quinta-feira, 22 de novembro de 2012

E por falar em música...

Guido d´Arezzo 

Feliz dia dos músicos para todos. Principalmente os que tocam na igreja. Mas sabiam que se você hoje toca em seus instrumentos notas como Do Ré Mi Fá Sol Lá Si, deve muito a um monge beneditino chamado Guido d´Arezzo (992 — 1050)? Não? Sim? Ele (foto) era regente do coro da Catedral de Arezzo (Toscana), província de seu nascimento, criou as notas musicais com os nomes que conhecemos hoje: dó, ré, mi, fá,sol, lá e si (antes, ut, re, mi, fa, sol, la e san), baseando-se em um texto sagrado em latim do hino a São João Batista:

Ut queant laxis
REsonare fibris
MIra gestorum
FAmuli tuorum
SOLlve polluti
LAbii reatum
Sancte Ioannes

Que significa:

"Para que teus grandes servos, possam ressoar claramente a maravilha dos teus feitos, limpe nossos lábios impuros, ó São João."

O nome da sétima nota da escala, SI, foi estabelecido no século XV, com as iniciais das duas últimas palavras do último verso. Quanto a primeira nota posteriormente foi modificada para DÓ, na maioria dos países da Europa e no Novo Mundo, com o intuito de facilitar a comprensão e a entonação nesses lugares. Ele criou a pauta de quatro linhas, em conjunto com os neumas que passaram a indicar com precisão, além da direção melódica, os intervalos, Guido fazia uso de claves para indica o ponto de referência, os neumas passaram a ter as extremidades mais grossas afim de facilitar a identificação do ponto de partida e ponto de chegada. E a Guido d'Arezzo é também atribuída a invenção da "Mão Guidoniana", um sistema mnemônico usado para o ensino da leitura musical, em que os nomes das notas correspondiam a partes da mão humana. A contribuição de Guido d´Arezzo a musica é apenas uma parte das muitas participações e contribuições da Igreja Católica na história da música e, por conseguinte, na teoria musical. Curioso e Interessante, não?

De qualquer forma, Santa Cecília, Rogai por todos os músicos.

Santa do Dia - Santa Cecília


Wikipedia 
St cecilia guido reni.jpg
Santa Cecília é uma santa cristã, padroeira dos músicos pois quando ela estava morrendo, ela cantou a Deus. Não se tem muitas informações sobre a sua vida. É provável que,tenha sido martirizada entre 176 e 180, sob o império de Marco Aurélio. Escavações arqueológicas não deixam dúvidas, sobre a existência, mas sua história só foi registrada no século V, na narrativa Paixão de Santa Cecília.
Segundo este relato, Cecília seria da "nobre família romana dos Metelos, filha de senador romano e cristã desde a infância".Ela foi dada em casamento,contra a vontade,a um jovem chamado Valeriano. Se bem que tivesse alegado os motivos que a levavam a não aceitar este contrato, a vontade dos pais se impôs de maneira a tornar-lhe inútil qualquer resistência. Assim se marcaria o dia do casamento e tudo estava preparado para a grande cerimônia. Da alegria geral que estampava nos rostos de todos, só Cecília fazia exceção. A túnica dourada e alvejante peplo que vestia não deixavam adivinhar que por baixo existia o cilício, e no coração lhe reinasse a tristeza.
Estando só com o noivo, disse-lhe, Cecília com toda a amabilidade e não menos firmeza: “Valeriano, acho-me sob a proteção direta de um Anjo que me defende e guarda minha virgindade. Não queiras, portanto, fazer coisa alguma contra mim, o que provocaria a ira de Deus contra ti”. A estas palavras, incompreensíveis para um pagão, Cecília fez seguir a declaração de ser cristã e obrigada por um voto que tinha feito a Deus de guardar a pureza virginal.
Disse-lhe mais: que a fidelidade ao voto trazia a bênção, a violação, porém, o castigo de Deus. Valeriano,ficou "vivamente impressionado" com as declarações da noiva, respeitou-lhe a virgindade, converteu-se e recebeu o batismo naquela mesma noite. Valeriano relatou ao irmão Tibúrcio o que tinha se passado e conseguiu que também ele se tornasse cristão.
Turcius Almachius, prefeito de Roma, "teve conhecimento da conversão do dois irmãos. Citou-os perante o tribunal e exigiu peremptoriamente que abandonassem, sob pena de morte, a religião que tinham abraçado. Diante da recusa formal, foram condenados à morte e decapitados". Também Cecília, " teve de comparecer na presença do juiz. Antes de mais nada, foi intimada a revelar onde se achavam escondidos os tesouros dos dois sentenciados. Cecília respondeu-lhe que os sabia bem guardados, sem deixar perceber ao tirano que já tinham achado o destino nas mãos dos pobres. Almachius, mais tarde, cientificado deste fato, enfureceu-se e ordenou que Cecília fosse levada ao templo e obrigada a render homenagens aos deuses. De fato foi conduzida ao lugar determinado, mas com tanta convicção falou aos soldados da beleza da religião de Cristo que estes se declararam a seu favor, e prometeram abandonar o culto dos deuses."
Almachius, "vendo novamente frustrado seu estratagema, deu ordem para que Cecília fosse trancada na instalação balneária do seu próprio palacete e asfixiada pelos vapores d’água. Cecília teria sido então protegida milagrosamente, e embora a temperatura tivesse sido elevada a ponto de tornar-se intolerável, ela nada sofreu". Segundo outros mitos, a Santa "foi metida em um banho de água fervente do qual teria saído ilesa".
Almachius recorreu então à pena capital." Três golpes vibrou o algoz sem conseguir separar a cabeça do tronco. Cecília, mortalmente ferida, caiu por terra e ficou três dias nesta posição. Aos cristãos que a vinham visitar dava bons e caridosos conselhos. Ao Papa entregara todos os bens, com o pedido de distribuí-los entre os pobres. Outro pedido fora o de transformar a sua casa em igreja, o que se fez logo depois de sua morte". Foi enterrada na Catacumba de São Calisto.

