
Este blog tem o objetivo de defender e discutir a doutrina católica doa a quem doer, analisar a incoerência e a crise dos protestantes de forma apologética, propagar a responsabilidade social católica, recitar lindas poesias católicas, além de cutucar o dedo na ferida exposta da nossa democracia brasileira.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Vem Louvar 2012 - Açailândia-MA

Eu recomendo
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Blog Católico do Leniéverson
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Reflexões sobre as eleições americanas
O jornalista Guilherme Fiúza, da Revista Época, escreveu um
artigo, aliás, belíssimo, apesar de pequeno, neste final de semana, chamado "Obama,o Robin Hood canastrão", que fala sobre a reeleição
do Presidente americano Barack Obama, e, eu gostaria de tecer alguns
apontamentos muito sérios a respeito dele, que complementam e até vai além do raciocínio do articulista das
Organizações Globo.
Leiam:
Eu sou de
matiz negra e amo minha afrodescendência, apenas amo e tenho orgulho. Eu não
faço da minha cor de pele motivos para lutas que ressaltam muito mais
preconceitos e travar debates equivocados sobre temas e projetos que promovem
muito mais segregação do que auxiliador de alguma coisa. Pois bem, o Senhor
Barack Obama, se reelegeu presidente dos Estados Unidos da América. Vários
meios de comunicação citaram que a vitória de Obama foi uma vitória contra a
intolerância. Como?Mas que intolerância? Para que não sabe ou marinheiros de
primeira viagem no tocante a política internacional, Obama é a favor do aborto,
do casamento gay, dentre outras causas comunistas ( Alô! Católicos, somos
contra o quê, mesmo?), mas não é disso que está se falando. Será que uma pessoa
tem de ser tratada como pobre coitada ou de forma especial só porque é negra?
Até quando vamos cotizar os seres humanos por cor da pele, por classe social
(morando em
bairro nobre ou humilde), dentre outras coisas?
Deveriamos ensinar nossos filhos
que raça só existe a humana, nossas pastorais, dentro da igreja, deveriam ser mais unidas (independente
de cor de pele), deveriamos exigir das autoridades melhorias na educação (Do
ensino básico até o pós-universitário para que essa bobagem de cotas para
negros tanto em escola quanto em concurso público não tivesse a necessidade de
existir), melhoria na saúde pública (que engloba saneamento básico - água
potável e rede coletora de esgoto), etc.
Talvez muita gente esteja
querendo me perguntar:
- Mas Leniéverson, você não
achou a escravidão um absurdo? Você não acha errado negros ganharem menos que os brancos na mesma função laborativa?
Eu respondo:
Sim, achei absurdo e acho
errado, mas volto a dizer, o melhor caminho para se combater isso é parar de
cotizar, segmentar as pessoas por cor e deveríamos aprender nas escolas, nas
famílias, nas igrejas que só existe a raça humana. E que todos podem dar-se as
mãos sem medo de confundir fulano A ou Beltrano B com bandido (alias e quem
disse que bandido tem cara?).
Para terminar, em minha opinião, os projetos aparentemente "bonzinhos" voltado para os negros dos Ministérios
da Igualdade Racial, Cultura, Educação e consecutivamente do PT e base aliada, são muito mais segregacionistas do que motores avançados que poderiam fazer uma
sociedade melhor e mais justa. Tudo que tem marxismo (que é a base ideológica do PT) no meio pende ao equívoco, porque
focalizam os ângulos errados das coisas. Focar nos ângulos certos faria com que o dia da consciência negra, que será comemorado agora, dia 20, perdesse um pouco a razão de ser. Que tal criar o dia da Consciência Humana? Senão, no final das contas, criará muito mais muros do que pontes nessa discussão.
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sábado, 17 de novembro de 2012
Nota de Utilidade Pública\Desaparecimento
Por Leniéverson Azeredo Gomes,
com informações do perfil do Facebook "Alegrai-vos".
Rodrigo, um aluno da APAE, do município de Santo Antônio de Pádua(RJ), desapareceu ontem a tarde, dia 16/11.Ele reside no bairro 17, em frente ao Cemitério Novo, na mesma cidade.
Quem tiver
alguma notícia, por favor, entrar em contato com Célia através do número (22) 3851-0247.
______________
Nota do Blog: Vamos orar a Deus para que este aluno da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais seja encontrado, sobretudo com vida.
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Santa do Dia - Santa Isabel de Hungria
Frei Paulo Ferreira, OFM
De estirpe real, pois foi filha
de André e Gertrudes, reis da Hungria, nasceu em 1207 e recebeu no baptismo o
nome de Isabel (Elisabeth), o qual significa ‘casa de Deus’. Aos quatro anos de
idade viaja para a Alemanha onde crescerá juntamente com a família do seu
noivo, Luís, príncipe da Turíngia e sucessor do rei da Turíngia, Hermano.
