quinta-feira, 7 de junho de 2012

Um pouco de poesia para demonstrar que somos amados pelo Amado e desejamos mar.




Amor, Amado, amadamente.


Leniéverson Azeredo Gomes



De todo o meu amado, eu sou.
Tenho medo de te trair, de te ofender.
Eu quero ser do meu amado, eu sei que meu amado é meu.

Quero beber gota a gota de sua água viva.
Sim, meu amado, quero pacientemente receber o seu amor.
Por tudo o que é mais sagrado, quero ter o seu agrado.

Estou de braços abertos para ser, por ti, acolhido.
E com seu, de perdão, abraço quero partilhar meu cansaço.
Eu quero ser do meu amado e sei que meu amado existe.

Quero te ver na praia, te olhar o infinito, te contemplar o mais bonito.
Observar as pombas que representam o Espirito Santo.
Elevar, sentado na areia, o meu louvor, um canto.

Não tenho mais dúvida, sei que tu, do céu, me abençoas.
Rejeito a tua partida, o teu abandono não creio.
Eu quero ser do meu amado e sei que meu amado, em todo lugar, me acompanhas.

E eu desejo que meu amado, seja o amado de todos os meus parentes e amigos e, que ao ser amados possam ensinar ao mundo o quão amado é o amor.

terça-feira, 5 de junho de 2012

A íntegra do texto do documento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre a freira.


Rádio Vaticano


A Congregação para a Doutrina da Fé acaba de publicar uma Notificação sobre a obra de uma religiosa americana, sublinhando os pontos em que a autora se coloca em aberto contraste com o magistério da Igreja Católica, no que diz respeito à masturbação, aos atos homossexuais, às uniões homossexuais, à indissolubilidade do matrimónio e ao problema do divórcio e e de segunda união. Trata-se da Irmã Margaret Fraley (da congregação religiosa americana das Irmãs da Misericórdia) e da obra “Basta amar. Um enquadramento para a Ética Sexual Cristã”, publicada em 2006, em Nova Iorque.

Após repetidos contatos, desde março de 2010, através das suas superioras, com a autora da obra, e a interpretação por ela fornecida sobre os seus escritos, a Congregação para a Doutrina da Fé, exprime agora “profundo pesar por um membro de um Instituto de Vida Consagrada afirmar posições em direto contaste com a doutrina católica no âmbito da moral sexual”e previne os fiéis de que a referida obra “não é conforme à doutrina da Igreja, não podendo portanto ser utilizada como válida expressão da doutrina católica nem para a direção espiritual e formação, nem para o diálogo ecuménico e inter-religioso”.

A íntegra do texto do documento da Congregação para a Doutrina da Fé

Notificação sobre o livro "Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics", Irmã Margaret A. Farley, R.S.M.

Introdução

A Congregação para a Doutrina da Fé, depois de um primeiro exame do livro da Irmã Margaret A. Farley, R.S.M., Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics (New York: Continuum, 2006), endereçou à autora por meio dos bons ofícios de Irmã Mary Waskowiak, então Superiora Geral das Sisters of Mercy of the Americas, com carta de 29 de março de 2010, uma avaliação preliminar abrangente, indicando os problemas doutrinais presentes no texto. A resposta de 28 de outubro de 2010, enviada pela Irmã Farley, não foi suficiente para esclarecer os problemas indicados. Como o caso se referisse a erros doutrinários presentes num livro cuja publicação se revelara causa de confusão entre os fiéis, a Congregação decidiu empreender um “exame para casos de urgência”, segundo o Regulamento para o exame doutrinal (cf. cap. IV, art. 23-27).

A propósito, depois da avaliação feita por uma Comissão de especialistas (cf. art. 24), a Sessão Ordinária da Congregação, em data de 8 de junho de 2011 confirmou que o livro em questão continha proposições errôneas, e que a sua divulgação implicava riscos de graves danos aos fiéis. Sucessivamente, com carta de 5 de julho de 2011, foi transmitida à Irmã Waskowiak a lista das proposições errôneas, pedindo que quisesse convidar a Irmã Farley a corrigir as teses inaceitáveis contidas no seu livro (cf. art. 25-26).

Com carta de 3 de outubro de 2011, a Irmã Patrícia McDermott, que entrementes se sucedera à Irmã Mary Wakowiak como Superiora Geral das Sisters of Mercy of the Americas, transmitiu à Congregação a resposta da Irmã Farley, acompanhada pelo próprio parecer e do de Irmã Waskowiak, em conformidade com o art. 27 do supracitado Regolamento. Esta resposta, avaliada pela Comissão de especialistas, foi submetida à Sessão Ordinária para discernimento, aos 14 de dezembro de 2011. Em tal ocasião, considerando que a resposta da Irmã Farley não esclarecia adequadamente os graves problemas contidos no seu livro, tomou-se a decisão de proceder à publicação desta Notificação.

1. Problemas de caráter geral

A Autora não apresenta uma compreensão correta do papel do Magistério da Igreja como ensinamento autorizado dos Bispos em comunhão com o Sucessor de Pedro, que guia a compreensão sempre mais profunda, por parte da Igreja, da Palavra de Deus, como se encontra na Sagrada Escritura, e transmitida fielmente pela tradição viva da Igreja. Ao tratar de argumentos de caráter moral, Irmã Farley ou ignora o ensinamento constante do Magistério ou, quando o menciona ocasionalmente, o trata como uma opinião entre outras. Uma tal posição não pode ser justificada de modo algum, nem mesmo ao interno de uma prospectiva ecumênica que a Autora deseja promover. Irmã Farley revela outrossim uma compreensão defeituosa da natureza objetiva da lei moral natural, escolhendo antes de argumentar partindo de conclusões seletas de determinadas correntes filosóficas ou com a sua própria compreensão da “experiência contemporânea”. Um tal modo de tratar não é conforme à genuína teologia católica.

2. Problemas específicos

Dentre os numerosos erros e ambigüidades do livro, é mister chamar a atenção para as posições a respeito da masturbação, dos atos homossexuais, das uniões homossexuais, da indissolubilidade do matrimônio e do problema do divórcio e das segundas núpcias.

Masturbação

Irmã Farley escreve: “A masturbação (...) geralmente não comporta nenhum problema de caráter moral. (...) Este é sem dúvida o caso de muitas mulheres que (...) encontraram um grande bem no prazer buscado consigo mesmas – e talvez exatamente na descoberta das suas próprias possibilidades em relação ao prazer -, algo que muitas nem tinham experimentado e nem mesmo conhecido no tocante às suas relações sexuais ordinárias com maridos ou amantes. Neste sentido, é possível afirmar que a masturbação de fato favorece as relações muito mais do que as obstacula. Por isso a minha observação conclusiva é que os critérios da justiça, assim como os apresentei até agora, pareceriam aplicáveis à escolha de provar prazer sexual auto-erótico somente enquanto esta atividade pode favorecer ou danificar, mantém ou limita, o bem-estar e a liberdade de espírito. E esta resta amplamente uma questão de caráter empírico, não moral” (p. 236).