Sono de Santa Cecília.

As diversas invasões dos godos e lombardos fizeram com que os Papas resolvessem a transladação de muitas relíquias de santos para igrejas de Roma. O corpo de Santa Cecília ficou muito tempo escondido, sem que lhe soubessem o jazigo.
Uma aparição da Santa ao Papa Pascoal I (817-824) trouxe luz sobre este ponto. Achou-se o caixão de cipreste que guardava as relíquias. O corpo, foi "encontrado intacto e na mesma posição em que tinha sido enterrado". O esquife foi "achado em um ataúde de mármore e depositado no altar de Santa Cecília". Ao lado da Santa acharam seu repouso os corpos de Valeriano, Tibúrcio e Máximo.
Em 1599, por ordem do Cardeal Sfondrati, foi aberto o túmulo de Santa Cecília e o corpo encontrado ainda na mesma posição descrita pelo papa Pascoal. O escultor Stefano Maderno que assim o viu, reproduziu em finíssimo mármore, em tamanho natural, a sua imagem.
A Igreja ocidental, como a oriental, têm grande veneração pela Mártir, cujo nome figura no cânon da Missa. O ofício de sua festa traz como antífona um tópico das atas do martírio de Santa Cecília, as quais afirmam que a Santa, nos festejos do casamento, ouvindo o som dos instrumentos musicais, teria elevado o coração a Deus nestas piedosas aspirações: “Senhor, guardai sem mancha meu corpo e minha alma, para que não seja confundida”. Desde o século XV, Santa Cecília é considerada padroeira da música sacra. Sua festa é celebrada no dia 22 de Novembro, dia da Música e dos Músicos.
Compositores eruditos importantes como Henry Purcell, Georg Friedrich Händel e Benjamin Britten escreveram composições em sua honra, apareceu em poesias de John Dryden, Alexander Pope e W. H. Auden, e músicos populares também fizeram referência a ela, como Paul Simon, David Byrne e Brian Eno.
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Nota do Blog: Santa Cecília, rogai por nós. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Testemunhas de Jeová não comemoram aniversários: como isso pode gerar depressão e até suicídio - Parte II


 Leniéverson Azeredo Gones
        
Jerry Bergman
    Jerry Bergman, psicólogo do Northwest State College EUA, desenvolveu um estudo acadêmico, disponível no site http://www.torresobvigia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1030438210, muito consistente sobre doenças mentais. Ex-testemunha de Jeová, Bergman, fez uma pesquisa, a partir de estatísticas de resultados variáveis colhidas em diferentes povos e em épocas distintas, assim, obtendo algumas conclusões impressionantes. Segundo ele, “a taxa de doenças mentais entre as Testemunhas de Jeová está consideravelmente acima da média”.            
Bergman afirma que as proibições impostas pela Watchtower alcançaram todas as áreas da vida da pessoa cobrindo-as minuciosamente ao extremo. Eles condenam todos os feriados e celebrações, exceto uma que eles chamam de “memorial”, e por gerações tem desencorajado a educação superior e o progresso nas carreiras (embora eles tenham relaxado estas regras recentemente). Perder uma de suas cinco reuniões semanais (as atividades da Watchtower tomam entre 20 a 30 horas por semana, se tem consciência disso), e gastar tempo com não Testemunhas (exceto no proselitismo – condutas fundamentalistas) é também condenado. Como resultado, é muito difícil para uma criança criada como uma Testemunha desenvolver-se como um adulto bem-ajustado socialmente.
Eles ensinam que os do mundo são maus, mesmo que eles pareçam amáveis, pois esta é mais uma das táticas de Satanás para seduzir os irmãos para deixar a Organização. Proibidas de se envolverem em relacionamentos sociais normais e em muitas atividades escolares as crianças Testemunhas de Jeová crescem solitárias.           Apesar de desvios entre elas serem comuns, não raro traz culpa e ambivalência. Em adição a isso, há outras questões – especialmente a recusa em saudar a bandeira ou celebrar feriados – que ‘via de regra’ provoca o menosprezo de seus semelhantes, o que obstrui o desenvolvimento social normal.
    A Watchtower ensina as Testemunhas à “não quererem nada” com os críticos e a “não serem curiosos sobre o que às pessoas, que não são Testemunhas dizem”. Eles ainda se põem em posição antagônica quando vão de porta em porta, e desta experiência eles geralmente desenvolvem paranoia  De fato, a esquizofrenia paranoica é extremamente comum entre eles.

Testemunhas de Jeová não comemoram aniversários: como isso pode gerar depressão e até suicídio.