Dada a sua vida simples,
piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria uma
boa companheira para Luís. E por isso perseguiram-na e maltrataram-na, dentro e
fora do palácio.
Luís, porém, era um cristão da
fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com
a pressão dos príncipes e tratou de se casar o quanto antes. O que aconteceu em
1221.
A Santa não recuava diante de
nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em
grau heróico! Um dia, Luís surpreendeu-a com o avental repleto de alimentos
para os pobres. Ela tentou esconder... Mas ele, delicadamente, insistiu e...
milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno Inverno. Feliz,
guardou uma delas.
A sua vida de soberana não era
fácil e frequentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras
cavalgadas. Além disso tinha o cuidado dos filhos: Hermano, nascido em 1222; Sofia
em de 1224 e Gertrudes em 1227.
Estava grávida de Gertrudes,
quando descobriu que seu marido se comprometera com o Imperador Frederico II a
seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia
duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em
1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luís ainda vivia, ele e
Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos que chegavam à
Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho.
Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter frequentes
notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Família Franciscana, ingressando na
Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados e
sacerdotes seculares. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de
presente o manto do próprio São Francisco.
Morto o marido, os cunhados
tramaram cruéis calúnias contra ela e expulsaram-na do castelo de Wartburg. E
de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de
acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno Inverno. Duas servas fiéis
acompanharam-na, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando
chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas
vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com
toda a naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, lá dentro dela o
Senhor chamava-a para se doar ainda mais. Mandou construir um conventinho para
os franciscanos em Marburg e lá foi morar com as suas servas fiéis. Compreendeu
que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois
mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legítimo de Luís. A
mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa
Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras
professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de
grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las,
mas ela respondeu que estava de facto feliz. Por ordem do confessor, conservou
algumas rendas, as quais reverteram para os pobres e sofredores.
Construiu um abrigo para as
crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais
pobres e abandonados. Naquele meio, ela sentia-se de facto rainha, mãe, irmã.
Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa.
Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900
pobres diariamente, em vez de lhes dar maior quantia mensalmente. É que eles
não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar
condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade
pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos
pobres.
De há muito que Isabel, repleta
de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais.
As suas servas testemunharam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma
luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora
decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade o sacramento dos
enfermos. Quando o seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre a
herança, respondeu tranquila: "Minha herança é Jesus Cristo!" E assim
nasceu para o céu! Era 17 de Novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa
Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente
Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de
Maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira dos Irmãos da
Ordem Franciscana Secular.
______________
Nota do Blog: Santa Isabel de Hungria, rogai por nós.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Uma linda mensagem para você que é casado segundo os planos de Deus.
A minha amiga Vanessa Barrocal publicou isso no Facebook e quero partilhar este texto que me impactou bastante.Leiam com atenção.

Naquela noite, enquanto minha
esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante
para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver
sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei
sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu
queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas
minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?" Eu
evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e
gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais.
Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso
casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu
coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava
mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado,
rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30%
das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão
e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se
tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e
energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane
profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já
era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por
divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais
perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em
casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto
para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o
dia com a Jane.
Quando acordei no meio da
noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia
dormir.
Na manhã seguinte, ela me
apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo
para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente
tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram
simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um
ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o
rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas
ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para
dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os
próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então
percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não
tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o
pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda.
"Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela
encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos
nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora
da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu
dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me
causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de
entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no
colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho
sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a
coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi
pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil
para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela
usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher.
Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10
anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O
nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a
pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a
levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia
dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa.
Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso
quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o
exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava
tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não
conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus
vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia
emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com
uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração...
Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste
momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para
ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina
da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns
longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que
estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em
meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa.
Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo.
Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me
deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum
motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola
e eu me vi pronunciando estas palavras:"Eu não percebi o quanto perdemos a
nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o
trabalho... fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com
medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane
abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me
divorciar".
Ela olhou para mim sem
acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua
mão da minha testa e repeti "Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu
casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da
nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que
carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo
segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era
sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la
chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho
de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente
me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi:
"Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos
separe".
Naquela noite, quando cheguei
em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto
para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer
e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para
perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis
poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos
proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo
menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa
vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as
propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a
felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo
para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para
mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com
alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher compartilhar
para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas
que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir...
Valorize quem realmente te ama
... Pense nisso ..!!!
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Amar a Deus e ser amado por Ele deve nos estimular a fazer a vontade divina
Leniéverson Azeredo Gomes
Bem amigos internautas, uma boa tarde a todos. Hoje a liturgia fala sobre a
vivência no amor de Deus e buscarmos amar e ter misericórdia com o outro. A
ação de amar e querer ser amado é fruto do maior mandamento de Deus " Amar
a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a Ti mesmo".
