregaram uma carta endereçada à presidente, Dilma Rousseff.
Na carta, as lideranças pedem a paralisação do processo de licenciamento da obra, cujo investimento está avaliado em cerca de R$ 19 bilhões e, quando pronta, seria a terceira maior hidrelétrica do mundo. Exigem também que o governo federal avalie outra carta assinada por cerca de 30 especialistas de universidades brasileiras, como Federal do Rio, Federal do Pará e Universidade de São Paulo, com argumentos científicos que desaconselham a obra.
O documento entregue a Sottili, que também reivindica maior participação da sociedade civil nos projetos energéticos nacionais, tem 604 mil assinaturas.
“Quero que vocês vejam o Governo como um parceiro. Podemos não chegar a um consenso, mas vamos construir as políticas por meio do diálogo” disse Sottili.
O bispo da prelazia de Xingu e presidente do Cimi, dom Erwin Krautler enviou mensagem confirmando sua posição contra a Usina Belo Monte. “Não aceitamos que o nosso maravilhoso Xingu e outros rios da Amazônia sejam sacrificados por barragens que atingem profundamente milhares de famílias, constituem um dano irreparável para o meio-ambiente e, além disso, são economicamente desaconselháveis“, disse o bispo em carta.
A manifestação fez parte da programação do Seminário sobre a Usina hidrelétrica de Belo Monte e a Questão indígena, realizado na segunda-feira, 7, na Universidade de Brasília (UnB) e contou com a participação de representantes do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), entre outros.
Seminário
A vice-procuradora geral da República, Débora Duprat, durante o seminário que aconteceu na segunda-feira, 7, criticou o empreendimento por não considerar um estudo de impacto ambiental. "Quando foram inauguradas as audiências públicas, não havia um estudo de impacto ambiental porque não havia um estudo sério e consistente sobre o meio antrópico. Isso é uma farsa de todo o processo democrático que inspira o processo de licenciamento", disse a vice-procuradora.
A emblemática liderança da tribo Kayapó, Megaron Txucarramãe declarou ser contra qualquer tipo de negociação. “Mesmo que a Eletronorte ou a Dilma encha essa sala de dinheiro, eu não vou aceitar Belo Monte, porque o dinheiro não paga o lugar que será inundado, porque será inundado para sempre e isso eu não quero! Vou sempre falar não, não e não! Essa é a nossa posição!”, afirmou Megaron.
Na carta, as lideranças pedem a paralisação do processo de licenciamento da obra, cujo investimento está avaliado em cerca de R$ 19 bilhões e, quando pronta, seria a terceira maior hidrelétrica do mundo. Exigem também que o governo federal avalie outra carta assinada por cerca de 30 especialistas de universidades brasileiras, como Federal do Rio, Federal do Pará e Universidade de São Paulo, com argumentos científicos que desaconselham a obra.
O documento entregue a Sottili, que também reivindica maior participação da sociedade civil nos projetos energéticos nacionais, tem 604 mil assinaturas.
“Quero que vocês vejam o Governo como um parceiro. Podemos não chegar a um consenso, mas vamos construir as políticas por meio do diálogo” disse Sottili.
O bispo da prelazia de Xingu e presidente do Cimi, dom Erwin Krautler enviou mensagem confirmando sua posição contra a Usina Belo Monte. “Não aceitamos que o nosso maravilhoso Xingu e outros rios da Amazônia sejam sacrificados por barragens que atingem profundamente milhares de famílias, constituem um dano irreparável para o meio-ambiente e, além disso, são economicamente desaconselháveis“, disse o bispo em carta.
A manifestação fez parte da programação do Seminário sobre a Usina hidrelétrica de Belo Monte e a Questão indígena, realizado na segunda-feira, 7, na Universidade de Brasília (UnB) e contou com a participação de representantes do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), entre outros.
Seminário
A vice-procuradora geral da República, Débora Duprat, durante o seminário que aconteceu na segunda-feira, 7, criticou o empreendimento por não considerar um estudo de impacto ambiental. "Quando foram inauguradas as audiências públicas, não havia um estudo de impacto ambiental porque não havia um estudo sério e consistente sobre o meio antrópico. Isso é uma farsa de todo o processo democrático que inspira o processo de licenciamento", disse a vice-procuradora.
A emblemática liderança da tribo Kayapó, Megaron Txucarramãe declarou ser contra qualquer tipo de negociação. “Mesmo que a Eletronorte ou a Dilma encha essa sala de dinheiro, eu não vou aceitar Belo Monte, porque o dinheiro não paga o lugar que será inundado, porque será inundado para sempre e isso eu não quero! Vou sempre falar não, não e não! Essa é a nossa posição!”, afirmou Megaron.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
15:58
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Equipe da Campanha Missionária prepara DVD
Um DVD está sendo preparado pela equipe encarregada pela elaboração do material para a Campanha Missionária de outubro de 2011, coordenada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM).
Inspirado no tema central "Missão na Ecologia", o material deve ser produzido pela Verbo Filmes e trará reflexões sobre “zelar pelos recursos da natureza”, “A defesa da Amazônia” e “A luta contra o mau uso das obras de Deus”.
“Missão é encantar-se com as obras de Deus, mas infelizmente, essa maravilha está sendo maltratada, por isso a segunda reflexão será sobre a indignação pela profanação dessas obras", o secretário da Pontifícia União Missionária, padre Sávio Corinaldesi, que apresentou os temas dos dias da Novena Missionária que servirão de base para o DVD.
Para monsenhor Daniel Lagni, que coordenou os trabalhos, o objetivo é levar as pessoas e as comunidades a se comprometerem com a Missão na Ecologia através de gestos concretos e mudanças de comportamento diante da crise ecológica atual.
Uma pesquisa realizada pelas POM nas 270 dioceses do Brasil, sobre o material da Campanha Missionária 2010, considerou a produção da Novena em DVD um sucesso que popularizou o tema.
Outra iniciativa que ganha força é a inserção, ao longo do mês de outubro, das orações dos fiéis e algumas reflexões sobre o tema da Campanha nos principais folhetos litúrgicos editados no Brasil.
O encontro para a programação do DVD foi realizada no dia 31 de janeiro, na sede da POM, em Brasília.
Inspirado no tema central "Missão na Ecologia", o material deve ser produzido pela Verbo Filmes e trará reflexões sobre “zelar pelos recursos da natureza”, “A defesa da Amazônia” e “A luta contra o mau uso das obras de Deus”.
“Missão é encantar-se com as obras de Deus, mas infelizmente, essa maravilha está sendo maltratada, por isso a segunda reflexão será sobre a indignação pela profanação dessas obras", o secretário da Pontifícia União Missionária, padre Sávio Corinaldesi, que apresentou os temas dos dias da Novena Missionária que servirão de base para o DVD.
Para monsenhor Daniel Lagni, que coordenou os trabalhos, o objetivo é levar as pessoas e as comunidades a se comprometerem com a Missão na Ecologia através de gestos concretos e mudanças de comportamento diante da crise ecológica atual.
Uma pesquisa realizada pelas POM nas 270 dioceses do Brasil, sobre o material da Campanha Missionária 2010, considerou a produção da Novena em DVD um sucesso que popularizou o tema.
Outra iniciativa que ganha força é a inserção, ao longo do mês de outubro, das orações dos fiéis e algumas reflexões sobre o tema da Campanha nos principais folhetos litúrgicos editados no Brasil.
O encontro para a programação do DVD foi realizada no dia 31 de janeiro, na sede da POM, em Brasília.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
15:54
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)