Estas afirmações não são conformes à doutrina católica: “Na linha duma tradição constante, tanto o Magistério da Igreja como o sentido moral dos fiéis têm afirmado sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado». «Seja qual for o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das normais relações conjugais contradiz a finalidade da mesma». O prazer sexual é ali procurado fora da «relação sexual requerida pela ordem moral, que é aquela que realiza, no contexto dum amor verdadeiro, o sentido integral da doação mútua e da procriação humana. Para formar um juízo justo sobre a responsabilidade moral dos sujeitos, e para orientar a ação pastoral, deverá ter-se em conta a imaturidade afetiva, a força de hábitos contraídos, o estado de angústia e outros fatores psíquicos ou sociais que podem atenuar, ou até reduzir ao mínimo, a culpabilidade moral.”

Atos homossexuais

Irmã Farley escreve: “Do meu ponto de vista (...), as relações homossexuais o os atos homossexuais podem ser justificados, de acordo com a mesma ética sexual, exatamente como as relações e os atos heterossexuais. Por isso, as pessoas com inclinações homossexuais, assim como os seus respectivos atos, podem e devem ser respeitados, indiferentemente de haver ou não a alternativa de serem diferentes” (p. 295).

Tal posição não é aceitável. A Igreja Católica, de fato, distingue entre pessoas com tendências homossexuais e atos homossexuais. Quanto às pessoas com tendências homossexuais, o Catecismo da Igreja Católica ensina que as mesmas devem ser acolhidas “com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta”. No entanto, quanto aos atos homossexuais o Catecismo afirma: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados”.

Uniões homossexuais

Irmã Farley escreve: “Legislações sobre a não discriminação dos homossexuais, como também sobre os casais de fato, as uniões civis e os matrimônios gay, podem ter um papel importante na transformação do ódio, da marginalização e da estigmatização de gays e lésbicas, o que se reforça ainda hoje com ensinamentos a respeito do sexo “contra a natureza”, desejo desordenado ou amor perigoso. (...) Uma das questões mais urgentes do momento, diante da opinião pública dos Estados Unidos, é o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo – equivale a dizer a concessão de um reconhecimento social e de uma qualificação jurídica às uniões homossexuais, sejam masculinas ou femininas, comparáveis às uniões entre heterossexuais” (p. 293).

Tal posição é oposta ao ensinamento do Magistério: “A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade”. “Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça. Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimônio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência”.

Indissolubilidade do matrimônio

Irmã Farley escreve: “A minha posição pessoal é que o empenho matrimonial seja sujeito à dissolução pelas mesmas razões fundamentais pelas quais todo empenho permanente, extremamente grave e quase incondicionado, pode cessar de exigir um vínculo. Isto implica que existam de fato situações nas quais as coisas mudaram demais – um ou os dois partner mudaram, a relação entre eles mudou, a razão original do seu compromisso recíproco parece completamente extinta. O sentido de um compromisso permanente é ademais exatamente aquele de vincular a despeito de todas as mudanças que podem aparecer. Mas é possível de sustentá-lo sempre? É possível sustentá-lo apesar de mudanças radicais e imprevistas? A minha resposta é: às vezes não é possível. Às vezes a obrigação pode ser desfeita e o compromisso pode ser legitimamente modificado”(págs. 304-305).

Uma opinião semelhante está em contradição com a doutrina católica sobre a indissolubilidade do matrimônio: “Pela sua própria natureza, o amor conjugal exige dos esposos uma fidelidade inviolável. Esta é uma consequência da doação de si mesmos que os esposos fazem um ao outro. O amor quer ser definitivo. Não pode ser «até nova ordem». «Esta união íntima, enquanto doação recíproca de duas pessoas, tal como o bem dos filhos, exigem a inteira fidelidade dos cônjuges e reclamam a sua união indissolúvel». O motivo mais profundo encontra-se na fidelidade de Deus à sua aliança, de Cristo à sua Igreja. Pelo sacramento do Matrimônio, os esposos ficam habilitados a representar esta fidelidade e a dar testemunho dela. Pelo sacramento, a indissolubilidade do Matrimônio adquire um sentido novo e mais profundo. O Senhor Jesus insistiu na intenção original do Criador, que queria um matrimônio indissolúvel. E abrogou as tolerâncias que se tinham infiltrado na antiga Lei. Entre batizados, o matrimônio rato e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano, nem por nenhuma causa, além da morte”.

Divórcio e segundas núpcias

Irmã Farley escreve: “Se há filhos do matrimônio, os ex-cônjuges deverão ajudar-se reciprocamente por anos, talvez por toda a vida, no projeto familiar empreendido. De qualquer modo, as vidas de duas pessoas uma vez casadas continuam marcadas pela experiência do matrimônio. A profundidade daquilo que resta admite graus, mas algo resta. No entanto, aquilo que resta impede um segundo matrimônio? Acho que não. Qualquer tipo de obrigação que implique um empenho não deve incluir a proibição de um novo matrimônio – pelo menos não tanto quanto a ligação atual entre os esposos resulte numa tal proibição para quem continua vivo depois da morte do cônjuge” (p. 310).

Tal visão contradiz a doutrina católica que exclui a possibilidade de segundas núpcias depois de um divórcio: “Hoje em dia e em muitos países, são numerosos os católicos que recorrem ao divórcio, em conformidade com as leis civis, e que contraem civilmente uma nova união. A Igreja mantém, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo («quem repudia a sua mulher e casa com outra comete adultério em relação à primeira; e se uma mulher repudia o seu marido e casa com outro, comete adultério»: Mc 10, 11-12), que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro Matrimônio foi válido. Se os divorciados se casam civilmente, ficam numa situação objetivamente contrária à lei de Deus. Por isso, não podem aproximar-se da comunhão eucarística, enquanto persistir tal situação. Pelo mesmo motivo, ficam impedidos de exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação, por meio do sacramento da Penitência, só pode ser dada àqueles que se arrependerem de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometerem a viver em continência completa.”

Conclusão

Com esta Notificação, a Congregação para a Doutrina da Fé expressa profundo pesar pelo fato de que um membro de um Instituto de Vida Consagrada, a Irmã Margaret A. Farley, R.S.M., afirme posições em contraste direto com a doutrina católica no âmbito da moral sexual. A Congregação previne os fiéis de que o livro Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics não é conforme à doutrina da Igreja e portanto não pode ser utilizado como válida expressão da doutrina católica nem para a direção espiritual e formação, nem para o diálogo ecumênico e inter-religioso. A Congregação deseja além disso encorajar os teólogos a fim de que prossigam na tarefa do estudo e do ensinamento da teologia moral em plena conformidade com os princípios da doutrina católica.

O Sumo Pontífice Bento XVI, durante a Audiência concedida ao abaixo assinado Cardeal Prefeito, em data de 16 de março de 2012 aprovou a presente Notificação, decidida na Sessão Ordinária desta Congregação em data de 14 de março de 2012, e mandou que se publicasse.

