segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Lembrando que, além da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, teremos em 2013...........


domingo, 18 de novembro de 2012

Vem Louvar 2012 - Açailândia-MA


Eu recomendo

Reflexões sobre as eleições americanas


   O jornalista Guilherme Fiúza,  da Revista Época, escreveu um artigo, aliás, belíssimo, apesar de pequeno, neste final de semana, chamado "Obama,o Robin Hood canastrão", que fala sobre a reeleição do Presidente americano Barack Obama, e, eu gostaria de tecer alguns apontamentos muito sérios a respeito dele, que complementam e até vai além do raciocínio do articulista das Organizações Globo.

Leiam: 

Eu sou de matiz negra e amo minha afrodescendência, apenas amo e tenho orgulho. Eu não faço da minha cor de pele motivos para lutas que ressaltam muito mais preconceitos e travar debates equivocados sobre temas e projetos que promovem muito mais segregação do que auxiliador de alguma coisa. Pois bem, o Senhor Barack Obama, se reelegeu presidente dos Estados Unidos da América. Vários meios de comunicação citaram que a vitória de Obama foi uma vitória contra a intolerância. Como?Mas que intolerância? Para que não sabe ou marinheiros de primeira viagem no tocante a política internacional, Obama é a favor do aborto, do casamento gay, dentre outras causas comunistas ( Alô! Católicos, somos contra o quê, mesmo?), mas não é disso que está se falando. Será que uma pessoa tem de ser tratada como pobre coitada ou de forma especial só porque é negra? Até quando vamos cotizar os seres humanos por cor da pele, por classe social (morando em
bairro nobre ou humilde), dentre outras coisas?
Deveriamos ensinar nossos filhos que raça só existe a humana, nossas pastorais, dentro da igreja, deveriam ser mais  unidas (independente de cor de pele), deveriamos exigir das autoridades melhorias na educação (Do ensino básico até o pós-universitário para que essa bobagem de cotas para negros tanto em escola quanto em concurso público não tivesse a necessidade de existir), melhoria na saúde pública (que engloba saneamento básico - água potável e rede coletora de esgoto), etc.
Talvez muita gente esteja querendo me perguntar:
- Mas Leniéverson, você não achou a escravidão um absurdo? Você não acha errado negros ganharem menos que os brancos na mesma função laborativa?
Eu respondo:
Sim, achei absurdo e acho errado, mas volto a dizer, o melhor caminho para se combater isso é parar de cotizar, segmentar as pessoas por cor e deveríamos aprender nas escolas, nas famílias, nas igrejas que só existe a raça humana. E que todos podem dar-se as mãos sem medo de confundir fulano A ou Beltrano B com bandido (alias e quem disse que bandido tem cara?).
Para terminar, em minha opinião, os projetos aparentemente "bonzinhos" voltado para os negros dos Ministérios da Igualdade Racial, Cultura, Educação e consecutivamente do PT e base aliada, são muito mais segregacionistas do que motores avançados que poderiam fazer uma sociedade melhor e mais justa. Tudo que tem marxismo (que é a base ideológica do PT) no meio pende ao equívoco, porque focalizam os ângulos errados das coisas.  Focar nos ângulos certos faria com que o dia da consciência negra, que será comemorado agora, dia 20, perdesse um pouco a razão de ser. Que tal criar o dia da Consciência Humana? Senão, no final das contas, criará muito mais muros do que pontes nessa discussão.

sábado, 17 de novembro de 2012

Nota de Utilidade Pública\Desaparecimento


  Por Leniéverson Azeredo Gomes, 
com informações do perfil do Facebook "Alegrai-vos". 


  
     Rodrigo, um aluno da APAE, do município de Santo Antônio de Pádua(RJ), desapareceu ontem a tarde, dia 16/11.Ele reside no bairro 17, em frente ao Cemitério Novo, na mesma cidade.    
   Quem tiver alguma notícia, por favor, entrar em contato com Célia através do número (22) 3851-0247. 


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Nota do Blog: Vamos orar a Deus para que este aluno da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais seja encontrado, sobretudo com vida.