 Leniéverson Azeredo com Agências de Noticias

 

      Há casos que muitas vezes pode acabar de forma desagradável, vejam esta matéria abaixo e vejam como extremismo doutrinário gera efeito perverso:

      Conflito religioso termina em tragédia em Campo Grande

     Filha de mãe Testemunha de Jeová, I.C., de 16 anos, cursava o 2º ano do Ensino Médio da Escola Padre João Grener, no Conjunto Estrela do Sul. A menina fazia parte de um projeto de dança e na noite de ontem telefonou para as amigas, chateada pelo fato de a mãe não ter autorizado a sua participação na apresentação cultural.
      Às 9 horas, a Polícia Militar foi acionada para ir até o residencial, onde a família mora. Por conta do conflito religioso a família enfrentou a tragédia.
     O pai, autônomo, acompanha os peritos que estão na residência, onde a menina estava sem vida. A suspeita é de que ela teria usado a arma do pai escondido e desferido um tiro no peito. Abalada, a mãe foi para a casa de uma vizinha. 
Fonte: Jornal News Sul – Campo Grande-MS

       Documentos da nossa mãe Igreja Católica, como Familiaris Consortio, por exemplo, ensina os pais a serem os “primeiros catequistas”, ensinando aos filhos os verdadeiros valores éticos e morais religiosos, mas a doutrina teológica moral é passada as crianças católicas através do testemunho de vida cristã e não por imposição. Diferente dos casais TJ´s, que forçam as crianças ensinos sectários, conduzindo-as muitas vezes a infelicidade e traumas quase indeléveis.E sair do “Novo Mundo” pode gerar conseqüências significativas, leiam este testemunho.
   “Meu nome é Andréia. Meus pais tornaram-se Testemunhas de Jeová em 1973, nasci em 1976, portanto, nasci "na verdade", assim como meus outros três irmãos. (....)Batizei-me aos 10 anos, junto com minha irmã de 11, em um congresso de Distrito em Belo Horizonte. Sempre fui zelosa, me esforçava para ser uma TJ perfeita.
      Hoje luto contra traumas emocionais profundos em decorrência da rígida formação como TJ. Hoje sofro profundamente por ter me desligado da Organização enquanto minha mãe, meu pai, minhas duas irmãs e meu irmão caçula ainda são TJ. (...)Um dia, logo quando comecei a duvidar, quando disse a meu pai que não tinha certeza se era realmente ser TJ o que eu queria, minha família foi à reunião e eu fiquei em casa, me sentindo péssima. Quando eles chegaram, meu irmãozinho, então com uns nove anos, abriu a porta do quarto e me disse com os olhos cheios de lágrimas: - "Se você deixar a religião eu nunca mais falo com você". Aquilo foi como uma faca no meu coração, eu e ele tínhamos uma relação de tanto amor... eu era (e sou) apaixonada pelo meu irmão, e hoje somos como dois estranhos (...) Aos 17 anos, depois de terminar o 2º grau, disse aos meus pais que queria fazer faculdade, eles acabaram concordando, desde que minha irmã fosse fazer o mesmo curso, e este curso fosse na faculdade que fica em uma cidade próxima à cidade onde eles moram. Fizemos o vestibular, passamos e fomos estudar. Durante a semana freqüentávamos as reuniões na cidade onde estudávamos e todos os fins de semana íamos para casa, e freqüentávamos a congregação de meus pais.