Roma, da Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 30 de março de 2012.

William Cardeal Levada
Prefeito

+ Luís F. Ladaria, S.I.
Arcebispo tit. de Thibica
Secretário

Vaticano critica freira por defender masturbação e homossexualidade em livro




Do site Notícias Cristãs e o blogueiro comenta


O Vaticano condenou oficialmente nesta segunda-feira o livro da religiosa americana Margaret A. Farley (foto) por sua tolerância à união homossexual, à masturbação e ao divórcio seguido de um novo matrimônio.
Em nota oficial, a Congregação para a Doutrina da Fé solicitou aos católicos que não consultem o livro "Just Love. A Framework for Christian Sexual Ethics" ("Apenas Amor. Estrutura da Ética Sexual dos Cristãos", em tradução livre) porque, segundo o comunicado, não corresponde à posição da Igreja.
"Não está em conformidade com a doutrina da Igreja", destacou a nota divulgada pela assessoria de imprensa da Santa Sé. Para a congregação, o livro, publicado em 2006, contém "erros doutrinais cuja publicação causou confusão entre os fiéis", razão pela qual decidiu realizar um posterior "exame com procedimento urgente", que confirmou que suas "proposições são errôneas".
As autoridades do Vaticano solicitaram a Farley, em uma carta de 5 de julho de 2011, que corrija "as teses inaceitáveis" de seu livro, o que não aceitou fazer.
A religiosa, professora de ética, defende a masturbação, que permite "às mulheres descobrir sua própria capacidade para o prazer, algo que algumas não descobriram e nem sequer conheceram em suas relações sexuais cotidianas com seus maridos ou amantes", escreveu.
"A masturbação geralmente não implica nenhum problema de caráter moral", argumenta.
Sobre a homossexualidade, a freira, que apoia o casamento entre pessoas do mesmo sexo, pede que tais relações sejam respeitadas e considera que as pessoas devem "ter a possibilidade de a escolher ou não".
Em relação ao divórcio, Farley diz que, diante das transformações "inesperadas" vividas pela sociedade e pelos casais, a "indissolubilidade do matrimônio" pode ser colocada em questão.
Às vezes, o casamento pode "se dissolver" e o compromisso para toda a vida "mudar de maneira legítima", afirma a religiosa. A freira explica que casais com filhos ficam marcados para sempre pela experiência, mas isso não implica "a proibição de um novo matrimônio".
Diante das posturas liberais da freira, as autoridades da Igreja católica citaram cada um dos pontos abordados e se referiram ao catecismo e aos Evangelhos para rebater tais posicionamentos.
"A masturbação é um ato inerente e gravemente desordenado", reitera a Santa Sé, que recorda que "o uso deliberado da capacidade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade, seja qual for o motivo que o determine".
A condenação do Vaticano foi aprovada pelo papa Bento XVI.
Na sexta-feira passada, o Conselho Nacional da Conferência de Líderes de Mulheres Religiosas (LCWR, na sigla em inglês), que conta com 1.500 delegadas para representar 57.000 freiras, criticou a condenação do Vaticano, que qualificou como "sem fundamento" e fruto de "um processo obsoleto".
Frente ao protesto, o Vaticano divulgou a nota de quatro páginas em cinco idiomas.

Comentário do Blog: Como disse no post anterior, como fica a questão da fidelidade a igreja?Vai pro lixo?E mais, aqui no Brasil, livros que falam de forma fiel a doutrina da igreja, leva o imprimatur ou seja a autorização de um bispo ou de autoridade competente.No proximo post, o blogueiro irá colocar o que o Vaticano disse.

Freiras criticam relatório do Vaticano, chamando-o de infundado e causador de escândalo


Por Michelle Boorstein
Washington Post

Alguns membros da Conferência de Mulheres Religiosas
dos Estados  Unidos

Depois de uma reunião especial nesta semana em Washington, o Conselho de 21 membros de liderança da Conferência de Mulheres religiosas, emitiu uma declaração dizendo que o relatório do Vaticano é "infundado" e; que ele tem "causado escândalo e dor" e exacerbada polarização em toda a Comunidade da Igreja Católica.
O conselho da conferência, cujos membros representam a grande maioria das 57.000 freiras americanas, reuniu-se durante três dias para preparar uma resposta ao relatório Vaticano que acusa o grupo de "feminismo radical" e de comprometer publicamente a liderança dos Bispos.
A conferência que tem 1.500 membros ao todo vai se reunir em agosto para determinar mais especificamente como reagir, mas a declaração de sexta-feira foi uma reação não habitualmente corajosa, impondo a doutrina do Vaticano e parecia implicar que as mulheres podiam optar pela rebelião.
"As sanções impostas foram desproporcionais em relação às preocupações levantadas e poderiam comprometer a habilidade [das freiras] para cumprir sua missão", disse na declaração de sexta-feira.
O relatório de Abril da Congregação para a doutrina da fé, atribuído a um arcebispo de Seattle para supervisionar a "reforma" da Conferência de liderança, que inclui possivelmente a alteração do estatuto delas e quem fala em eventos do grupo.
Em questão, no relatório do Vaticano  há afirmações de que a Conferência de liderança tem se desviado demais das normas da Igreja e das prioridades dos Bispos, incluindo se manter opostas ao casamento homossexual e ao ministério de gays e lésbicas. A Conferência centrou-se muito mais em questões como a reforma da pobreza, da imigração e espiritualidade pessoal. Ele não enfatiza alguns assuntos dos quais priorizam os Bispos, incluindo combate ao mandato [do Presidente Barack Obama] na casa branca, exigindo que os empregadores providenciem contracepção em pacotes de cuidados de saúde.
Após a declaração desta sexta-feira, notaram-se dezenas de vigílias que foram realizadas em todo o país em apoio das freiras nas últimas semanas.
O Conselho de administração, disse, "acreditamos que questões de fé e justiça que capturam o coração das irmãs católicas, são claramente partilhadas por muitas pessoas ao redor do mundo. Como a Igreja e a sociedade enfrentam tempos tumultuados, o Conselho crê imperativamente que estas questões serão abordadas por toda a Comunidade-Igreja num clima de abertura, honestidade e integridade."
A declaração diz que a Presidente da Conferência, Irmã Pat Farrell e, a diretora executiva, Irmã Janet Mock, irão retornar a Roma, no dia 12 de Junho para se reunir com as autoridades sobre as preocupações das mulheres. Algumas pessoas próximas à Conferência de liderança dizem uma opção que as mulheres consideraram na reunião desta semana foi romper com sua identidade, que lhe caracteriza como um organismo aprovado de Igreja, mas que esse resultado parecia muito improvável.
A reação ao relatório do Vaticano revela as tensões atuais entre muitos católicos americanos, principalmente, como autoridades da Igreja devem participar de política partidária e quais devem ser as prioridades da Igreja. Papa Bento XVI e seu antecessor, concentraram-se em esclarecer os exigentes ensinamentos e declarações da Igreja — tais como hospitais e escolas — promover totalmente posições oficiais da Igreja, especialmente sobre sexualidade, casamento tradicional e contracepção.
Enquanto muitos católicos têm se reunido para apoiar a Conferência de liderança, outros — incluindo algumas freiras — têm comemorado o que enxergam como a repreensão adequada às mulheres acusadas de prejudicar a unidade da Igreja Católica. Relatórios demográficos recentes mostram que muitos católicos americanos vêm deixando a fé, que os especialistas mais tradicionais atribuem à confusão sobre o que a Igreja verdadeiramente ensina e uma forte inclinação nas últimas décadas no relativismo.
A vida espiritual dos membros da liderança "é mais provavelmente influenciada pelo Eneagrama e Deepak Chopra do que por Teresa de Ávila e Edith Stein," escreveu no mês passado, George Weigel, um estudioso católico. "As noções delas de ortodoxia são colocadas como gentil e suavemente inovadora; e relação delas com a autoridade da Igreja têm de ser mais adequadamente descrita como um desprezo mal escondido."
Comentário do Blog: Já passou da hora do Vaticano "Enquadrar" essas mulheres que estão desobedecendo o Magistério da Igreja.Chega a ser ridículo essas senhoras e senhoritas 'exigirem' alguma coisa. Todo padre, todo membro de congregação, seja ela feminina ou masculina, qualquer leigo que trabalhe na Igreja tem de manter fidelidade as palavras de Jesus, ao Papa e doutrina católica.A Igreja Católica tem a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida ApostólicaEste instituto que, inclusive, tem como prefeito, o brasileiro Dom João Braz Cardeal Aviz, que foi Arcebispo de Brasília, objetiva exatamente, regular todos os aspectos da vida consagrada: vida cristã, vida religiosa, vida clerical; é de caráter pessoal; não tem limites territoriais; alguns determinados assuntos de seus membros, porém, são repostos à competência de outras Congregações.Portanto, nada é solto na Igreja e essas freiras precisam ter um freio já