Santa do Dia - Santa Isabel de Hungria


Frei Paulo Ferreira, OFM

De estirpe real, pois foi filha de André e Gertrudes, reis da Hungria, nasceu em 1207 e recebeu no baptismo o nome de Isabel (Elisabeth), o qual significa ‘casa de Deus’. Aos quatro anos de idade viaja para a Alemanha onde crescerá juntamente com a família do seu noivo, Luís, príncipe da Turíngia e sucessor do rei da Turíngia, Hermano.
Dada a sua vida simples, piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria uma boa companheira para Luís. E por isso perseguiram-na e maltrataram-na, dentro e fora do palácio.
Luís, porém, era um cristão da fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com a pressão dos príncipes e tratou de se casar o quanto antes. O que aconteceu em 1221.
A Santa não recuava diante de nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em grau heróico! Um dia, Luís surpreendeu-a com o avental repleto de alimentos para os pobres. Ela tentou esconder... Mas ele, delicadamente, insistiu e... milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno Inverno. Feliz, guardou uma delas.
A sua vida de soberana não era fácil e frequentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras cavalgadas. Além disso tinha o cuidado dos filhos: Hermano, nascido em 1222; Sofia em de 1224 e Gertrudes em 1227.
Estava grávida de Gertrudes, quando descobriu que seu marido se comprometera com o Imperador Frederico II a seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em 1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luís ainda vivia, ele e Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos que chegavam à Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho. Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter frequentes notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Família Franciscana, ingressando na Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados e sacerdotes seculares. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de presente o manto do próprio São Francisco.
Morto o marido, os cunhados tramaram cruéis calúnias contra ela e expulsaram-na do castelo de Wartburg. E de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno Inverno. Duas servas fiéis acompanharam-na, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com toda a naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, lá dentro dela o Senhor chamava-a para se doar ainda mais. Mandou construir um conventinho para os franciscanos em Marburg e lá foi morar com as suas servas fiéis. Compreendeu que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legítimo de Luís. A mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las, mas ela respondeu que estava de facto feliz. Por ordem do confessor, conservou algumas rendas, as quais reverteram para os pobres e sofredores.
Construiu um abrigo para as crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais pobres e abandonados. Naquele meio, ela sentia-se de facto rainha, mãe, irmã. Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa. Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900 pobres diariamente, em vez de lhes dar maior quantia mensalmente. É que eles não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos pobres.

De há muito que Isabel, repleta de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais. As suas servas testemunharam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade o sacramento dos enfermos. Quando o seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre a herança, respondeu tranquila: "Minha herança é Jesus Cristo!" E assim nasceu para o céu! Era 17 de Novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de Maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira dos Irmãos da Ordem Franciscana Secular.
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Nota do Blog: Santa Isabel de Hungria, rogai por nós.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Uma linda mensagem para você que é casado segundo os planos de Deus.


A minha amiga Vanessa Barrocal publicou isso no Facebook e quero partilhar este texto que me impactou bastante.Leiam com atenção.


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. 
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. 
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. 
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora. 
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. 
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir. 
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. 
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis. 
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação. 
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório. 
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado. 
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim. 
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei. 
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. 
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. 
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:"Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo". 
Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar". 
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe. 
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. 
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe". 
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso. 
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz! 
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir...

Valorize quem realmente te ama ... Pense nisso ..!!!

Amar a Deus e ser amado por Ele deve nos estimular a fazer a vontade divina






Leniéverson Azeredo Gomes

Bem amigos internautas, uma boa tarde a todos. Hoje a liturgia fala sobre a vivência no amor de Deus e buscarmos amar e ter misericórdia com o outro. A ação de amar e querer ser amado é fruto do maior mandamento de Deus " Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a Ti mesmo".
     Quando amamos a Deus sabemos que temos que fazer a vontade d´Ele, ou seja, tudo que fazemos, todas as nossas decisões precisam ter a assinatura do Pai celestial. No entanto a busca por saber qual é ou não o desejo de Deus para a nossas vidas depende de caminhos certos. Hoje em dia, como diz o texto da 2ª epistola de São João 4, 7 "há muitos sedutores, espalhados pelo mundo, que não confessam a Jesus Cristo encarnado, confessam a um Anticristo", ou seja, buscam falsas doutrinas ou vivem segundo vontades humanas.
   Só é "feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo", não há felicidade sem Deus, sem observarmos e vivermos a palavra d ´Ele. Quem teima "buscando ganhar a sua vida" ( Lc 17, 33), vivendo o seu comodismo e preguiça para amar e servir a Cristo vai "perder". Agora, quem buscar a Cristo, "perder" a sua vida para corresponder a vontade de Jesus, este sim terá a vida  eterna.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Devemos evitar ser um mau leproso!