         Apesar de todos os esforços comecei a perceber que todos, nas duas congregações, nos tratavam como se fôssemos uma espécie de leprosos, pessoas com quem não era saudável conviver. (...)Aquilo me horrorizou por dentro, lembrei de todas as crianças, filhos de parentes, de amigos, ou de estranhos que eu conhecia,  e disse para mim mesma: um Deus de Amor não faria isto com criaturas inocentes que não tiveram a oportunidade de escolher o seu caminho. Nesta época, conheci o meu atual marido, que fazia o mesmo curso que eu e começamos a namorar. Uma pessoa maravilhosa, de mente aberta, amoroso, então eu decidi que não era ser TJ o que eu queria para minha vida. Falei para o meu pai, disse que queria me dissociar...
   Só quem já foi TJ pode entender o que isso significou em minha vida, na vida da minha família. Meu pai disse que jamais permitiria que outro filho fizesse faculdade, entre outros absurdos mais.
               Uma semana depois fui surpreendida ao ser convidada para uma conversa com os anciãos, que na verdade era uma comissão judicativa. Eles me interrogaram sobre minha relação com meu namorado, se tínhamos fornicado, se eu tinha medo de admitir isso e era por isso que eu queria sair. Eu deixei bem claros os motivos pelos quais EU NÃO QUERIA MAIS SER TJ, e que minha vida sexual se existia ou não era um assunto pessoal meu, do qual eu não iria falar com eles. Alguns dias depois, minha irmã me chamou para uma conversa entre irmãs, amigas que éramos, e eu então lhe disse que eu não era mais virgem. Dali ela foi diretamente falar para o meu pai (algo completamente desnecessário, eu já tinha 21 anos, sabia perfeitamente o que fazia com minha vida, e não queria mais este conflito com meu pai). O que aconteceu depois disso não sei exatamente, só sei que ao invés de ser dissociada como eu havia pedido, o anúncio foi dado nas congregações como desassociação. Incrível! Eu fui expulsa de um lugar de onde eu havia pedido para sair!!!
      A humilhação para mim e para minha família foi maior assim... Isto foi em 1997. Até hoje tenho pesadelos com o Armagedon! Hoje eu sou uma mulher de 27 anos, casada, tenho uma filha, um emprego público federal, que consegui em um concurso com mais de 180.000 inscritos em todo o país, e não consigo sequer comprar roupas para mim sozinha... Parece que uma coisa não tem relação com a outra, mais tem tudo a ver... Eu tenho dificuldades em me relacionar com as pessoas em meu trabalho, em minha vizinhança, sou ansiosa, me sinto inadequada em qualquer círculo social. POR QUE? Passei esta noite acordada e relembrando minha infância e adolescência... Foi doloroso... Doeu recordar como eu me sentia, sozinha em um canto na hora do recreio, na escola, porque eu não podia me relacionar com "mundanos"... a vergonha que eu sentia quando era aniversário de algum coleguinha do jardim de infância e eu ficava sentada e calada enquanto meus colegas cantavam parabéns... a ansiedade que eu sentia na 1ª série, quando eu sabia que haveria aula de Religião e que eu tinha que me levantar e sair da sala, ia para a sala da diretora, morrendo de medo e vergonha... Lembrei-me de quando os colegas me perguntavam o que eu ia ganhar no Natal, e eu tinha que dizer que na minha casa não tinha Natal, "Jeová não gostava de Natal"...
     Lembrei-me do quanto eu tinha vontade de me vestir de caipira e dançar quadrilha nas festinhas juninas da escola, mas "Jeová também não gostava de festa Junina". Senti novamente a humilhação de ser obrigada a explicar em voz alta para a professora, por que eu não podia participar da festinha do dia das mães, explicar porque Jeová não gostava do dia das mães... Senti toda a solidão e toda a inadequação de viver no mundo, mas não poder fazer parte dele. Hoje eu não perco a oportunidade de assistir ao desenho He-man quando posso, pois quando eu era criança eu não podia. Quando eu e minha irmã entramos na adolescência era preciso implorar para meu pai deixar a gente sair de casa, e mesmo assim ele ia atrás fiscalizar, depois tinha o sermão, toda aquela cobrança sobre "mundanos", toda aquela culpa, vergonha, humilhação...
     Hoje posso admitir para mim mesma que era constrangedor quando eu entrava na casa de algum colega no serviço de campo, as gozações que eu ouvia depois... Acho que todos que passaram por isso sabem do que falo. (...)”. 

Fonte: http://parpen.tripod.com/sonhos_destruidos.htm

domingo, 18 de novembro de 2012

Vem Louvar 2012 - Açailândia-MA


Eu recomendo

Reflexões sobre as eleições americanas


   O jornalista Guilherme Fiúza,  da Revista Época, escreveu um artigo, aliás, belíssimo, apesar de pequeno, neste final de semana, chamado "Obama,o Robin Hood canastrão", que fala sobre a reeleição do Presidente americano Barack Obama, e, eu gostaria de tecer alguns apontamentos muito sérios a respeito dele, que complementam e até vai além do raciocínio do articulista das Organizações Globo.

Leiam

Eu sou de matiz negra e amo minha afrodescendência, apenas amo e tenho orgulho. Eu não faço da minha cor de pele motivos para lutas que ressaltam muito mais preconceitos e travar debates equivocados sobre temas e projetos que promovem muito mais segregação do que auxiliador de alguma coisa. Pois bem, o Senhor Barack Obama, se reelegeu presidente dos Estados Unidos da América. Vários meios de comunicação citaram que a vitória de Obama foi uma vitória contra a intolerância. Como?Mas que intolerância? Para que não sabe ou marinheiros de primeira viagem no tocante a política internacional, Obama é a favor do aborto, do casamento gay, dentre outras causas comunistas ( Alô! Católicos, somos contra o quê, mesmo?), mas não é disso que está se falando. Será que uma pessoa tem de ser tratada como pobre coitada ou de forma especial só porque é negra? Até quando vamos cotizar os seres humanos por cor da pele, por classe social (morando em
bairro nobre ou humilde), dentre outras coisas?
Deveriamos ensinar nossos filhos que raça só existe a humana, nossas pastorais, dentro da igreja, deveriam ser mais  unidas (independente de cor de pele), deveriamos exigir das autoridades melhorias na educação (Do ensino básico até o pós-universitário para que essa bobagem de cotas para negros tanto em escola quanto em concurso público não tivesse a necessidade de existir), melhoria na saúde pública (que engloba saneamento básico - água potável e rede coletora de esgoto), etc.
Talvez muita gente esteja querendo me perguntar:
- Mas Leniéverson, você não achou a escravidão um absurdo? Você não acha errado negros ganharem menos que os brancos na mesma função laborativa?
Eu respondo:
Sim, achei absurdo e acho errado, mas volto a dizer, o melhor caminho para se combater isso é parar de cotizar, segmentar as pessoas por cor e deveríamos aprender nas escolas, nas famílias, nas igrejas que só existe a raça humana. E que todos podem dar-se as mãos sem medo de confundir fulano A ou Beltrano B com bandido (alias e quem disse que bandido tem cara?).
Para terminar, em minha opinião, os projetos aparentemente "bonzinhos" voltado para os negros dos Ministérios da Igualdade Racial, Cultura, Educação e consecutivamente do PT e base aliada, são muito mais segregacionistas do que motores avançados que poderiam fazer uma sociedade melhor e mais justa. Tudo que tem marxismo (que é a base ideológica do PT) no meio pende ao equívoco, porque focalizam os ângulos errados das coisas.  Focar nos ângulos certos faria com que o dia da consciência negra, que será comemorado agora, dia 20, perdesse um pouco a razão de ser. Que tal criar o dia da Consciência Humana? Senão, no final das contas, criará muito mais muros do que pontes nessa discussão.

sábado, 17 de novembro de 2012

Nota de Utilidade Pública\Desaparecimento


  Por Leniéverson Azeredo Gomes, 
com informações do perfil do Facebook "Alegrai-vos". 