Dar a Deus o que é de Deus como São Bonifácio.


Leniéverson Azeredo Gomes

Xilogravura da passagem de Mc 12,13-17

Como se sabe, os fariseus eram homens versados na Lei Divina e na Lei de Moises, mas tinham muita dificuldade de aplicá-la com a misericórdia e, em outros casos, não correspondiam em atitude prática o que defendiam em suas teses. A fé deles, ou seja, dos fariseus era carregada de uma ausência de obras, apenas na disseminação de teoria.
Hoje, o evangelho do dia, Mc 12, 13-17, traz até nós, um exemplo  de como os fariseus queriam sempre colocar Jesus a prova, só que desta vez a mando de autoridades locais. No versículo 14, os fariseus começam tecendo elogios sobre o fato de que Jesus era o verdadeiro santo de Deus, não fazia distinção de pessoas e ensinava a verdade revelada às mesmas. Depois da bajulação, disparam com a pergunta: “É permitido ou não pagar imposto a César? Devemos pagar ou não?”.
Nos versículos seguintes, podemos reparar que Jesus ao ver cada vez mais, os fariseus O testarem, havia mandado que eles trouxessem uma moeda para que seja vista pelos tais entendidos da lei de Moisés. Assim, que a moeda foi trazida, Jesus perguntou aos fariseus qual imagem estava impressa na moeda e eles responderam que era de César.
Então, o Filho de Deus, prontamente argumentou: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. Os tais fariseus ficaram imensamente admirados ao se depararem com tanta sabedoria, mas esta fala de Jesus não fez com que aqueles versados na Lei desistissem de arguir o Mestre.
Vamos entender como, através dessa passagem, Jesus conseguiu a admiração, mas não o convencimento definitivo da sacralidade de Cristo. Desde o princípio da história Cristã, a afirmação do “senhorio do Filho de Deus sobre o mundo e sobre a história” (Ap 11, 15) significa também o reconhecimento de que o homem não deve submeter sua liberdade pessoal, de maneira absoluta, a nenhum poder terrestre, mas somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus Cristo: César não é “o Senhor”  - lembrem-se de Mc 12, 17. A Igreja Católica crê que “a chave, o centro e o fim de toda a história humana se encontra em seu Senhor e Mestre”. (Constituição Dogmática Gaudium et Spes 10, 2; confiram também no 45,2).
César era um imperador romano, mas não era Deus. César tinha um reino que, extrapolava territorialmente as fronteiras de Roma, mas o Reino de Jesus-Deus não era deste mundo e Ele sempre nos ensinava a buscar em “primeiro lugar o Seu reino e as outras coisas seriam acrescentadas”.(Mt 6,33)
De acordo com o artigo 2242, do Catecismo da Igreja Católica, “o cidadão é obrigado em consciência a não seguir as prescrições das autoridades civis quando estes preceitos são contrários às exigências da ordem moral, aos direitos fundamentais das pessoas ou aos ensinamentos do Evangelho. A recusa de obediência às autoridades civis, quando suas exigências às da reta consciência, funda-se na distinção – ou acepção – entre o serviço a Deus e o serviço à comunidade política”. O que o Catecismo da Igreja Católica quer nos orientar é “ mais aconselhável obedecer antes a Deus que aos homens”.(At 5,29)
Muitos santos venerados pela Igreja Católica morreram, pois, tinham por preferência obedecer mais a Deus do que autoridades humanas ditas competentes. Mas valia “morrer do que pecar”. São Bonifácio, santo alemão que liturgicamente se comemora hoje, dia 5 de junho, foi monge beneditino e um grande missionário que deu seu ‘sangue, suor e lágrimas’ pelo evangelho. 
Vitral de São Bonifácio 
Reconhecido pelo título de “Apóstolo da Alemanha” e o “Evangelizador de países como a França”, foi martirizado por pagãos armados apareceu e assassinou São Bonifácio  – leia a história de vida dele aqui- , quando era Arcebispo em uma diocese alemã, onde realizava um intenso trabalho de evangelização sobretudo com a comunidade frísia.  E você quer dar sua vida a César ou Deus? Quem é o seu Senhor? A escolha é totalmente sua.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O construtor, os vinhateiros homicidas e você