Leniéverson Azeredo Gomes

Os principais dicionários, aqueles os quais  eu ou você mais utilizamos para saber os significados das palavras, costumam associar a palavra gratidão a outras duas: reconhecimento e agradecimento. Gratidão pode ser entendida, dessa forma, como uma atitude; uma virtude pelo qual o ser demonstra ser grato por algo realizado positivamente ou devido a uma ação praticada gentilmente por outrem que ajuda ou tenta ajudar.
Na Boa Nova litúrgica de hoje, retirada do texto de Lucas 17, 11-19, há uma narrativa que mostra Jesus caminhando entre as regiões da Samaria e a Galileia. Ao entrar num povoado, encontrou dez portadores de uma doença chamada lepra (conhecida atualmente por hanseníase) que vieram em sua direção e gritaram o nome d´Ele para pedir compaixão e cura.
Jesus disse para que aqueles homens fossem se apresentar aos sumos sacerdotes e caminharem. Naquele momento, um dos dez leprosos, da região da Samaria, percebeu que estava curado, glorificou a Deus em voz alta, se ajoelhou aos pés de Jesus e agradeceu pela graça recebida.
Após esse momento, Jesus perguntou àquele homem, onde estavam os demais que foram curados, porque eles não voltaram para glorificar e agradecer pela graça que tinham acabado de receber. Afinal, só o samaritano, um estrangeiro, tendo em vista que Jesus era da Galileia, voltou para reconhecer e, posteriormente, agradecer por tudo que tinha acabado de acontecer.
Amados, se pensarmos naquele leproso que voltou para reconhecer e agradecer pela cura recebida, se pode concluir com certeza de que ele viu em Jesus, como aquele “pastor que o conduzia e n´Ele  não faltaria coisa alguma” (Salmo 22,1). O interessante que todos os dez, de forma igual, estavam passando pelo mesmo “vale escuro”, também chamado de “vale da sombra da morte” (Salmo 22,4), porém só um, repito, só UM voltou para reconhecer e mostrar gratidão por Aquele que foi, que é e sempre será.
Pode se interpretar, também, com segurança que os 9 leprosos que não voltaram para agradecer, consideraram Jesus um mágico, que foi explorado para satisfazer suas vontades egoístas e mesquinhas. Usaram Jesus como um objeto de forma até abusiva. E Ele, ou seja, Jesus, nos versículos 17, 18,19, do capítulo 17, do evangelho de São Lucas, sabia disso e, partir desse fato abusivo, ensinou  uma lição não só ao leproso agradecido, mas também a todos nós nesta quarta-feira, sobre o quão é valioso e importante ter o espirito de gratidão a Deus por todas as graças; todas as bênçãos; todas as curas; todos os milagres, sinais prodigiosos que recebemos.
Não podemos ser “insensatos, rebeldes, extraviados, escravos de toda a sorte de paixões e prazeres, vivendo na maldade e na inveja, dignos de ódio e odiando uns aos outros” (Tt 3,3) e nem buscar ter sentimentos de autossuficiência, individualismo ou individualidade, coração egoísta que acha que todas as coisas boas acontecem sem a intervenção e a ajuda de Deus. Isso é uma atitude demasiadamente herética, que não é da vontade do Nosso Senhor Deus.
Até mesmo porque, “Ele nos salvou (...) por sua misericórdia e, também por Ele fomos justificados pela graça, de forma que possamos se aptos a nos tornar herdeiros da vida eterna”. (Tt 3,7)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ainda sobre o caso do dizer "Deus seja louvado" nas cédulas de real


Leniéverson Azeredo Gomes

Os Ministérios Públicos (MP´s) da união e dos estados devem ter dos cidadãos o mais profundo respeito, eles trabalham arduamente por horas com o intuito de resolver casos, muitas vezes impossíveis aparentemente.  Os procuradores, como são chamados os profissionais da linha de frente do MP são pagos com o meu, o seu e o nosso dinheiro. Isso significa que estes homens e mulheres da promotoria não podem agir segundo ideologias; com interesses intelectuais pessoais. Precisam respeitar a maioria. E a maioria das pessoas no Brasil é cristã, em torno de 90 % da população.
Procurador
Jefferson Aparecido Dias
A ação civil pública do procurador Jefferson Aparecido Dias que pede a retirada, em 120 dias do dizer “Deus seja louvado” é uma amostra de como o nome “Deus” incomoda algumas pessoas e mostra que ele destoa dos seus colegas de profissão. O que nos ajuda a ter a certeza disso é o fato do nome desse homem, que atua na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, de São Paulo, ser encontrado  com certa recorrência nos meios de comunicação social, sempre associado em alguma ação contra símbolos religiosos; padres; pastores e suas respectivas falas, agora por causa do nome “Deus”.
Vamos recapitular os fatos recorrentes?
1º Agosto de 2009 – Neste mês, deste referido ano, o Procurador Jefferson Aparecido Dias assinou uma petição que pedia a retirada de Crucifixos, sob regime de Antecipação de Tutela, nas repartições públicas, alegando ainda por cima “periculum in mora” (onde a demora do cumprimento da petição pode produzir prejuízo insanável a uma das partes da petição). No mesmo mês, foi noticiado a rejeição do pedido do Ministério Público para a retirada dos símbolos religiosos
 