Quando amamos a Deus sabemos que
temos que fazer a vontade d´Ele, ou seja, tudo que fazemos, todas as nossas
decisões precisam ter a assinatura do Pai celestial. No entanto a busca por
saber qual é ou não o desejo de Deus para a nossas vidas depende de caminhos
certos. Hoje em dia, como diz o texto da 2ª epistola de São João 4, 7 "há
muitos sedutores, espalhados pelo mundo, que não confessam a Jesus Cristo
encarnado, confessam a um Anticristo", ou seja, buscam falsas doutrinas ou
vivem segundo vontades humanas.
Só é "feliz é quem na lei do
Senhor Deus vai progredindo", não há felicidade sem Deus, sem observarmos
e vivermos a palavra d ´Ele. Quem teima "buscando ganhar a sua vida"
( Lc 17, 33), vivendo o seu comodismo e preguiça para amar e servir a Cristo
vai "perder". Agora, quem buscar a Cristo, "perder" a sua
vida para corresponder a vontade de Jesus, este sim terá a vida eterna.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Devemos evitar ser um mau leproso!
Leniéverson Azeredo Gomes
Os principais dicionários,
aqueles os quais eu ou você mais utilizamos
para saber os significados das palavras, costumam associar a palavra gratidão a
outras duas: reconhecimento e agradecimento. Gratidão pode ser entendida, dessa
forma, como uma atitude; uma virtude pelo qual o ser demonstra ser grato por algo
realizado positivamente ou devido a uma ação praticada gentilmente por outrem
que ajuda ou tenta ajudar.
Na Boa Nova litúrgica de hoje,
retirada do texto de Lucas 17, 11-19, há uma narrativa que mostra Jesus
caminhando entre as regiões da Samaria e a Galileia. Ao entrar num povoado,
encontrou dez portadores de uma doença chamada lepra (conhecida atualmente por hanseníase)
que vieram em sua direção e gritaram o nome d´Ele para pedir compaixão e cura.
Jesus disse para que aqueles
homens fossem se apresentar aos sumos sacerdotes e caminharem. Naquele momento,
um dos dez leprosos, da região da Samaria, percebeu que estava curado,
glorificou a Deus em voz alta, se ajoelhou aos pés de Jesus e agradeceu pela
graça recebida.
Após esse momento, Jesus
perguntou àquele homem, onde estavam os demais que foram curados, porque eles
não voltaram para glorificar e agradecer pela graça que tinham acabado de
receber. Afinal, só o samaritano, um estrangeiro, tendo em vista que Jesus era da
Galileia, voltou para reconhecer e, posteriormente, agradecer por tudo que
tinha acabado de acontecer.
Amados, se pensarmos naquele
leproso que voltou para reconhecer e agradecer pela cura recebida, se pode concluir
com certeza de que ele viu em Jesus, como aquele “pastor que o conduzia e n´Ele
não faltaria coisa alguma” (Salmo 22,1).
O interessante que todos os dez, de forma igual, estavam passando pelo mesmo “vale
escuro”, também chamado de “vale da sombra da morte” (Salmo 22,4), porém só um,
repito, só UM voltou para reconhecer e mostrar gratidão por Aquele que foi, que
é e sempre será.
Pode se interpretar, também,
com segurança que os 9 leprosos que não voltaram para agradecer, consideraram
Jesus um mágico, que foi explorado para satisfazer suas vontades egoístas e
mesquinhas. Usaram Jesus como um objeto de forma até abusiva. E Ele, ou seja,
Jesus, nos versículos 17, 18,19, do capítulo 17, do evangelho de São Lucas,
sabia disso e, partir desse fato abusivo, ensinou uma lição não só ao leproso agradecido, mas
também a todos nós nesta quarta-feira, sobre o quão é valioso e importante ter
o espirito de gratidão a Deus por todas as graças; todas as bênçãos; todas as
curas; todos os milagres, sinais prodigiosos que recebemos.
Não podemos ser “insensatos,
rebeldes, extraviados, escravos de toda a sorte de paixões e prazeres, vivendo
na maldade e na inveja, dignos de ódio e odiando uns aos outros” (Tt 3,3) e nem
buscar ter sentimentos de autossuficiência, individualismo ou individualidade,
coração egoísta que acha que todas as coisas boas acontecem sem a intervenção e
a ajuda de Deus. Isso é uma atitude demasiadamente herética, que não é da
vontade do Nosso Senhor Deus.
Até mesmo porque, “Ele nos
salvou (...) por sua misericórdia e, também por Ele fomos justificados pela
graça, de forma que possamos se aptos a nos tornar herdeiros da vida eterna”.