Leniéverson Azeredo Gomes

A Igreja Católica nos trás liturgicamente a parábola dos vinhateiros homicidas (Mc 12,1-12). Narrada por Jesus, aos sumos sacerdotes, mestres da lei e anciãos,  ela conta a história de um homem que plantou uma vinha, a cercou com lagar e construiu uma torre de guarda, arrendou a alguns agricultores e viajou para longe. Na época da colheita, mandou vários empregados que foram espancados e humilhados pelo agricultor. O plantador da vinha, sabendo do que aconteceu a os empregados dele, julgou-se esperto e, resolveu mandar, desta vez, o filho dele, mas diferente dos outros, o mataram, porque ele era o herdeiro.
Amados, a carta de São Paulo apóstolos aos Coríntios, capítulo terceiro, versículo nono, fala que a Igreja é a grande lavoura ou campo de Deus. Isso nos ajuda a entender alguns aspectos iniciais da parábola ( cf. Mc 12,1-9), onde Jesus é o “verdadeiro plantador da videira ou vinha, que objetiva dar a vida e fecundidade aos ramos, quer dizer, a nós, que pela Igreja permanecemos nele, sem o qual nada podemos fazer”( Jo 15, 1-5).
A fim de que os ramos cresçam, Jesus, o Filho de Deus, designa e, posteriormente envia seus servos para cuidar dessa vinha. Os servos dos quais são enviados por Jesus, são considerados “os bem-aventurados que sofrem calúnia e perseguição e, lhes são dirigidos todo tipo de difamação.”(Mt 5,11).
De fato, esta Igreja, formada por essa assembleia de fiéis é chamada a trabalhar nesta vinha verdadeira, cujo viticultor ou vinicultor é o próprio Cristo. O nome do filho de Deus gera, por exemplo, “divisão entre crentes e não crentes” (Mt 10,35), sinais evidentes de “contradição e paradoxo com ideologias e doutrinas estranhas a verdade revelada, queda e elevação de muitos na face da Terra”. (Lc 2,34).
Grosso modo, a Igreja também é chamada de “Construção de Deus”. Assim, Jesus, na parábola, auto compara-se à pedra que os construtores rejeitaram e se transformou na pedra angular.
A pedra angular é o fundamento desta Igreja construída pelos apóstolos, com o intuito de Deus receber a consistência e coerência, mas de ensinar que, devemos pregar que o Filho d´Ele foi crucificado e como sofrer as consequências – leia-se martírio – dessa ação de pregar esta boa nova.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Encontro de universitários brasileiros sobre "educação e cultura"


Leiam esta notícia e este blogueiro comenta no final

Brasília (Rádio Vaticano) - O Bispo referencial do Setor Universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Tarcísio Scaramussa, anunciou no dia 30 de maio o tema e o lema escolhidos para o 2º Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos (EBRUC). O tema escolhido é “Educação e Cultura: areópagos da missão”, e o lema “Falamos daquilo que sabemos, testemunhamos o que vimos”, expressão baseada no Evangelho segundo São João.
O encontro será realizado de 12 a 14 de outubro, em Curitiba (PR), e a expectativa dos organizadores é que mais de 500 pessoas participem do evento.
Dom Tarcísio destacou que o tema e o lema do Encontro constitui um grande estímulo para os jovens, chamando-os a serem protagonistas da evangelização no meio universitário.
“A escolha deste tema coloca no centro do próximo EBRUC a Educação e a Cultura como espaços da missão evangelizadora da Igreja e de cada cristão. Este espaço é definido sugestivamente como um areópago, expressão que remonta à Grécia antiga, e que foi assumindo significados diferentes, de acordo com a evolução política”, afirmou o Bispo.
O tema ressalta, portanto, “que a Igreja, através de seus membros individualmente, e de seus grupos e instituições organizadas, também se faz presente no campo da Educação e da Cultura, como areópagos do nosso tempo, concretizando neles sua missão evangelizadora”.

Comentário do Blog: Num momento em que, os Diretórios Centrais Estudantis (DCE´s) das Universidades, e a União Nacional dos Estudantes (UNE), estão cada vez mais aparelhados por membros militantes e afiliados a partidos comunistas, é, mais que urgente a igreja, também definir-se e definir aos outros, que orientação ideológica quer seguir: ou a teologia da libertação embebida pelo marxismo ou viver sob o manto recomendado do Magistério da Igreja Católica Apostólica Romana.E, mais, fazer com que os jovens acadêmicos, principalmente os de origem católica, sejam constantemente instruídos e formados sobre a origens das primeiras universidades que foram fundadas pela igreja e que a fé não atrapalha a razão, uma não prejudica em nada a outra.Por isso, a importância de Pastorais Universitárias da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Movimento Universidades Renovadas(MUR-RCC)ligado a Renovação Carismática Católica .

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Seguir a Cruz: loucura inconsequente ou um ato amoroso de adesão a Cristo?


           Leniéverson Azeredo Gomes


“Eis que deixamos tudo e te seguimos”, essa frase foi dita por Pedro a Jesus, na parte final da passagem do “Jovem Rico”. Vocês viram nesta segunda, dia 28/05, que o rico recusou-se a desprender dos bens materiais para seguir Jesus, mostrando o quão difícil pessoas com posses entrar no Reino dos Céus.
              A Pedagogia do seguimento a Cristo sempre foi a do “se lançar”, do desapego aos planos e sonhos humanos, para se entregar de corpo e alma aos planos e sonhos divinos. No evangelho de hoje (Mc 10,28-31), Cristo nos aponta, que “quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mae, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida – casa, irmãos, mães, filhos, campos, com perseguições – e, no mundo futuro, a vida eterna”.
             Jesus certa vez disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por minha causa a ganhará de novo (...)”. (Mt 16, 24-25)   Amados,  para seguir o Mestre, temos que fazer certas renúncias. Deixar de lado concepções pessoais; projetos humanos; viver desejos e caprichos exteriores para “fazermos aquilo que Ele nos disser”(Jo 3,5).Tudo começa ou deveria começar dentro de uma casa, no seio de uma familia, onde pai e mãe, sendo os primeiros catequistas, “ensina a criança o caminho que ela deve seguir; de sobremodo quando envelhecer, dele não se há de afastar”(Pr 22,6).
          Mas nem sempre os país ensinam que se deve seguir a Jesus, que se deve renunciar coisas para viver segundo a vontade do Pai. Observem duas situações, descritas no evangelho que chamam a atenção e; também interferem no aceitar o seguimento de Jesus.
          A primeira situação está descrita em MT 10, 35, diz que  Jesus “veio para trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e o sogro, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa”. Oras, Jesus era e é o príncipe da paz (...) e fonte de eternidade e amor  (Is 9,6), aquele que se deu numa cruz por todos nós, mas, no entanto, muitos consideram  “ a linguagem da cruz uma loucura e por isso, se perdem” (1 Cor 1,18).
      Viver  e seguir a Cruz é, de fato, algo muito complexo para os que estão com o coração fechado, principalmente, no mundo de hoje, onde o materialismo, o subjetivismo, egoísmo ou egocentrismo, a concepção de que se a farinha é o pouca mas o pirão pessoal tem de vir sempre primeiro, dentre outras. E aí, amados, entra o segundo aspecto, que é a questão da porta estreita, descrita em Mt 7,13. Aqueles que compreendem a dimensão da cruz, entram por uma porta estreita, feita a medida para os escolhidos que buscam viver uma opção diferente do mundo. Aqueles que seguem a porta larga são os inimigos da Cruz, se acham autossuficientes, que não precisam de Deus para nada e, assim, vivem a vida a sua maneira, por isso, tendem a se perder e adentrar no ateísmo, agnosticismo, ceticismo ou falsas doutrinas. 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Cartaz indicativo da Jornada Mundial da Juventude para aqueles que desejam se hospedar no Rio de Janeiro

Foto: Querem participar da Jornada Mundial da Juventude e não sabe onde se hospedar, leiam este cartaz indicativo.