reverendo joao batista pastor rev
Pastor João Batista
2º Agosto de 2011 – Um pastor da Igreja Internacional da Graça de Deus (IIGD), chamado João Batista, no programa “O Profeta da Nação” disse que “quem não acredita em Deus pode ir para bem longe de mim, porque a pessoa chega para esse lado, a pessoa que não acredita em Deus, ela é perigosa. Ela mata, rouba e destrói. O ser humano que não acredita em Deus atrapalha qualquer um”, exibido em 10 de março do mesmo ano. Em agosto de 2011, o Ministério Público Federal entrou com uma ação contra a RedeTV! e a Igreja Internacional da Graça de Deus sob acusação de terem ofendido os ateus. Resultado? O MPF-SP perdeu a causa.
Pastor Silas Malafaia
 Fevereiro de 2012 – A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo ingressou com uma ação civil pública, no sentido de fazer com que o programa “Vitória em Cristo”, exibido pela “Rede Bandeirantes de Televisão”, veicule uma retratação pelos comentários “homofóbicos” feitos pelo pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, apresentador do programa que transmitido no dia 02 de julho de 2011. Utilizando gírias, segundo a procuradoria de baixo calão, o pastor defendeu que a Igreja Católica “baixar o porrete” e “entrar de pau” contra integrantes da Parada Gay que usaram imagem de santos com conotação sexual em junho de 2011. A retratação deverá ter, no mínimo, o dobro do tempo utilizado nos comentários preconceituosos. A ação foi proposta hoje e tramitará em uma das varas cíveis da Justiça Federal de São Paulo. Resultado? Em Maio de 2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, contra á TV Bandeirantes e também contra a União. No despacho, dentre outras coisas o meritíssimo afirma que “através da pretensão dos autos, na medida em que requer a proibição de comentários contra homossexuais em veiculação de programa, sem dúvida que se busca dar um primeiro passo a um retorno à censura, de triste memória, existente até a promulgação da Constituição de 1988, sob sofismático entendimento de ter sido relegado ao Judiciário o papel antes atribuído à Polícia Federal, de riscar palavras ou de impedir comentários e programas televisivos sobre determinado assunto.”
Bem, apesar de o segundo caso o pastor da IIGD ter generalizado e toda generalização tem repudiada, não atenua o fato de que o procurador é uma figurinha carimbada em causas antirreligiosas e na luta por um estado laico (leia-se ateu). No caso do dizer “Deus seja louvado” que está nas notas de real desde 1986, o procurador, vem desde março deste ano tentando a medida, inclusive pressionou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que também é presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN) – órgão que define as regras do sistema financeiro nacional – a tomar uma medida para retirar o dizer das cédulas de real. O que não foi atendido. Na ocasião, o site “Folha Gospel” divulgou que o procurador Jefferson Aparecido tinha fé católica (Será que é?), há todo tipo de “católico”, não é? Os adeptos da Teologia da Libertação, os relativistas, os esquentadores de banco e muitos outros rebelados com o magistério da Igreja. Há outros blogs que afirmam que ele é ateu.
Nos Estados Unidos, as moedas e as cédulas de dólar tem o dizer “in God we trust” (Em Deus, nós confiamos) há mais um século e olha que o Estado americano é separado da Igreja. Nunca incomodou ninguém, porém,  em 2011, um ateu entrou na Court Supreme (Suprema Corte) pedindo para tirar o dizer, que foi rejeitado.
Assim como no Brasil, nenhum líder de religião se sentiu incomodado, só o procurador. O que demonstra aparentemente uma militância contra o cristianismo. Se ele admitirá isso ou não, é só um detalhe. Mas de qualquer forma, isso mostra que está em curso uma aversão cada vez maior ao Cristianismo.O que você acha?

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Procuradoria quer excluir expressão 'Deus seja louvado' das cédulas


Do site Alagoas 24 horas com nota do blog


A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo pediu à Justiça Federal que determine a retirada da expressão "Deus seja louvado" das cédulas de reais. A medida não gerará gastos aos cofres públicos já que, em caráter liminar, a ação pede que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem a ser impressas sem a frase.
Um dos principais argumentos utilizados pela ação é o de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. Além disso, são lembrados princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias para reforçar a tese de que a frase "Deus seja louvado" privilegia uma religião em detrimento das outras.
No ano passado, a PRDC recebeu uma representação questionando a permanência da frase nas cédulas de reais. Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda informou à Procuradoria que cabe privativamente ao Banco Central (BC) "não apenas a emissão propriamente dita, como também a definição das características técnicas e artísticas" das cédulas. Para o BC, o fundamento legal para a existência da expressão nas cédulas é o preâmbulo da Constituição, que afirma que ela foi promulgada "sob a proteção de Deus".
Em nota técnica, o Ministério da Fazenda informou à PRDC que a inclusão da expressão religiosa nas cédulas aconteceu em 1986, por determinação direta do então presidente da República, José Sarney. Posteriormente, em 1994, com o Plano Real, a frase foi mantida pelo ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, supostamente por ser "tradição da cédula brasileira", apesar de ter sido inserida há poucos anos.
O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, lembrou que não existe lei autorizando a inclusão da expressão religiosa nas cédulas brasileiras. "Não se pode admitir que a inclusão de qualquer frase nas cédulas brasileiras se dê por ato discricionário, seja do presidente da República, seja do ministro da Fazenda", afirmou. "Mesmo a lei 4.595/64, ao atribuir ao Conselho Monetário Nacional a competência para 'determinar as características gerais das cédulas e das moedas' não o autorizou a manifestar predileção por esta ou aquela religião", apontou o procurador.
"Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: 'Alá seja louvado', 'Buda seja louvado', 'Salve Oxossi', 'Salve Lord Ganesha', 'Deus Não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", diz um trecho da ação. Para Dias, o fato dos cristãos serem maioria "não justifica a continuidade das violações aos direitos fundamentais dos brasileiros não crentes em Deus".
Além da referência religiosa nas cédulas, o procurador lembrou que muitas repartições públicas mantém crucifixos em locais de atendimento ao público. "Quando o Estado ostenta um símbolo religioso ou adota uma expressão verbal em sua moeda, declara sua predileção pela religião que o símbolo ou a frase representam, o que resulta na discriminação das demais religiões professadas no Brasil".
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Nota do Blog: É o processo de descristianização da sociedade em curso. Hoje em dia, Deus não pode estar em espaços judiciários como fórum, em escolas e outras repartições e, pasmem em notas de real. Vocês acham que esse procurador agiu sozinho ou a mando de alguém? Sim, a mando de ONG´s marxistas atéistas e agnósticas. Nos Estados Unidos, por exemplo, nas notas e moedas de dólar está lá o dizer "In God we Trust" (Em Deus nós confiamos) há vários séculos e ninguém lá se sentiu incomodado. Aqui no Brasil não se faz plebiscito para decidir certas coisas. As ONG´s entram com ações civis e o MP acata. Cadê a democracia? É muita falta do que fazer desse procurador. O que você, como Cristáo, acha desse absurdo?