(Tt 3,7)
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terça-feira, 13 de novembro de 2012
Ainda sobre o caso do dizer "Deus seja louvado" nas cédulas de real
Leniéverson Azeredo Gomes
Os Ministérios Públicos (MP´s) da
união e dos estados devem ter dos cidadãos o mais profundo respeito, eles
trabalham arduamente por horas com o intuito de resolver casos, muitas vezes impossíveis
aparentemente. Os procuradores, como são
chamados os profissionais da linha de frente do MP são pagos com o meu, o seu e
o nosso dinheiro. Isso significa que estes homens e mulheres da promotoria não
podem agir segundo ideologias; com interesses intelectuais pessoais. Precisam
respeitar a maioria. E a maioria das pessoas no Brasil é cristã, em torno de 90
% da população.
| Procurador Jefferson Aparecido Dias |
A ação civil pública do
procurador Jefferson Aparecido Dias que pede a retirada, em 120 dias do dizer “Deus
seja louvado” é uma amostra de como o nome “Deus” incomoda algumas pessoas e
mostra que ele destoa dos seus colegas de profissão. O que nos ajuda a ter a
certeza disso é o fato do nome desse homem, que atua na Procuradoria Regional
dos Direitos do Cidadão, de São Paulo, ser encontrado com certa recorrência nos meios de
comunicação social, sempre associado em alguma ação contra símbolos religiosos;
padres; pastores e suas respectivas falas, agora por causa do nome “Deus”.
Vamos recapitular os fatos
recorrentes?
1º Agosto de 2009 – Neste mês,
deste referido ano, o Procurador Jefferson Aparecido Dias assinou uma petição
que pedia a retirada de Crucifixos, sob regime de Antecipação de Tutela, nas
repartições públicas, alegando ainda por cima “periculum in mora” (onde a
demora do cumprimento da petição pode produzir prejuízo insanável a uma das
partes da petição). No
mesmo mês, foi noticiado a rejeição do pedido do Ministério Público para a
retirada dos símbolos religiosos
| Pastor João Batista |
2º Agosto de 2011 – Um pastor
da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), chamado João Batista, no
programa “O Profeta da Nação” disse que “quem não acredita em Deus pode ir para
bem longe de mim, porque a pessoa chega para esse lado, a pessoa que não
acredita em Deus, ela é perigosa. Ela mata, rouba e destrói. O ser humano que
não acredita em Deus atrapalha qualquer um”, exibido em 10 de março do mesmo
ano. Em agosto de 2011, o Ministério Público Federal entrou com uma ação contra
a RedeTV! e a Igreja Internacional da Graça de Deus sob acusação de terem ofendido
os ateus. Resultado? O MPF-SP perdeu a causa.
![]() |
| Pastor Silas Malafaia |
Fevereiro de 2012 – A
Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo ingressou com uma
ação civil pública, no sentido de fazer com que o programa “Vitória em Cristo”,
exibido pela “Rede Bandeirantes de Televisão”, veicule uma retratação pelos
comentários “homofóbicos” feitos pelo pastor Silas Malafaia, da Assembleia de
Deus Vitória em Cristo, apresentador do programa que transmitido no dia 02 de
julho de 2011. Utilizando gírias, segundo a procuradoria de baixo calão, o
pastor defendeu que a Igreja Católica “baixar o porrete” e “entrar de pau”
contra integrantes da Parada Gay que usaram imagem de santos com conotação
sexual em junho de 2011. A retratação deverá ter, no mínimo, o dobro do tempo
utilizado nos comentários preconceituosos. A ação foi proposta hoje e tramitará
em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo. Resultado? Em Maio de
2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo,
extinguiu ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra o
pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, contra á TV Bandeirantes e também
contra a União. No despacho, dentre outras coisas o meritíssimo afirma que “através
da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários
contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um
primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a
promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido
relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar
palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado
assunto.”
Bem, apesar de o segundo caso o
pastor da IIGD ter generalizado e toda generalização tem repudiada, não atenua
o fato de que o procurador é uma figurinha carimbada em causas antirreligiosas
e na luta por um estado laico (leia-se ateu). No caso do dizer “Deus seja
louvado” que está nas notas de real desde 1986, o procurador, vem desde março
deste ano tentando a medida, inclusive pressionou o ministro da Fazenda, Guido
Mantega, que também é presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN) – órgão que
define as regras do sistema financeiro nacional – a tomar uma medida para
retirar o dizer das cédulas de real. O que não foi atendido. Na ocasião, o site
“Folha Gospel” divulgou que o procurador Jefferson Aparecido tinha fé católica
(Será que é?), há todo tipo de “católico”, não é? Os adeptos da Teologia da
Libertação, os relativistas, os esquentadores de banco e muitos outros rebelados
com o magistério da Igreja. Há outros blogs que afirmam que ele é ateu.
Nos Estados Unidos, as moedas e
as cédulas de dólar tem o dizer “in God we trust” (Em Deus, nós confiamos) há
mais um século e olha que o Estado americano é separado da Igreja. Nunca
incomodou ninguém, porém, em 2011, um
ateu entrou na Court Supreme (Suprema Corte) pedindo para tirar o dizer, que
foi rejeitado.