Ex braço direito de Edir Macedo na Igreja Universal, Renato Suhett renuncia ao título de bispo para ser consagrado padre na Igreja Anglo Católica





 Fonte: Crente Livre 


                 O ex bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Renato Suhett, foi ordenado a reverendo, cargo semelhante ao de padre, da Igreja Epsicopal Latino do Brasil, após renúncia ao episcopado na denominação liderada por Edir Macedo.
Renato Suhett ficou conhecido mundialmente como o braço direito do bispo Macedo, e por gravar dez CDs de música gospel.
Em seu histórico na Universal, Suhett chegou a comandar a igreja nacionalmente, e após romper com a denominação, se afastou. Tempos depois, retornou à igreja, foi novamente consagrado a pastor e se tornou responsável pela IURD no México.
Em 06/04/2012, Renato Suhett divulgou comunicado em seu blog pessoal anunciando sua ruptura com a IURD, abrindo mão “em caráter irrevogável, de renunciar ao episcopado” exercido na “Igreja Universal do Reino de Deus e em outras Igrejas”.
Suhett alegou ilegitimidade de seu cargo, pois segundo ele a consagração não se deu por um apóstolo com linhagem de sucessão: “A minha consagração [...] não apresenta validade, uma vez que não estamos de acordo com o método de trabalho ali [na Igreja Universal do Reino de Deus] realizado; por ter sido [a consagração]realizada fora da sucessão apostólica e numa Igreja que não se adéqua a nossa maneira de entender como deve ser realizado esta Obra, a qual, não sendo do homem, pertence ao Senhor Deus, sendo por Ele instituída e tendo Jesus Cristo, Nosso Senhor, como cabeça”.
A consagração de Suhett, que é casado, ao cargo de reverendo na Igreja Anglo-Católica, como é conhecida a Igreja Episcopal, se deu no último dia 20/05, na cidade de Esmeraldas, MG, pelo Arcebispo Anglo Católico Dom Lucas Macieira da Silva, segundo informações do blog Momento Verdadeiro.
De acordo com a descrição publicada pelo próprio Suhett, a Igreja Anglo Católica é uma dissidência da Igreja Católica Apostólica Romana, e segue tradições que incluem princípios católicos e protestantes.
Nota do Blog: Mostra o quão a Record está perdendo força e quanto seitas são absurdas.Apesar do nome, essa "coisa" não tem ligação alguma com a Igreja Católica Apostólica Romana.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Marcha das Vadias : eita troço esquisito ou marxismo provando que queima miolos.


Leniéverson Azeredo Gomes
















Aconteceu neste último sábado, dia 26 de maio, mais uma Marcha das Vadias, em várias capitais brasileiras e em outras cidades do mundo, como Toronto, no Canadá. O movimento, que começou a ser realizado no dia 3 de abril de 2011,  tem como objetivo, protestar contra a crença de que as mulheres que são vítimas de estupro pediram isso devido as suas vestimentas. Elas costumam, nessas marchas, usarem seus corpos de forma bem provocantes como: ficar de calcinha ou sem calcinha, sutiã ou sem sutiã, usarem hábitos religiosos - como se vê na foto 1, que remete a contestação com o que elas chamam de “imposição” das igrejas cristãs, sejam elas católicas ou protestantes em temas como o direito ao aborto – escreverem no peito que “são putas, mas não querem ser estupradas por estarem vestidas de um jeito ou de outro” e por aí vai.
Ficheiro:Marcha das Vadias Brasília2011.JPG



Minha gente amiga, se nós voltarmos no tempo, mais especificamente, entre os anos 30 e 70, do século passado, pudemos acompanhar, lutas, que, segundo este blogueiro são legitimas como o direito ao voto e serem votadas (embora ainda haja pouca representação política no legislativo e executivo, como a eleição da primeira presidenta da república ) e a conquistarem um espaço digno no mercado de trabalho (embora ainda ganhem menos que os homens).
Na década de 70, algumas pessoas assistiram de “camarote”, grupos feministas queimarem calcinhas e sutiãs, no intuito de demonstrar a luta pela libertação do “status quo” (estado padrão) daquela época.
Devemos considerar justas todas as manifestações que lutem pela dignidade humana, dentre outras coisas, desde que não estejam apoiadas ou tendo suporte em sistemas ideológicos emburrecidos como o Marxismo Cultural.
O marxismo cultural defendia a tese que as classes, digamos assim, afetadas por injustiças devem lutar pelos seus direitos. Mas as integrantes da marcha das vadias são do sexo feminino ou da classe feminina? Ser ou não ser, eis a questão? Nessa hora, o escritor Shakespeare, estaria do túmulo nos sugerindo estas perguntas.
   Bom, a lutas de classes eram nada mais, nada menos é, para o marxismo geral, o embate por anseios entre a classe patronal e a classe trabalhadora (proletáriado). O marxismo cultural transpôs isso para a questão das minorias, sim, para o marxismo cultural gays, maconheiros, abortistas e integrante das marchas das vadias são classes indefesas que devem ou deveriam  ser protegidas.
Partindo desse principio, respectivamente, deveríamos chamar condutas, viciados, adeptos da cultura de morte de...classes. Muito curioso isso, não? Vejamos senhores e senhoras, as “vadias” foram a rua para ser não mais tratadas como seres sexuadas, mas como seres classistas. Isso e nós, temos que chupar essa manga.
Seria uma Vadia?
Curioso que este blogueiro, se lembra dos tempos de infância, quando via um desenho chamado “Mulher Maravilha”. Diana, nome real da personagem homônima ao desenho, nasceu na Ilha Paraíso habitada pelas antigas amazonas da mitologia, e não havia homens na ilha.
Quem sabe, em um lugar utópico e fictício como esse, as mulheres seriam mais felizes e em paz com sua ideologia descerebrada? Mas porque descerebrada? Não leve esse blogueiro a mal, mas esse tipo de manifestação não tem pé, nem cabeça ou assume contornos de paradoxos.
Por exemplo, vejam essa cena acontecida no Rio de Janeiro, mais exatamente na Igreja de Nossa Senhora de Copacabana. 