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

♫ Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã. Porque ele vive, temor não há, mas eu bem sei que eu meu futuuuuuuuuro está nas mãos do meu Jesus, que vivo estáááááá♫

    Leniéverson Azeredo Gomes 

    O Título do post é um trecho da musica "Porque Ele vive". A canção não é católica, mas sim de origem protestante e é de origem americana (Because He Lives - http://www.youtube.com/watch?v=tpwQO3ckqNI&feature=related). 
    Ela foi composta nos anos 50 por William J. Gaither e Glória Gaither, Marido e Mulher, respectivamente.O link Os dois são compositores de diversos hinos adventistas (mas, peraí o que a Igreja Católica acha do Adventismo?). 
The Gatiher Vocal Band
A Banda com componentes novos e o Bill
 (o último da esquerda para direita)
   Só para vocês terem uma idéia, Bill Gaither, como William é chamado, fez parte da Banda Gospel que Elvis Presley fazia parte em 1954. Outras músicas protestantes são cantadas eventualmente em missas não-tridentinas, encontros religiosos e grupos de oração. Exemplo: "Renova-me", "Anjos de Deus", "Fico Feliz em Vir em Tua Casa"(Bendito em do Senhor), a "Unção de Deus Sobre mim (Minha Benção)", entre outras. 
    É errado tocar em missas? Nas missas Tridentinas (Tradicionalistas) não se toca, nas missas não tridentinas (como na Quase-Paróquia São Vicente, onde este blogueiro participa de missas, em Campos dos Goytacazes/RJ) tudo depende se o pároco aprova ou não. 
  Existem padres que permitem outros não, há dioceses que não permitem a partir de normativas de diretório liturgico pastoral e alguns padres desobedecem, outras dioceses que permitem mas alguns padres preferem não permitir, enfim, há um samba de crioulo doido. 
    Vamos ver o que a Sacrosanctum Concilium sobre a liturgia diz sobre isso: 
    "Artigo 116. A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano; terá este, por isso, na acção litúrgica, em igualdade de circunstâncias, o primeiro lugar.Não se excluem todos os outros géneros de música sacra, mormente a polifonia, na celebração dos Ofícios divinos, desde que estejam em harmonia com o espírito da acção litúrgica, segundo o estatuído no art. 30"; "Artigo121.    
  Os compositores possuídos do espírito cristão compreendam que são chamados a cultivar a música sacra e a aumentar-lhe o património.Que as suas composições se apresentem com as características da verdadeira música sacra, possam ser cantadas não só pelos grandes coros, mas se adaptem também aos pequenos e favoreçam uma activa participação de toda a assembleia dos fiéis.Os textos destinados ao canto sacro devem estar de acordo com a doutrina católica e inspirar-se sobretudo na Sagrada Escritura e nas fontes litúrgicas". Fonte:http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19631204_sacrosanctum-concilium_po.html Como eu canto na Igreja também, fiz uma pesquisa sobre o assunto no "Pai dos Inteligentes Virtuais" que atende pelo nome de Google, fiz alguns cruzamentos de informação e escrevi esse "pequeno" texto.
  O assunto é polêmico, eu tento evitar canções protestantes em todas as situações, mas de qualquer forma esse texto não objetiva promover uma briga entre grupos musicais de canto litúrgico e ou seu padre ou bispo. 
   Siga o bispo da sua diocese e o seu padre. Se deixar, toquem, se não deixar, não toquem. Leiam textos da Irmã Mírian T. Kolling ela é excelente especialista em cantos liturgicos. O que importa é cantar a missa com júbilos ao Senhor.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