Assim como no Brasil, nenhum líder
de religião se sentiu incomodado, só o procurador. O que demonstra
aparentemente uma militância contra o cristianismo. Se ele admitirá isso ou
não, é só um detalhe. Mas de qualquer forma, isso mostra que está em curso uma aversão cada vez maior ao Cristianismo.O que você acha?
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Procuradoria quer excluir expressão 'Deus seja louvado' das cédulas
Do site Alagoas 24 horas com nota do blog

A Procuradoria Regional dos
Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo pediu à Justiça Federal que determine a
retirada da expressão "Deus seja louvado" das cédulas de reais. A
medida não gerará gastos aos cofres públicos já que, em caráter liminar, a ação
pede que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem
a ser impressas sem a frase.
Um dos principais argumentos
utilizados pela ação é o de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar
completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. Além disso, são
lembrados princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias para
reforçar a tese de que a frase "Deus seja louvado" privilegia uma
religião em detrimento das outras.
No ano passado, a PRDC recebeu
uma representação questionando a permanência da frase nas cédulas de reais.
Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda informou à Procuradoria que cabe
privativamente ao Banco Central (BC) "não apenas a emissão propriamente
dita, como também a definição das características técnicas e artísticas"
das cédulas. Para o BC, o fundamento legal para a existência da expressão nas
cédulas é o preâmbulo da Constituição, que afirma que ela foi promulgada
"sob a proteção de Deus".
Em nota técnica, o Ministério
da Fazenda informou à PRDC que a inclusão da expressão religiosa nas cédulas
aconteceu em 1986, por determinação direta do então presidente da República,
José Sarney. Posteriormente, em 1994, com o Plano Real, a frase foi mantida
pelo ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, supostamente por ser
"tradição da cédula brasileira", apesar de ter sido inserida há
poucos anos.
O procurador regional dos
Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, lembrou que não existe lei
autorizando a inclusão da expressão religiosa nas cédulas brasileiras.
"Não se pode admitir que a inclusão de qualquer frase nas cédulas
brasileiras se dê por ato discricionário, seja do presidente da República, seja
do ministro da Fazenda", afirmou. "Mesmo a lei 4.595/64, ao atribuir
ao Conselho Monetário Nacional a competência para 'determinar as
características gerais das cédulas e das moedas' não o autorizou a manifestar
predileção por esta ou aquela religião", apontou o procurador.
"Imaginemos a cédula de
real com as seguintes expressões: 'Alá seja louvado', 'Buda seja louvado',
'Salve Oxossi', 'Salve Lord Ganesha', 'Deus Não existe'. Com certeza haveria
agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos
cidadãos crentes em Deus", diz um trecho da ação. Para Dias, o fato dos
cristãos serem maioria "não justifica a continuidade das violações aos
direitos fundamentais dos brasileiros não crentes em Deus".
Além da referência religiosa
nas cédulas, o procurador lembrou que muitas repartições públicas mantém
crucifixos em locais de atendimento ao público. "Quando o Estado ostenta
um símbolo religioso ou adota uma expressão verbal em sua moeda, declara sua
predileção pela religião que o símbolo ou a frase representam, o que resulta na
discriminação das demais religiões professadas no Brasil".
____________
Nota do Blog: É
o processo de descristianização da sociedade em curso. Hoje em dia,
Deus não pode estar em espaços judiciários como fórum, em escolas e
outras repartições e, pasmem em notas de real. Vocês acham que esse
procurador agiu sozinho ou a mando de alguém? Sim, a mando de ONG´s
marxistas atéistas e agnósticas. Nos Estados Unidos, por exemplo, nas
notas e moedas de dólar está lá o dizer "In God we Trust" (Em Deus nós
confiamos) há vários séculos e ninguém lá se sentiu incomodado. Aqui no
Brasil não se faz plebiscito para decidir certas coisas. As ONG´s entram
com ações civis e o MP acata. Cadê a democracia? É muita falta do que
fazer desse procurador. O que você, como Cristáo, acha desse absurdo?
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
♫ Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã. Porque ele vive, temor não há, mas eu bem sei que eu meu futuuuuuuuuro está nas mãos do meu Jesus, que vivo estáááááá♫
Leniéverson Azeredo Gomes
O Título do post é um trecho da musica "Porque Ele vive". A canção não é
católica, mas sim de origem protestante e é de origem americana
(Because He Lives - http://www.youtube.com/watch?v=tpwQO3ckqNI&feature=related).