  
     Rodrigo, um aluno da APAE, do município de Santo Antônio de Pádua(RJ), desapareceu ontem a tarde, dia 16/11.Ele reside no bairro 17, em frente ao Cemitério Novo, na mesma cidade.    
   Quem tiver alguma notícia, por favor, entrar em contato com Célia através do número (22) 3851-0247. 


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Nota do Blog: Vamos orar a Deus para que este aluno da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais seja encontrado, sobretudo com vida.

Santa do Dia - Santa Isabel de Hungria


Frei Paulo Ferreira, OFM

De estirpe real, pois foi filha de André e Gertrudes, reis da Hungria, nasceu em 1207 e recebeu no baptismo o nome de Isabel (Elisabeth), o qual significa ‘casa de Deus’. Aos quatro anos de idade viaja para a Alemanha onde crescerá juntamente com a família do seu noivo, Luís, príncipe da Turíngia e sucessor do rei da Turíngia, Hermano.
Dada a sua vida simples, piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria uma boa companheira para Luís. E por isso perseguiram-na e maltrataram-na, dentro e fora do palácio.
Luís, porém, era um cristão da fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com a pressão dos príncipes e tratou de se casar o quanto antes. O que aconteceu em 1221.
A Santa não recuava diante de nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em grau heróico! Um dia, Luís surpreendeu-a com o avental repleto de alimentos para os pobres. Ela tentou esconder... Mas ele, delicadamente, insistiu e... milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno Inverno. Feliz, guardou uma delas.
A sua vida de soberana não era fácil e frequentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras cavalgadas. Além disso tinha o cuidado dos filhos: Hermano, nascido em 1222; Sofia em de 1224 e Gertrudes em 1227.
Estava grávida de Gertrudes, quando descobriu que seu marido se comprometera com o Imperador Frederico II a seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em 1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luís ainda vivia, ele e Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos que chegavam à Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho. Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter frequentes notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Família Franciscana, ingressando na Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados e sacerdotes seculares. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de presente o manto do próprio São Francisco.
Morto o marido, os cunhados tramaram cruéis calúnias contra ela e expulsaram-na do castelo de Wartburg. E de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno Inverno. Duas servas fiéis acompanharam-na, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com toda a naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, lá dentro dela o Senhor chamava-a para se doar ainda mais. Mandou construir um conventinho para os franciscanos em Marburg e lá foi morar com as suas servas fiéis. Compreendeu que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legítimo de Luís. A mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las, mas ela respondeu que estava de facto feliz. Por ordem do confessor, conservou algumas rendas, as quais reverteram para os pobres e sofredores.
Construiu um abrigo para as crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais pobres e abandonados. Naquele meio, ela sentia-se de facto rainha, mãe, irmã. Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa. Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900 pobres diariamente, em vez de lhes dar maior quantia mensalmente. É que eles não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos pobres.

De há muito que Isabel, repleta de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais. As suas servas testemunharam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade o sacramento dos enfermos. Quando o seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre a herança, respondeu tranquila: "Minha herança é Jesus Cristo!" E assim nasceu para o céu! Era 17 de Novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de Maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira dos Irmãos da Ordem Franciscana Secular.
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Nota do Blog: Santa Isabel de Hungria, rogai por nós.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Uma linda mensagem para você que é casado segundo os planos de Deus.


A minha amiga Vanessa Barrocal publicou isso no Facebook e quero partilhar este texto que me impactou bastante.Leiam com atenção.


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. 
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. 
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. 
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. 
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. 
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir. 
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. 
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. 
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação. 
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório. 
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado. 
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim. 
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. 
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. 
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. 
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:"Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". 
Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar". 
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe. 
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. 
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". 
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso. 
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz! 
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir...

Valorize quem realmente te ama ... Pense nisso ..!!!

Amar a Deus e ser amado por Ele deve nos estimular a fazer a vontade divina






Leniéverson Azeredo Gomes

Bem amigos internautas, uma boa tarde a todos. Hoje a liturgia fala sobre a vivência no amor de Deus e buscarmos amar e ter misericórdia com o outro. A ação de amar e querer ser amado é fruto do maior mandamento de Deus " Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a Ti mesmo".
     Quando amamos a Deus sabemos que temos que fazer a vontade d´Ele, ou seja, tudo que fazemos, todas as nossas decisões precisam ter a assinatura do Pai celestial. No entanto a busca por saber qual é ou não o desejo de Deus para a nossas vidas depende de caminhos certos. Hoje em dia, como diz o texto da 2ª epistola de São João 4, 7 "há muitos sedutores, espalhados pelo mundo, que não confessam a Jesus Cristo encarnado, confessam a um Anticristo", ou seja, buscam falsas doutrinas ou vivem segundo vontades humanas.
   Só é "feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo", não há felicidade sem Deus, sem observarmos e vivermos a palavra d ´Ele. Quem teima "buscando ganhar a sua vida" ( Lc 17, 33), vivendo o seu comodismo e preguiça para amar e servir a Cristo vai "perder". Agora, quem buscar a Cristo, "perder" a sua vida para corresponder a vontade de Jesus, este sim terá a vida  eterna.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Devemos evitar ser um mau leproso!