São Martinho de Lima - Dia 3 de Novembro


Portal Canção Nova

Com alegria celebramos a santidade de vida de um santo do nosso chão latino-americano. São Martinho nasceu no Peru em 1579, filho de um conquistador espanhol com uma mulata panamenha.
Grande parte da sociedade de Lima não diferenciava tanto da nossa atual, pois sustentava a hipócrita postura do preconceito racial, por isso Martinho sofreu humilhações, por causa de sua pele escura. Aconteceu que São Martinho não foi reconhecido portador de sangue nobre, e nem precisava, porque educado de forma cristã pela mãe, descobriu com a vida que o "aspecto mais sublime da dignidade humana está na vocação do homem à comunhão com Deus" (Catecismo da Igreja Católica).
Com idade suficiente, São Martinho, homem cheio do Espírito Santo e de obras no Amor, conseguia servir a Cristo no próximo, primeiramente pelas suas diversas profissões (barbeiro, dentista, ajudante de médico), e mais tarde amou Deus no outro e o outro em Deus, como irmão da Ordem Dominicana. Mendigo por amor aos mendigos, São Martinho de Porres, ou de Lima, destacou-se dentre tantos pela sua luta contra o Tentador e a tentação, além da humildade, piedade e caridade. Sendo assim, Deus pôde munir Martinho com muitos Carismas, como o de cura e milagres, sem que estes, o orgulhasse e o impedisse de ir para o Céu, onde entrou em 1639.

São Martinho de Lima, rogai por nós!

Dia de Todos os Santos


Wikipedia
A Festa do dia de Todos os Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica celebra a Festum omnium sanctorum a 1 de novembro seguido do dia dos fiéis defuntos a 2 de novembro. A Igreja Ortodoxa celebra esta festividade no primeiro domingo depois do Pentecostes, fechando a época litúrgica da Páscoa. Na Igreja Luterana o dia é celebrado principalmente para lembrar que todas as pessoas batizadas são santas e também aquelas pessoas que faleceram no ano que passou. Em Portugal, neste dia, as crianças costumam andar de porta em porta a pedir bolinhos, frutos secos e romãs.

História

A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Cristo no céu, oravam a eles para que intercedessem a seu favor. A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 DC, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a Maria e a todos os mártires. Markale comenta: “Os deuses romanos cederam seu lugar aos santos da religião vitoriosa.”
A data foi mudada para novembro quando o Papa Gregório III (731-741 DC) dedicou uma capela em Roma a todos os santos e ordenou que eles fossem homenageados em 1.° de novembro. Não se sabe ao certo por que ele fez isso, mas pode ter sido porque já se comemorava um feriado parecido, na mesma data, na Inglaterra. The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da Religião) afirma: “O Samhain continuou a ser uma festa popular entre os povos celtas durante todo o tempo da cristianização da Grã-Bretanha. A Igreja britânica tentou desviar esse interesse em costumes pagãos acrescentando uma comemoração cristã ao calendário, na mesma data do Samhain. . . . É possível que a comemoração britânica medieval do Dia de Todos os Santos tenha sido o ponto de partida para a popularização dessa festividade em toda a Igreja cristã.”
Markale menciona a crescente influência dos monges irlandeses em toda a Europa naquela época. De modo similar, a New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) afirma: “Os irlandeses costumavam reservar o primeiro dia do mês para as festividades importantes e, visto que 1.° de novembro era também o início do inverno para os celtas, seria uma data propícia para uma festa em homenagem a todos os santos.” Finalmente, em 835 DC, o Papa Gregório IV declarou-a uma festa universal.
O feriado do Dia de Finados, no qual as pessoas rezam a fim de ajudar as almas no purgatório a obter a bem-aventurança celestial, teve sua data fixada em 2 de novembro durante o século 11 pelos monges de Cluny, na França. Embora se afirmasse que o Dia de Finados era um dia santo católico, é óbvio que, na mente do povo, ainda havia muita confusão. A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) afirma que “durante toda a Idade Média era popular a crença de que, nesse dia, as almas no purgatório podiam aparecer em forma de fogo-fátuo, bruxa, sapo, etc.”
Incapaz de desarraigar as crenças pagãs do coração do seu rebanho, a Igreja simplesmente as escondeu por trás de uma máscara “cristã”. Destacando esse fato, The Encyclopedia of Religion (Enciclopédia da Religião) diz: “A festividade cristã, o Dia de Todos os Santos, é uma homenagem aos santos conhecidos e desconhecidos da religião cristã, assim como o Samhain lembrava as deidades celtas e lhes pagava tributo...
Na Igreja Católica, o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 1 de novembro e o de "Finados" no dia 2 de novembro. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.
O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao facto frequente do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses/paroquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registo (Século IV) de um dia comum para a celebração de todos eles aconteceu em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais.
Com o avançar do tempo, mais homens e mulheres se sucederam como exemplos de santidade e foram com estas honras reconhecidos e divulgados por todo o mundo. Inicialmente apenas mártires (com a inclusão de São João Baptista), depressa se deu grande relevo a cristãos considerados heróicos nas suas virtudes, apesar de não terem sido mortos. O sentido do martírio que os cristãos respeitam alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de beato ou santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na missa).