Ela foi composta nos anos 50 por William J. Gaither e Glória Gaither,
Marido e Mulher, respectivamente.O link Os dois são compositores de
diversos hinos adventistas (mas, peraí o que a Igreja Católica acha do
Adventismo?).
| A Banda com componentes novos e o Bill (o último da esquerda para direita) |
Só para vocês terem uma idéia, Bill Gaither, como William é
chamado, fez parte da Banda Gospel que Elvis Presley fazia parte em
1954. Outras músicas protestantes são cantadas eventualmente em missas
não-tridentinas, encontros religiosos e grupos de oração. Exemplo:
"Renova-me", "Anjos de Deus", "Fico Feliz em Vir em Tua Casa"(Bendito em
do Senhor), a "Unção de Deus Sobre mim (Minha Benção)", entre outras.
É
errado tocar em missas? Nas missas Tridentinas (Tradicionalistas) não
se toca, nas missas não tridentinas (como na Quase-Paróquia São
Vicente, onde este blogueiro participa de missas, em Campos dos Goytacazes/RJ) tudo depende se o pároco aprova ou não.
Existem padres que
permitem outros não, há dioceses que não permitem a partir de normativas
de diretório liturgico pastoral e alguns padres desobedecem, outras
dioceses que permitem mas alguns padres preferem não permitir, enfim, há
um samba de crioulo doido.
Vamos ver o que a Sacrosanctum Concilium
sobre a liturgia diz sobre isso:
"Artigo 116. A Igreja reconhece como
canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por
isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro
lugar.Não se excluem todos os outros géneros de música sacra, mormente a
polifonia, na celebração dos Ofícios divinos, desde que estejam em
harmonia com o espírito da acção litúrgica, segundo o estatuído no art.
30"; "Artigo121.
Os compositores possuídos do espírito cristão
compreendam que são chamados a cultivar a música sacra e a aumentar-lhe o
património.Que as suas composições se apresentem com as características
da verdadeira música sacra, possam ser cantadas não só pelos grandes
coros, mas se adaptem também aos pequenos e favoreçam uma activa
participação de toda a assembleia dos fiéis.Os textos destinados ao
canto sacro devem estar de acordo com a doutrina católica e inspirar-se
sobretudo na Sagrada Escritura e nas fontes litúrgicas". Fonte:http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19631204_sacrosanctum-concilium_po.html
Como eu canto na Igreja também, fiz uma pesquisa
sobre o assunto no "Pai dos Inteligentes Virtuais" que atende pelo nome
de Google, fiz alguns cruzamentos de informação e escrevi esse "pequeno"
texto.
O assunto é polêmico, eu tento evitar canções protestantes em
todas as situações, mas de qualquer forma esse texto não objetiva
promover uma briga entre grupos musicais de canto litúrgico e ou seu
padre ou bispo.
Siga o bispo da sua diocese e o seu padre. Se deixar,
toquem, se não deixar, não toquem. Leiam textos da Irmã Mírian T.
Kolling ela é excelente especialista em cantos liturgicos. O que importa
é cantar a missa com júbilos ao Senhor.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
São Martinho de Lima - Dia 3 de Novembro
Portal Canção Nova
Grande parte da sociedade de
Lima não diferenciava tanto da nossa atual, pois sustentava a hipócrita postura
do preconceito racial, por isso Martinho sofreu humilhações, por causa de sua
pele escura. Aconteceu que São Martinho não foi reconhecido portador de sangue
nobre, e nem precisava, porque educado de forma cristã pela mãe, descobriu com
a vida que o "aspecto mais sublime da dignidade humana está na vocação do
homem à comunhão com Deus" (Catecismo da Igreja Católica).
Com idade suficiente, São
Martinho, homem cheio do Espírito Santo e de obras no Amor, conseguia servir a
Cristo no próximo, primeiramente pelas suas diversas profissões (barbeiro,
dentista, ajudante de médico), e mais tarde amou Deus no outro e o outro em
Deus, como irmão da Ordem Dominicana. Mendigo por amor aos mendigos, São
Martinho de Porres, ou de Lima, destacou-se dentre tantos pela sua luta contra
o Tentador e a tentação, além da humildade, piedade e caridade. Sendo assim,
Deus pôde munir Martinho com muitos Carismas, como o de cura e milagres, sem
que estes, o orgulhasse e o impedisse de ir para o Céu, onde entrou em 1639.
São Martinho de Lima, rogai por
nós!
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Dia de Todos os Santos
Wikipedia

A Festa do dia de Todos os
Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A
Igreja Católica celebra a Festum omnium sanctorum a 1 de novembro seguido do
dia dos fiéis defuntos a 2 de novembro. A Igreja Ortodoxa celebra esta festividade
no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da
Páscoa. Na Igreja Luterana o dia é celebrado principalmente para lembrar que
todas as pessoas batizadas são santas e também aquelas pessoas que faleceram no
ano que passou. Em Portugal, neste dia, as crianças costumam andar de porta em
porta a pedir bolinhos, frutos secos e romãs.
História
A Enciclopédia Católica define
o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos
e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a
honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles
já estavam com Cristo no céu, oravam a eles para que intercedessem a seu favor.