Leniéverson Azeredo Gomes

Os principais dicionários, aqueles os quais  eu ou você mais utilizamos para saber os significados das palavras, costumam associar a palavra gratidão a outras duas: reconhecimento e agradecimento. Gratidão pode ser entendida, dessa forma, como uma atitude; uma virtude pelo qual o ser demonstra ser grato por algo realizado positivamente ou devido a uma ação praticada gentilmente por outrem que ajuda ou tenta ajudar.
Na Boa Nova litúrgica de hoje, retirada do texto de Lucas 17, 11-19, há uma narrativa que mostra Jesus caminhando entre as regiões da Samaria e a Galileia. Ao entrar num povoado, encontrou dez portadores de uma doença chamada lepra (conhecida atualmente por hanseníase) que vieram em sua direção e gritaram o nome d´Ele para pedir compaixão e cura.
Jesus disse para que aqueles homens fossem se apresentar aos sumos sacerdotes e caminharem. Naquele momento, um dos dez leprosos, da região da Samaria, percebeu que estava curado, glorificou a Deus em voz alta, se ajoelhou aos pés de Jesus e agradeceu pela graça recebida.
Após esse momento, Jesus perguntou àquele homem, onde estavam os demais que foram curados, porque eles não voltaram para glorificar e agradecer pela graça que tinham acabado de receber. Afinal, só o samaritano, um estrangeiro, tendo em vista que Jesus era da Galileia, voltou para reconhecer e, posteriormente, agradecer por tudo que tinha acabado de acontecer.
Amados, se pensarmos naquele leproso que voltou para reconhecer e agradecer pela cura recebida, se pode concluir com certeza de que ele viu em Jesus, como aquele “pastor que o conduzia e n´Ele  não faltaria coisa alguma” (Salmo 22,1). O interessante que todos os dez, de forma igual, estavam passando pelo mesmo “vale escuro”, também chamado de “vale da sombra da morte” (Salmo 22,4), porém só um, repito, só UM voltou para reconhecer e mostrar gratidão por Aquele que foi, que é e sempre será.
Pode se interpretar, também, com segurança que os 9 leprosos que não voltaram para agradecer, consideraram Jesus um mágico, que foi explorado para satisfazer suas vontades egoístas e mesquinhas. Usaram Jesus como um objeto de forma até abusiva. E Ele, ou seja, Jesus, nos versículos 17, 18,19, do capítulo 17, do evangelho de São Lucas, sabia disso e, partir desse fato abusivo, ensinou  uma lição não só ao leproso agradecido, mas também a todos nós nesta quarta-feira, sobre o quão é valioso e importante ter o espirito de gratidão a Deus por todas as graças; todas as bênçãos; todas as curas; todos os milagres, sinais prodigiosos que recebemos.
Não podemos ser “insensatos, rebeldes, extraviados, escravos de toda a sorte de paixões e prazeres, vivendo na maldade e na inveja, dignos de ódio e odiando uns aos outros” (Tt 3,3) e nem buscar ter sentimentos de autossuficiência, individualismo ou individualidade, coração egoísta que acha que todas as coisas boas acontecem sem a intervenção e a ajuda de Deus. Isso é uma atitude demasiadamente herética, que não é da vontade do Nosso Senhor Deus.
Até mesmo porque, “Ele nos salvou (...) por sua misericórdia e, também por Ele fomos justificados pela graça, de forma que possamos se aptos a nos tornar herdeiros da vida eterna”. (Tt 3,7)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ainda sobre o caso do dizer "Deus seja louvado" nas cédulas de real


Leniéverson Azeredo Gomes

Os Ministérios Públicos (MP´s) da união e dos estados devem ter dos cidadãos o mais profundo respeito, eles trabalham arduamente por horas com o intuito de resolver casos, muitas vezes impossíveis aparentemente.  Os procuradores, como são chamados os profissionais da linha de frente do MP são pagos com o meu, o seu e o nosso dinheiro. Isso significa que estes homens e mulheres da promotoria não podem agir segundo ideologias; com interesses intelectuais pessoais. Precisam respeitar a maioria. E a maioria das pessoas no Brasil é cristã, em torno de 90 % da população.
Procurador
Jefferson Aparecido Dias
A ação civil pública do procurador Jefferson Aparecido Dias que pede a retirada, em 120 dias do dizer “Deus seja louvado” é uma amostra de como o nome “Deus” incomoda algumas pessoas e mostra que ele destoa dos seus colegas de profissão. O que nos ajuda a ter a certeza disso é o fato do nome desse homem, que atua na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, de São Paulo, ser encontrado  com certa recorrência nos meios de comunicação social, sempre associado em alguma ação contra símbolos religiosos; padres; pastores e suas respectivas falas, agora por causa do nome “Deus”.
Vamos recapitular os fatos recorrentes?
1º Agosto de 2009 – Neste mês, deste referido ano, o Procurador Jefferson Aparecido Dias assinou uma petição que pedia a retirada de Crucifixos, sob regime de Antecipação de Tutela, nas repartições públicas, alegando ainda por cima “periculum in mora” (onde a demora do cumprimento da petição pode produzir prejuízo insanável a uma das partes da petição). No mesmo mês, foi noticiado a rejeição do pedido do Ministério Público para a retirada dos símbolos religiosos
 