Intenção catequética da festividade

Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor. Isto não só faz ver que existem santos vivos (não apenas os do passado) e que cada pessoa o pode ser, mas sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma que os canonizados igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós. O Papa João Paulo II foi um grande impulsionador da "vocação universal à santidade", tema renovado com grande ênfase no Segundo Concílio do Vaticano.
Nesta celebração, o povo católico é conduzido à contemplação do que, por exemplo, dizia o Cardeal Beato John Henry Newman: não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.
Citações do Catecismo da Igreja Católica

957. A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus». A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus;
quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor;
e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre.
Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!

1173. Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis os seus exemplos, que a todos atraem ao Pai por Cristo, e implora, pelos seus méritos, os benefícios de Deus.
2013. «Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade».Todos são chamados à santidade: «Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5, 48):
«Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos» .
Pão-por-Deus

Em Portugal, no dia de Todos-os-Santos as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o pão-por-deus de porta em porta. As crianças quando pedem o pão-por-deus recitam versos e recebem como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano. É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou 'Dia do Bolinho'.
Esta tradição já era registada no século XV. Tem origem no ritual pagão do culto dos mortos, com raízes milenares. Em 1756, também se cumpriu, 1 ano após o terremoto que destruiu Lisboa em 1º de Novembro de 1755 em que morreram milhares de pessoas e a população da cidade - na sua maioria pobre - ainda mais pobre ficou.
Como a data do terramoto coincidiu com uma data com significado religioso (1 de Novembro), de forma espontânea, no dia em que se cumpria o primeiro aniversário do terramoto, a população aproveitou a tradição para desencadear, por toda a cidade, um peditório, com a intenção de manter uma tradição que lembrava os seus mortos.
As pessoas, percorriam a cidade, batiam às portas e pediam que lhes fosse dada qualquer esmola, mesmo que fosse pão, dado grassar a fome pela cidade. E as pessoas pediam: "Pão por Deus".
Noutras zonas do país, foram surgindo variações na forma e no nome da comemoração.
Nas décadas de 60 e 70 do séc. XX, a data passou a ser comemorada, mais de forma lúdica, do que pelas razões que criaram a tradição e havia regras básicas, que eram escrupulosamente cumpridas:
Só podiam pedir o "Pão-por-Deus", crianças até aos 10 anos de idade (com idades superiores as pessoas recusavam-se a dar).
As crianças só podiam andar na rua a pedir o "Pão-por-Deus" até ao meio-dia (depois do meio-dia, se alguma criança batesse a uma porta, levava um "raspanete", do adulto que abrisse a porta).
A partir dos anos 80 a tradição foi gradualmente desaparecendo e, actualmente, raras são localidades onde se pratica esta tradição. Em Fátima, por exemplo, esta tradição continua bem viva.
Embora não advoguem a crença no purgatório, há igrejas protestantes que também guardam o Dia de Finados. Com efeito, é o terceiro dentre três dias consecutivos que a cristandade considera como tendo relação especial com os mortos. O dia antes, 1.° de novembro, é o Dia de Todos os Santos, em honra às almas dos “santos”, que se pensa já terem chegado ao céu. E o dia anterior, 31 de outubro, é chamado “Halloween” (em inglês) ou Véspera de Todos os Santos, e seu nome em inglês se deriva de ser a véspera do “Dia de Todos os Hallows [Santos]”.
“Halloween”, também, tem relação com os mortos. No calendário dos antigos celtas, 31 de outubro era a Véspera do Ano Novo. Os celtas, junto com seus sacerdotes, os druidas, criam que, na véspera do ano novo, as almas dos mortos perambulavam pela terra. Sustentava-se que alimentos, bebidas e sacrifícios podiam apaziguar tais almas perambulantes. Também, “halloween” incluía fogueiras para expulsar os maus espíritos.
A respeito das fogueiras nessa época do ano, lemos em Curiosities of Popular Customs (Curiosidades dos Costumes Populares): “Usavam-se também fogueiras em diferentes horas e lugares, na Noite de Todos os Santos, que é a véspera do Dia de Finados, e no próprio Dia de Finados, o 2 de novembro. Nestes casos, as fogueiras eram consideradas como típicas da imortalidade, e imaginava-se serem eficazes, como sinal exterior e visível, pelo menos, para iluminar as almas [isto é, ajudá-las a libertar-se] do purgatório.”
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Nota do Blog: Este ano de 2012, o Dia de Todos os Santos foi comemorado no primeiro domingo após o dia 1º, no caso dia 4.