Um grupo de vadias descerebradas, entrou em um templo católico no meio de uma missa para proferir palavras como “É Madalena”!, “Ei, Papa, vai tomar no C....”, “Eu amo homem, eu amo mulher”. Na ocasião, policiais intervieram com sprays de gás de pimenta, mas....ninguém foi preso. Isso mesmo, minha gente mulheres que invadiram um templo católico com peitos amostra, mas não foram presas.A Sônia Abrão certamente diria que não foi nada demais, como no caso do uso de santos católicos  na parada gay no ano passado. (aff!).
Agora, se fosse o contrário se nós cristãos invadíssemos manifestações num espaço fechado, de gays, lésbicas, abortistas, maconheiros e feministas, hum........seria uma “Dona Encrenca” e renderia uma dor de cabeça para mais de metro. A PLC 122, contra a homofobia é um exemplo disso.
É meu povo, esses movimentos que flertam com ideologias de esquerda socialista, flertam também com a busca de super direitos, querem estar acima de tudo e todos, querem lutar contra supostas intolerâncias com reais intolerâncias contra instituições como a Igreja Católica, segundo lugar no índice de confiança da FGV, com 58% de crédito na praça, medida no último trimestre de  2011.Se mobilizar contra a corrupção e o mensalão, nada, né?Será, por quê?Debaixo desse angu, tem caroço.

Servir a Deus de Israel ou o Deus Mamom (Dinheiro)?

          O Evangelho litúrgico de hoje (MC 10,17-27), fala sobre o jovem rico, aquele que queria ganhar a vida eterna sem o desprendimento dos bens materiais.Deus sempre nos orienta que não podemos servir a dois senhores (Deus e o Dinheiro (Mt 6,24)), ou serve a um ou serve a outro, odiará a um ou amará a outro .E o jovem rico queria servir aos dois, mas Jesus foi taxativo "Mas te falta uma coisa: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, de forma que você possa ganhar um tesouro no céu.Depois é que você poderá me seguir" .
     De fato, amados Jesus sentia que os ricos tinham, como tem até hoje, mais dificuldade de servir a Deus, de se entregar ao seu amor.Deus não condena a riqueza, Deus condena quem se torna escravo do dinheiro. Essa é uma das passagens, que prova que a Teologia da Prosperidade, cultivada em seitas como a Universal do Reino de Deus, Mundial do Poder de Deus, Internacional da Graça, Sara Nossa Terra e Companhia, é antibíblico e não é amparado em lugar algum.Josué, em seu livro no Antigo Testamento, afirmou que, "Ele e a sua casa irão servir ao Senhor"(Js 24,15) e os seus mandamentos. E você, quer servir a Deus de Israel ou o Deus Mamom (Dinheiro)?

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O caso Marisa Lobo e algumas reflexões sobre liberdade de crença e de expressão.