reverendo joao batista pastor rev
Pastor João Batista
2º Agosto de 2011 – Um pastor da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), chamado João Batista, no programa “O Profeta da Nação” disse que “quem não acredita em Deus pode ir para bem longe de mim, porque a pessoa chega para esse lado, a pessoa que não acredita em Deus, ela é perigosa. Ela mata, rouba e destrói. O ser humano que não acredita em Deus atrapalha qualquer um”, exibido em 10 de março do mesmo ano. Em agosto de 2011, o Ministério Público Federal entrou com uma ação contra a RedeTV! e a Igreja Internacional da Graça de Deus sob acusação de terem ofendido os ateus. Resultado? O MPF-SP perdeu a causa.
Pastor Silas Malafaia
 Fevereiro de 2012 – A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo ingressou com uma ação civil pública, no sentido de fazer com que o programa “Vitória em Cristo”, exibido pela “Rede Bandeirantes de Televisão”, veicule uma retratação pelos comentários “homofóbicos” feitos pelo pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, apresentador do programa que transmitido no dia 02 de julho de 2011. Utilizando gírias, segundo a procuradoria de baixo calão, o pastor defendeu que a Igreja Católica “baixar o porrete” e “entrar de pau” contra integrantes da Parada Gay que usaram imagem de santos com conotação sexual em junho de 2011. A retratação deverá ter, no mínimo, o dobro do tempo utilizado nos comentários preconceituosos. A ação foi proposta hoje e tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo. Resultado? Em Maio de 2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, contra á TV Bandeirantes e também contra a União. No despacho, dentre outras coisas o meritíssimo afirma que “através da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado assunto.”
Bem, apesar de o segundo caso o pastor da IIGD ter generalizado e toda generalização tem repudiada, não atenua o fato de que o procurador é uma figurinha carimbada em causas antirreligiosas e na luta por um estado laico (leia-se ateu). No caso do dizer “Deus seja louvado” que está nas notas de real desde 1986, o procurador, vem desde março deste ano tentando a medida, inclusive pressionou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que também é presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN) – órgão que define as regras do sistema financeiro nacional – a tomar uma medida para retirar o dizer das cédulas de real. O que não foi atendido. Na ocasião, o site “Folha Gospel” divulgou que o procurador Jefferson Aparecido tinha fé católica (Será que é?), há todo tipo de “católico”, não é? Os adeptos da Teologia da Libertação, os relativistas, os esquentadores de banco e muitos outros rebelados com o magistério da Igreja. Há outros blogs que afirmam que ele é ateu.
Nos Estados Unidos, as moedas e as cédulas de dólar tem o dizer “in God we trust” (Em Deus, nós confiamos) há mais um século e olha que o Estado americano é separado da Igreja. Nunca incomodou ninguém, porém,  em 2011, um ateu entrou na Court Supreme (Suprema Corte) pedindo para tirar o dizer, que foi rejeitado.
Assim como no Brasil, nenhum líder de religião se sentiu incomodado, só o procurador. O que demonstra aparentemente uma militância contra o cristianismo. Se ele admitirá isso ou não, é só um detalhe. Mas de qualquer forma, isso mostra que está em curso uma aversão cada vez maior ao Cristianismo.O que você acha?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Procuradoria quer excluir expressão 'Deus seja louvado' das cédulas