Sobre o Dia de Finados


Portal São Francisco

1. No dia 2 de novembro se celebra o culto aos mortos ou o dia de Finados. Qual a origem do culto aos mortos ou do dia de Finados?
O dia de Finados só começou a existir a partir do ano 998 DC. Foi introduzido por Santo Odilon, ou Odílio, abade do mosteiro beneditino de Cluny na França. Ele determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Quatro séculos depois, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica.
2. Como chegou aqui no Brasil essa celebração de 2 de novembro ser celebrado o dia de Finados?
O costume de rezar pelos mortos nesse dia foi trazido para o Brasil pelos portugueses. As igrejas e os cemitérios são visitados, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
3. Tem apoio bíblico essa tradição de se rezar pelos mortos no dia 2 de novembro? Como um cristão bíblico deve posicionar-se no dia de Finados?
Nada de errado existe quando, movidos pelas saudades dos parentes ou pessoas conhecidas falecidas, se faz nesse dia visita os cemitérios e até mesmo se enfeitam os túmulos de pessoas saudosas e caras para nós. Entretanto, proceder como o faz a maioria, rezando pelos mortos e acendendo velas em favor das almas dos que partiram tal prática não encontra apoio bíblico.
4. A maioria das pessoas que visitam os cemitérios no dia de Finados está ligada à religião católica. Por que os católicos fazem essa celebração aos mortos com rezas e acendendo velas junto aos túmulos?
Porque segundo a doutrina católica, os mortos, na sua maioria estão no purgatório e para sair mais depressa desse lugar, pensam que estão agindo corretamente mandando fazer missas, rezas e acender velas. Crêem os católicos que quando a pessoa morre, sua alma comparece diante do arcanjo São Miguel, que pesa em sua balança as virtudes e os pecados feitos em vida pela pessoa. Quando a pessoa não praticou más ações, seu espírito vai imediatamente para o céu, onde não há dor, apenas paz e amor. Quando as más ações que a pessoa cometeu são erros pequenos, a alma vai se purificar no purgatório.
5. Existe base bíblica para se crer no purgatório, lugar intermediário entre o céu e o inferno?
Não existe. A Bíblia fala apenas de dois lugares: céu e inferno. Jesus ensinou a existência de apenas dois lugares. Falou do céu em Jo 14.2-3 e falou do inferno em Mt 25.41.
6. Segundo a Bíblia o que acontece com os seres humanos na hora da morte?
No livro de Hebreus 9.27 se lê que após a morte segue-se o juízo. E Jesus contou sobre a situação dos mortos Lc 16.19-31. Nessa parte bíblica destacamos quatro ensinos de Jesus: a) que há consciência após a morte; b) existe sofrimento e existe bem estar; c) não existe comunicação de mortos com os vivos; d) a situação dos mortos não permite mudança. Cada qual ficará no lugar da sua escolha em vida. Os que morrem no Senhor gozarão de felicidade eterna (Ap 14.13) e os que escolheram viver fora do propósito de Deus, que escolheram o caminho largo (Mt 7.13-14) irão para o lugar de tormento consciente de onde jamais poderão sair.
7. Fora a crença sobre o estado dos mortos de católicos e evangélicos, existem outras formas de crer sobre a situação dos mortos. Pode indicar algumas formas de crer?
Sim.
A) os espíritas crêem na reencarnação. Reencarnam repetidamente até se tornarem espíritos puros. Não crêem na ressurreição dos mortos.
B) os hinduístas crêem na transmigração das almas, que é a mesma doutrina da reencarnação. Só que os ensinam que o ser humano pode regredir noutra existência e assim voltar a este mundo como um animal ou até mesmo como um inseto: carrapato, piolho, barata, como um tigre, como uma cobra, etc.
C) os budistas crêem no Nirvana, que é um tipo de aniquilamento.
D) As testemunhas de Jeová crêem no aniquilamento. Morreu a pessoa está aniquilada. Simplesmente deixou de existir. Existem 3 classes de pessoas: os ímpios, os injustos e os justos. No caso dos ímpios não ressuscitam mais. Os injustos são todos os que morreram desde Adão. Irão ressuscitar 20 bilhões de mortos para terem uma nova chance de salvação durante o milênio. Se passarem pela última prova, poderão viver para sempre na terra. Dentre os justos, duas classes: os ungidos que irão para o céu, 144 mil. Os demais viverão para sempre na terra se passarem pela última prova depois de mil anos. Caso não passem serão aniquilados.
E) os adventistas crêem no sono da alma. Morreu o homem, a alma ou o espírito, que para eles é apenas o ar que a pessoa respira, esse ar retorna à atmosfera. A pessoa dorme na sepultura inconsciente.
8. Como se dará a ressurreição de todos os mortos?
Jesus ensinou em Jo 5.28,29 que todos os mortos ressuscitarão. Só que haverá dois tipos de ressurreição; para a vida, que ocorrerá mil anos antes da ressurreição do Juízo Final. A primeira ressurreição se dará por ocasião da segunda vinda de Cristo, no arrebatamento. (1 Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-53). E a ressurreição do Juízo Final como se lê em Apocalipse 20.11-15.
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Nota do Blog: Neste ano o dia de finados foi comemorado pela liturgia da Igreja Católica no dia 2 mesmo.