Leniéverson Azeredo Gomes


Psicologa  curitibana Marisa Lobo


A Constituição da república federativa do Brasil, promulgada em 1988, dentre outras coisas, garantiu que parcelas da sociedade tivessem o direito assegurado a manifestação de sua ideologia, ou como afirma o preambulo da mesma “institui um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista (...), fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus”.
No que tange a religiosidade e as liberdades de expressão, a Carta Magna garante:
· Art. 5º : VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva; VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em e IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença e
·  Art. 216. Constitui patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem, dentre outras coisas, as formas de expressão.
Perceba-se que qualquer cristão que deseje manifestar, externar, publicar, expressar sua fé, tem o direito inalienável pela constituição e sem os expedientes de ridicularização, provocar calúnia, deboche ou exposição de visão caricaturada sobre a mesma.
É muito comum nos dias de hoje, determinados meios de comunicação, “retalhar!”, humilhar, pisar, fazer piadas sem graça com entrevistados ou personagens (como se diz em Jornalismo), com notória e convicta fé cristã e, em geral, sempre dando espaços sempre maiores, generosos e confortáveis aos intolerantes aos denodos do cristianismo. Muitas revistas, Jornais, sites de internet e programas de emissoras de TV´s demonstram exercer de forma escancarada uma forte militância, se é que não podemos dizer também uma grandiosa perseguição, respectivamente, contra e aos valores autenticamente cristãos.
Talvez o leitor possa estar se perguntando: como alguém tem a capacidade e a coragem de “trucidar” os valores cristãos, num país cuja história e quantidade de pessoas são cristãs? Como, por exemplo, programas de TV´s podem editar entrevistas, manipular falas para que, no final, o cristão sempre fique com a imagem de ser um lobo mal, o vilão? Como pode a produção desses programas usar o artifício de disseminação de caricaturas, de estereótipos do cristianismo carregados de ideologias escusas, muitas vezes, em rede nacional?
Quando se estuda a primeira fase da Teoria da Comunicação, encontra-se uma subteoria chamada hipodérmica. Ela se baseia no “conceito de "estímulo/resposta": quando há um estímulo (uma mensagem da mídia), esta adentraria o indivíduo sem encontrar resistências, da mesma forma que uma agulha hipodérmica penetra a camada cutânea e se introduz sem dificuldades no corpo de uma pessoa. Dessa forma, a mensagem não encontra resistências por parte do indivíduo, que as assimila e se deixa manipular de forma passiva”.
 Quando o meio de comunicação, através do dom de oratória e, o respaldo do emissor humano consegue disseminar ou enraizar sua ideologia ao receptor, é sinal que a informação é assimilada. Mas isso é tão ruim assim? Depende. Regimes ditatoriais de esquerda - leia-se, comunista ou socialista - utilizam grupos de comunicações estatais para defender somente um lado, normalmente o que se considera bom a ser divulgado em âmbito internacional. Grupos minoritários podem também, por exemplo, usar a credibilidade ou pseudo - credibilidade de alguns programas de emissoras de televisão para propagar suas ideologias, normalmente embebidas por conjecturas marxistas.
São os defensores do aborto, da união gay, da liberação da maconha, do ateísmo, muitos panfletos são considerados polêmicos pelos “progressistas”, não pela ideologia em si, mas por quem normalmente, em comum, são contrários a essa ideologia. Quem? Quem? Os cristãos, é claro.
Os cristãos são contrários a essas coisas e, por isso, com frequência, são chamados de reacionários, obscurantistas, conservadores, amantes da idade das trevas, os que gostam das coisas antiquadas ou obsoletas, entre outros adjetivos “elogiosos” sempre expressos com certo ódio e veemência.
Pois bem, vamos ao cerne da questão, nos últimos 9 anos – coincidentemente o número de anos em que o PT está governando o país – está se vivendo momentos de perseguição aos valores do Reino de Deus pela mídia, este blogueiro gostaria de destacar, principalmente por programas de TV´s seculares apresentados por humoristas de stand-up comedies e jornalistas tendênciosos.
O mais famoso dele, o CQC usou desse expediente manipulador para desempenhar uma campanha assombrosa contra Jair Bolsonaro e mais recentemente a psicóloga curitibana Marisa Lobo.No dia 8, de maio, o programa exibido pela Rede Bandeirantes e apresentado por Marcelo Tás e três humoristas de stand up comedies, a psicóloga foi convidada a participar, com outros dois participantes ( a homossexual Lanna Holder, uma pastora de uma seita pseudo cristã voltada para gays e o deputado baiano, mas eleito pelo voto de legenda, Jean Wyllys (PSOL-RJ)). O programa do dia abordou o projeto do deputado federal  João Campos, conhecido erroneamente por aquele que defende a cura de homossexualismo por psicólogos.
A psicóloga está sofrendo há meses um processo disciplinar do Conselho Federal de Psicologia, após este ser acionado por uma Organização não tão não governamental. Desde então ela tem sofrido duras críticas de ateus, militantes de defesa da liberalização da maconha, entidades abortistas e de defesa da ideologia LGBT. Em entrevista ao Blog “Gospel Mais”, a psicóloga afirmou que a exposição ao programa da Band, que segundo ela – e ao meu ver também – foi editado e armado, tem lhe gerado muitas adversidades:
“Já perdi muito, eu sei. Minhas palestras em universidades, tem sido boicotadas, e financeiramente perdi 70% dos meu rendimentos. Não sou sustentada por ninguém, por nenhuma igreja, vivo do meu trabalho, minha profissão, e estão destruindo tudo, apenas porque  me neguei a parar de dizer que Deus Cura, sara e liberta”.
Estão vendo, como são as coisas? Como é o nível da perseguição? O programa da Band se assemelha ao caso da Escola de Base (conheça o caso melhor aqui), ocorrida em 1994, quando donos de uma escola infantil foram acusados primeiramente pela imprensa e depois pela justiça de terem molestado crianças. Os proprietários do educandário infantil foram gradualmente arruinados imageticamente Semanas depois, se constatou que as denúncias eram inverídicas e descabidas. Mas o estrago já tinha sido feito. Todos os afetados pela falsa denúncia ficaram em depressão fortíssima e até hoje, 18 anos depois, os personagens afetados pela injustiça luta por indenizações e reparação de danos. A justiça já concedeu ganho de causa aos afetados quanto obrigando algumas empresas jornalísticas a pagar pesadas indenizações como se pode ver aqui e aqui, e outras ações, AINDA, repetindo, AINDA estão ‘rolando’ nos tribunais para que outras empresas sejam forçadas a pagar indenizações por danos morais, como se pode ver aqui.
Este blogueiro confessa que, num determinado momento de sua vida, acompanhava este programa, devido aquilo que se considera luta por um mundo sem corrupção e mais digno e o quadro “Top Five”. Mas, quando este mesmo blogueiro começou a perceber atitudes ‘panfletárias’ como a defesa das marchas da maconha e da união gay, decidiu não mais ver esse programa e outros do gênero em outras emissoras. Como se fala no catolicismo, o blogueiro teve que rezar o ‘ato de contrição’, pedindo a Deus piedade por ter cometido o pecado de não perceber certas coisas a tempo e ter ‘financiado’, ou seja, dando audiência esse programa tendencioso e contra a religiosidade cristã autêntica.
Esse blogueiro confidencia que ERA ídolo do professor Tibúrcio (personagem de Tas, no “Castelo Rá-Tim-Bum” ) e o Ernesto Varela (personagem de Tas que entrevistava pessoas nos anos 80). E repetindo, ERA, não É mais.
Como se sabe, Marcelo Tas – quão já foi dito, um dos apresentadores do CQC - tem uma filha lésbica, ele revelou isso no programa do dia 28 de março de 2011, onde o deputado federal Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista ‘ao lado’ da cantora e atriz, Preta Gil (filha de Gilberto Gil) falando também sobre homossexualismo.  Aqui não se está fazendo conjecturas depreciativas a filha dele, pois devemos amá-la em Deus de todo coração, mas a entrevista com Bolsonaro, também editada (apesar de a produção do CQC negar peremptoriamente), não surtiu o efeito esperado. Depois de passar pelo conselho de ética da Câmara, Bolsonaro foi absolvido.
A Psicóloga Marisa Lobo entrou com uma ação na justiça por reparação de danos pela edição do programa tendencioso, e, na opinião do blogueiro há chances de vitória, devido ao precedente  caso Rafinha X Wanessa Camargo, onde o então apresentador Rafael “Rafinha” Bastos disse, ipsis literis após um vídeo sobre a gravidez da filha do Zezé di Camargo, que “comeria ela e a criança”. Após ter perdido o processo, a cantora, quer dizer, o feto "entrou" com um recurso e ganhou.E o apresentador foi suspenso e depois teve que sair da emissora.Hoje está apresentando um programa na Rede TV!
É muito cômodo para uma produção de um programa de TV, convidar uma pessoa herética como a Lanna Holder, para representar um “novo olhar” cristão, uma visão não preconceituosa do cristianismo sobre a homossexualidade. Da mesma forma, que é cômodo chamar ícones de uma teologia protestante bem duvidosa como Ricardo Gondin ou grupos abortistas pseudo – católicos, como o Leonardo Boff e o Frei Betto - ícones da "teologia" pseudo católica da libertação -, como as “Católicas” pelo Direito de Decidir.
Mas há algo importante a ser destacado, recentemente foi divulgada uma pesquisa , trata-se do Índice de Confiança da Justiça - ICJBrasil, produzido pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. O resultado foi extremamente satisfatório as religiões e negativos aos programas de televisão. De acordo com o estudo, referente ao quarto trimestre de 2011, houve um crescimento de 4% na confiança em relação a Igreja Católica, de 54% foi para 58%, perdendo apenas para as Forças Armadas. Nota-se que a Igreja - que também marcou a disputa à presidência da republica no segundo turno das eleições – passou de 7º lugar no ranking de confiança nas instituições para a 2ª posição. No primeiro trimestre de 2010,  54% dos entrevistados disseram que a Igreja é uma instituição confiável em comparação com o segundo trimestre de 2010, quando 34% dos entrevistados deram essa resposta. Quanto aos programas de TV e as emissoras de TV, em si,  em média, são entrevistadas entre 1550 a 2000 pessoas.
Apesar da baixa confiança notada na pesquisa da FGV,  programas de TV, por sua característica natural hipodérmica, tendem a disseminar mensagens que  tem a capacidade real de produzir estragos na vida de uma pessoa, estimular pessoas a pichar patrimônios religiosos ou não ou ridicularizar portadores do autismo, a exemplo destes dois programas (aqui ou aqui e aqui) da  versão brasileira da MTV (Music Televison). Resultado: os quadros dos dois programas tiveram que ser retirados do ar como se pode ver aqui e aqui.
Nos casos descritos pelo parágrafo acima, tudo é explicado pela produção ou apresentadores como "ironia", uma "brincadeira", que "não se pode ter limites para humor", que a "defesa do politicamente correto é ridícula".
Entretanto, o que eles fazem, na verdade, são atos irresponsáveis que, muitas vezes, são apoiados por seus "fiéis seguidores", que atuam na defesa dos programas nas redes sociais, pois normalmente, os apresentadores e a produção desses programas não dialogam ou interagem com o cidadão comum nessas redes sociais, que não fazem parte do mundo alternativo desses programas.Assim, do jeito covarde é fácil, né?Parece que o caso da Escola Base, descrito acima não ensinou nada as emissoras de TV.