Do site Alagoas 24 horas com nota do blog


A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo pediu à Justiça Federal que determine a retirada da expressão "Deus seja louvado" das cédulas de reais. A medida não gerará gastos aos cofres públicos já que, em caráter liminar, a ação pede que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem a ser impressas sem a frase.
Um dos principais argumentos utilizados pela ação é o de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. Além disso, são lembrados princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias para reforçar a tese de que a frase "Deus seja louvado" privilegia uma religião em detrimento das outras.
No ano passado, a PRDC recebeu uma representação questionando a permanência da frase nas cédulas de reais. Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda informou à Procuradoria que cabe privativamente ao Banco Central (BC) "não apenas a emissão propriamente dita, como também a definição das características técnicas e artísticas" das cédulas. Para o BC, o fundamento legal para a existência da expressão nas cédulas é o preâmbulo da Constituição, que afirma que ela foi promulgada "sob a proteção de Deus".
Em nota técnica, o Ministério da Fazenda informou à PRDC que a inclusão da expressão religiosa nas cédulas aconteceu em 1986, por determinação direta do então presidente da República, José Sarney. Posteriormente, em 1994, com o Plano Real, a frase foi mantida pelo ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, supostamente por ser "tradição da cédula brasileira", apesar de ter sido inserida há poucos anos.
O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, lembrou que não existe lei autorizando a inclusão da expressão religiosa nas cédulas brasileiras. "Não se pode admitir que a inclusão de qualquer frase nas cédulas brasileiras se dê por ato discricionário, seja do presidente da República, seja do ministro da Fazenda", afirmou. "Mesmo a lei 4.595/64, ao atribuir ao Conselho Monetário Nacional a competência para 'determinar as características gerais das cédulas e das moedas' não o autorizou a manifestar predileção por esta ou aquela religião", apontou o procurador.
"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: 'Alá seja louvado', 'Buda seja louvado', 'Salve Oxossi', 'Salve Lord Ganesha', 'Deus Não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", diz um trecho da ação. Para Dias, o fato dos cristãos serem maioria "não justifica a continuidade das violações aos direitos fundamentais dos brasileiros não crentes em Deus".
Além da referência religiosa nas cédulas, o procurador lembrou que muitas repartições públicas mantém crucifixos em locais de atendimento ao público. "Quando o Estado ostenta um símbolo religioso ou adota uma expressão verbal em sua moeda, declara sua predileção pela religião que o símbolo ou a frase representam, o que resulta na discriminação das demais religiões professadas no Brasil".
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Nota do Blog: É o processo de descristianização da sociedade em curso. Hoje em dia, Deus não pode estar em espaços judiciários como fórum, em escolas e outras repartições e, pasmem em notas de real. Vocês acham que esse procurador agiu sozinho ou a mando de alguém? Sim, a mando de ONG´s marxistas atéistas e agnósticas. Nos Estados Unidos, por exemplo, nas notas e moedas de dólar está lá o dizer "In God we Trust" (Em Deus nós confiamos) há vários séculos e ninguém lá se sentiu incomodado. Aqui no Brasil não se faz plebiscito para decidir certas coisas. As ONG´s entram com ações civis e o MP acata. Cadê a democracia? É muita falta do que fazer desse procurador. O que você, como Cristáo, acha desse absurdo?

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

♫ Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã. Porque ele vive, temor não há, mas eu bem sei que eu meu futuuuuuuuuro está nas mãos do meu Jesus, que vivo estáááááá♫

    Leniéverson Azeredo Gomes 

    O Título do post é um trecho da musica "Porque Ele vive". A canção não é católica, mas sim de origem protestante e é de origem americana (Because He Lives - http://www.youtube.com/watch?v=tpwQO3ckqNI&feature=related). 
    Ela foi composta nos anos 50 por William J. Gaither e Glória Gaither, Marido e Mulher, respectivamente.O link Os dois são compositores de diversos hinos adventistas (mas, peraí o que a Igreja Católica acha do Adventismo?). 
The Gatiher Vocal Band
A Banda com componentes novos e o Bill
 (o último da esquerda para direita)
   Só para vocês terem uma idéia, Bill Gaither, como William é chamado, fez parte da Banda Gospel que Elvis Presley fazia parte em 1954. Outras músicas protestantes são cantadas eventualmente em missas não-tridentinas, encontros religiosos e grupos de oração. Exemplo: "Renova-me", "Anjos de Deus", "Fico Feliz em Vir em Tua Casa"(Bendito em do Senhor), a "Unção de Deus Sobre mim (Minha Benção)", entre outras. 
    É errado tocar em missas? Nas missas Tridentinas (Tradicionalistas) não se toca, nas missas não tridentinas (como na Quase-Paróquia São Vicente, onde este blogueiro participa de missas, em Campos dos Goytacazes/RJ) tudo depende se o pároco aprova ou não. 
  Existem padres que permitem outros não, há dioceses que não permitem a partir de normativas de diretório liturgico pastoral e alguns padres desobedecem, outras dioceses que permitem mas alguns padres preferem não permitir, enfim, há um samba de crioulo doido. 
    Vamos ver o que a Sacrosanctum Concilium sobre a liturgia diz sobre isso: 
    "Artigo 116. A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar.Não se excluem todos os outros géneros de música sacra, mormente a polifonia, na celebração dos Ofícios divinos, desde que estejam em harmonia com o espírito da acção litúrgica, segundo o estatuído no art. 30"; "Artigo121.    
  Os compositores possuídos do espírito cristão compreendam que são chamados a cultivar a música sacra e a aumentar-lhe o património.Que as suas composições se apresentem com as características da verdadeira música sacra, possam ser cantadas não só pelos grandes coros, mas se adaptem também aos pequenos e favoreçam uma activa participação de toda a assembleia dos fiéis.Os textos destinados ao canto sacro devem estar de acordo com a doutrina católica e inspirar-se sobretudo na Sagrada Escritura e nas fontes litúrgicas". Fonte:http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19631204_sacrosanctum-concilium_po.html Como eu canto na Igreja também, fiz uma pesquisa sobre o assunto no "Pai dos Inteligentes Virtuais" que atende pelo nome de Google, fiz alguns cruzamentos de informação e escrevi esse "pequeno" texto.
  O assunto é polêmico, eu tento evitar canções protestantes em todas as situações, mas de qualquer forma esse texto não objetiva promover uma briga entre grupos musicais de canto litúrgico e ou seu padre ou bispo. 
   Siga o bispo da sua diocese e o seu padre. Se deixar, toquem, se não deixar, não toquem. Leiam textos da Irmã Mírian T. Kolling ela é excelente especialista em cantos liturgicos. O que importa é cantar a missa com júbilos ao Senhor.