A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 DC, o Papa
Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a
Maria e a todos os mártires. Markale comenta: “Os deuses romanos cederam seu
lugar aos santos da religião vitoriosa.”
A data foi mudada para novembro
quando o Papa Gregório III (731-741 DC) dedicou uma capela em Roma a todos os
santos e ordenou que eles fossem homenageados em 1.° de novembro. Não se sabe
ao certo por que ele fez isso, mas pode ter sido porque já se comemorava um
feriado parecido, na mesma data, na Inglaterra. The Encyclopedia of Religion
(Enciclopédia da Religião) afirma: “O Samhain continuou a ser uma festa popular
entre os povos celtas durante todo o tempo da cristianização da Grã-Bretanha. A
Igreja britânica tentou desviar esse interesse em costumes pagãos acrescentando
uma comemoração cristã ao calendário, na mesma data do Samhain. . . . É
possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha
sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja
cristã.”
Markale menciona a crescente
influência dos monges irlandeses em toda a Europa naquela época. De modo
similar, a New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) afirma: “Os
irlandeses costumavam reservar o primeiro dia do mês para as festividades
importantes e, visto que 1.° de novembro era também o início do inverno para os
celtas, seria uma data propícia para uma festa em homenagem a todos os santos.”
Finalmente, em 835 DC, o Papa Gregório IV declarou-a uma festa universal.
O feriado do Dia de Finados, no
qual as pessoas rezam a fim de ajudar as almas no purgatório a obter a
bem-aventurança celestial, teve sua data fixada em 2 de novembro durante o
século 11 pelos monges de Cluny, na França. Embora se afirmasse que o Dia de
Finados era um dia santo católico, é óbvio que, na mente do povo, ainda havia muita
confusão. A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) afirma que
“durante toda a Idade Média era popular a crença de que, nesse dia, as almas no
purgatório podiam aparecer em forma de fogo-fátuo, bruxa, sapo, etc.”
Incapaz de desarraigar as
crenças pagãs do coração do seu rebanho, a Igreja simplesmente as escondeu por
trás de uma máscara “cristã”. Destacando esse fato, The Encyclopedia of
Religion (Enciclopédia da Religião) diz: “A festividade cristã, o Dia de Todos
os Santos, é uma homenagem aos santos conhecidos e desconhecidos da religião
cristã, assim como o Samhain lembrava as deidades celtas e lhes pagava
tributo...
Na Igreja Católica, o dia de
"Todos os Santos" é celebrado no dia 1 de novembro e o de
"Finados" no dia 2 de novembro. Esta tradição de recordar (fazer
memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que
constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos
martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e
vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos,
como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual
erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração
conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente
do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e
partilha das festividades entre as dioceses/paroquias por onde tinham passado e
se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de
mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano
separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a
celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de
Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais
homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas
honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires
(com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos
considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O
sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a
vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar
conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou
não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o
apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através
do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se
institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com
referência especial na missa).
Intenção catequética da festividade
Segundo o ensinamento da
Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo,
ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à
imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve
continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não
apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender
que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma
forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade
e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da
"vocação universal à santidade", tema renovado com grande ênfase no
Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo
católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato
John Henry Newman: não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de
melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida
com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.
Citações do Catecismo da Igreja
Católica
957. A comunhão com os santos.
«Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados,
mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o
exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os
cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão
com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda
a graça e a própria vida do Povo de Deus». A Cristo, nós O adoramos, porque Ele
é o Filho de Deus;
quanto aos mártires, nós os
amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;
e isso é justo, por causa da
sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser
seus companheiros e condiscípulos!
1173. Quando a Igreja, no ciclo
anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério
pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele
foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao
Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus.
2013. «Os cristãos, de qualquer
estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da
caridade».Todos são chamados à santidade: «Sede perfeitos, como o vosso Pai
celeste é perfeito» (Mt 5, 48):
«Para alcançar esta perfeição,
empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a
fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a
alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos
abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na
história da Igreja, com a vida de tantos santos» .
Pão-por-Deus
Em Portugal, no dia de
Todos-os-Santos as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para
pedir o pão-por-deus de porta em porta. As crianças quando pedem o pão-por-deus
recitam versos e recebem como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos
secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano.
É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro.
Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou 'Dia do
Bolinho'.
Esta tradição já era registada
no século XV. Tem origem no ritual pagão do culto dos mortos, com raízes
milenares. Em 1756, também se cumpriu, 1 ano após o terremoto que destruiu
Lisboa em 1º de Novembro de 1755 em que morreram milhares de pessoas e a
população da cidade - na sua maioria pobre - ainda mais pobre ficou.
Como a data do terramoto
coincidiu com uma data com significado religioso (1 de Novembro), de forma
espontânea, no dia em que se cumpria o primeiro aniversário do terramoto, a
população aproveitou a tradição para desencadear, por toda a cidade, um
peditório, com a intenção de manter uma tradição que lembrava os seus mortos.
As pessoas, percorriam a
cidade, batiam às portas e pediam que lhes fosse dada qualquer esmola, mesmo
que fosse pão, dado grassar a fome pela cidade. E as pessoas pediam: "Pão
por Deus".
Noutras zonas do país, foram
surgindo variações na forma e no nome da comemoração.
Nas décadas de 60 e 70 do séc.
XX, a data passou a ser comemorada, mais de forma lúdica, do que pelas razões
que criaram a tradição e havia regras básicas, que eram escrupulosamente
cumpridas:
Só podiam pedir o
"Pão-por-Deus", crianças até aos 10 anos de idade (com idades
superiores as pessoas recusavam-se a dar).
As crianças só podiam andar na
rua a pedir o "Pão-por-Deus" até ao meio-dia (depois do meio-dia, se
alguma criança batesse a uma porta, levava um "raspanete", do adulto
que abrisse a porta).
A partir dos anos 80 a tradição
foi gradualmente desaparecendo e, actualmente, raras são localidades onde se
pratica esta tradição. Em Fátima, por exemplo, esta tradição continua bem viva.
Embora não advoguem a crença no
purgatório, há igrejas protestantes que também guardam o Dia de Finados. Com
efeito, é o terceiro dentre três dias consecutivos que a cristandade considera
como tendo relação especial com os mortos. O dia antes, 1.° de novembro, é o
Dia de Todos os Santos, em honra às almas dos “santos”, que se pensa já terem
chegado ao céu. E o dia anterior, 31 de outubro, é chamado “Halloween” (em
inglês) ou Véspera de Todos os Santos, e seu nome em inglês se deriva de ser a
véspera do “Dia de Todos os Hallows [Santos]”.
“Halloween”, também, tem
relação com os mortos. No calendário dos antigos celtas, 31 de outubro era a
Véspera do Ano Novo. Os celtas, junto com seus sacerdotes, os druidas, criam
que, na véspera do ano novo, as almas dos mortos perambulavam pela terra.
Sustentava-se que alimentos, bebidas e sacrifícios podiam apaziguar tais almas
perambulantes. Também, “halloween” incluía fogueiras para expulsar os maus
espíritos.
A respeito das fogueiras nessa
época do ano, lemos em Curiosities of Popular Customs (Curiosidades dos
Costumes Populares): “Usavam-se também fogueiras em diferentes horas e lugares,
na Noite de Todos os Santos, que é a véspera do Dia de Finados, e no próprio
Dia de Finados, o 2 de novembro. Nestes casos, as fogueiras eram consideradas
como típicas da imortalidade, e imaginava-se serem eficazes, como sinal
exterior e visível, pelo menos, para iluminar as almas [isto é, ajudá-las a
libertar-se] do purgatório.”
________________
Nota do Blog: Este ano de 2012, o Dia de Todos os Santos foi comemorado no primeiro domingo após o dia 1º, no caso dia 4.
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Sobre o Dia de Finados
Portal São Francisco
1. No dia 2 de novembro se
celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos
mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a
existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio,
abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges
rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos,
de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em
Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos
mortos, para a Igreja Católica.
2. Como chegou aqui no Brasil
essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos
nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os
cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de
velas são acesas.
3. Tem apoio bíblico essa
tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico
deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando,
movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz
nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas
saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando
pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática
não encontra apoio bíblico.
4. A maioria das pessoas que
visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por
que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas
junto aos túmulos?
Porque segundo a doutrina
católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais
depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer
missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre,
sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as
virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou
más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas
paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma
vai se purificar no purgatório.
5. Existe base bíblica para se
crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala
apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas
dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.
6. Segundo a Bíblia o que
acontece com os seres humanos na hora da morte?
No livro de Hebreus 9.27 se lê
que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos
Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há
consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe
comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite
mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no
Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora
do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o
lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.
7. Fora a crença sobre o estado
dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a
situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
A) os espíritas crêem na
reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não
crêem na ressurreição dos mortos.
B) os hinduístas crêem na
transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os
ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este
mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata,
como um tigre, como uma cobra, etc.
C) os budistas crêem no
Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
D) As testemunhas de Jeová
crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de
existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No
caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram
desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de
salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para
sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o
céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última
prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
E) os adventistas crêem no sono
da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que
a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura
inconsciente.
8. Como se dará a ressurreição
de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que
todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a
vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira
ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento.
(1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em
Apocalipse 20.11-15.
____________
Nota do Blog: Neste ano o dia de finados foi comemorado pela liturgia da Igreja Católica no dia 2 mesmo.
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