
Este blog tem o objetivo de defender e discutir a doutrina católica doa a quem doer, analisar a incoerência e a crise dos protestantes de forma apologética, propagar a responsabilidade social católica, recitar lindas poesias católicas, além de cutucar o dedo na ferida exposta da nossa democracia brasileira.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Se você não assistiu a participação do Padre Paulo Ricardo, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, nesta quarta-feira, dia 10, onde ele falou sobre o "Estatuto do Nascituro", assista o vídeo abaixo. É imperdível.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
19:35
4
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 9 de julho de 2013
Audiência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Camara dos Deputados, que discutirá o "Estatuto do Nascituro", e irá acontecer amanhã, dia 10 de julho, terá a presença de Padre Paulo Ricardo e, será transmitida pela TV Câmara.
Leniéverson Azeredo Gomes
O ilustríssimo Padre Paulo
Ricardo de Azevedo Júnior ( foto a direita), mestre em direito e apresentador do Programa "Oitavo Dia", na TV Canção Nova, estará presente na audiência da
Comissão de Direitos Humanos e Minorias, nesta quarta-feira dia 10 às duas horas da tarde.
O convite é tanto para
católicos quanto para evangélicos, judeus ou qualquer pessoa que defende a
vida, defende o nascituro. Salvem a vida!
Quem for de Brasília e puder
comparecer seria muito bom. Contamos com sua presença para representar o apoio
ao Padre Paulo.
Convide seus amigos!
Quem não morar em Brasília,
poderá assistir via TV Câmara dos deputados.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
18:30
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Santo do dia - Santa Paulina.
Santa Paulina, rogai a Deus por nós!
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
14:36
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Kit Peregrino da JMJ - Para aqueles que tem dúvida ou não sabe o do que é composto o Kit Peregrino da Jornada Mundial da Juventude, aqui vai a lista:
_______________________________________
Nota do Blog:
O cartão de alimentação e o cartão de transportes só serão dados para os que tiverem essa opção inclusa no
pacote de inscrição.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
11:38
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
CNBB cria nova regional que engloba cinco circunscrições do Estado de Tocantins
Direto da Sacristia

Foi criado neste domingo, o
Regional Norte 3, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, decisão feita
na 51ª Assembleia da CNBB, a partir do desmembramento do Regional Centro-Oeste,
o qual abrangia as unidades federativas de Goiás, Tocantins e Distrito Federal.
Dom Philip Dickmans (foto abaixo), Bispo de Miracema do Tocantis, exercerá a presidência do
Regional.
O 18º Regional da CNBB é
destinado ao estado do Tocantins nas suas cinco circunscrições eclesiásticas
sediadas nele: Palmas, Porto Nacional, Tocantinópolis, Miracema do Tocantins e
Cristalândia. O novo regional compreende 178 paróquias, 183 presbíteros
diocesanos, 30 presbíteros religiosos, 33 diáconos permanentes e 101
religiosas.
Dom Pedro Brito Guimarães (foto acima),
Arcebispo de Palmas, ressalta que "um Regional não é uma super diocese,
mas uma instância de colegialidade e de colaboração pastoral. Não possui uma
estrutura de poder e sim a de organismo vivo de comunhão e de serviço pastoral".
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
08:58
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sábado, 6 de julho de 2013
6 de julho - Santa Maria Goretti - Virgem e Mártir

Santa Maria Goretti, rogai a Deus por nós!
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
20:17
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
TESTEMUNHO DE CONVERSÃO DE UM EX ADVENTISTA À IGREJA CATÓLICA
Leiam esse testemunho, é imperdível, quem sabe o relato desse jovem, seja um grande estímulo para você.Acompanhem:
"Meu nome é Emerson Oliveira (foto), nasci num lar
católico. Minha família sempre foi católica praticante. Meus pais iam à missa
cotidianamente. Eu nasci assim. Meu pai, quando eu era ainda criança, me
dedicou a Deus, pedindo que eu fosse um pregador do Evangelho. Talvez seja por
isso que sempre esta vocação religiosa permeou meu ser. O nome que escolhi para
o meu testemunho, Cruzando o Tibre, tem a ver com a metáfora dos conversos à
Igreja Católica, que “cruzam o Tibre” (o rio que corta Roma), se bem que no meu
caso, como vão ver, foi mais um “retorno” à casa materna.
Desde criança sempre gostei de assuntos religiosos.
Quando tinha 12 anos eu, depois de chegar da escola, chamava meus amiguinhos
num jardim e eu os ensinava o catecismo. Sempre tive vontade de ensinar
religião. Eu amava fazer isso. Às vezes chegava a juntar até 7 amigos.
Minhas grandes influências em religião também foram
filmes religiosos, como Os Dez Mandamentos, de Cecil B. DeMille (meu filme
religioso favorito) e O Rei dos Reis, de Nicholas Ray. Esses e outros filmes
formaram boa parte de minha bagagem religiosa, pois eu sempre fui muito
atencioso ao lado espiritual. Depois esta vocação foi se desenvolvendo e até
pensei em ser monge redentorista, no Seminário Santo Afonso em Aparecida do
Norte. Sempre gostei de estudar hagiografia (vida dos santos) e ver filmes de
santos, como Santa Bernadette Soubirous (tenho vários filmes religiosos, como
este ‘A Canção de Bernadette’). Com 13 anos eu fiz minha Primeira Comunhão e
Crisma. Foram épocas muito felizes. Mas infelizmente, depois dos 16 anos, eu
deixei às vezes de ir à missa.
Mas em 88 algo aconteceu. Eu estava passando por um
momento delicado, de depressão. Eu sempre tive esses problemas com questões
sentimentais, e às vezes isso passava para depressão. Cheguei até a visitar
centro espírita e inclusive uma vizinha minha, querendo me ajudar, chamou uma
amiga médium para vir fazer uma “sessão” espírita aqui em casa. Imagine, uma
família católica tendo aquilo em casa! Católica digo praticante, pois minha mãe
tinha horror àquilo. Foi assustador. Sem entrar em detalhes, percebi que minha
situação havia piorado em vez de melhorado.
Isso foi numa tarde de sexta-feira. À noite, fui
para a escola, mas estava transtornado. Parecia que tudo tinha ficado louco; os
meus amigos viravam pra lá e pra cá, parecia uma bagunça e fiquei confuso. Mas
naquela noite, em casa, havia um pastor e um diácono da igreja Adventista da
Promessa (que é pouco conhecida pelas pessoas, que a confundem com a Adventista
do Sétimo Dia. Não é a mesma coisa. A IAP não aceita Ellen White, mas ensina
outras coisas iguais ao do adventismo) que estavam em casa vendendo Bíblias.
Nesta noite, eu contei o caso para ele e ele orou o Pai-Nosso e a partir desse
momento minha vida começou a melhorar.
Foi num domingo de junho de 1988 em que eu,
incrivelmente, cheguei até a dar uma passadinha, naquela tarde, numa “igreja
Universal do Reino de Deus”. Vi orações e até uma suposta “cura”. No fim, o
pastor aproveitou para pedir “dizimo” para os fiéis. À noite, fui à Adventista
da Promessa, que é aqui perto de casa, onde minha irmã tinha sido a primeira de
nossa família a freqüentá-la. Foi minha irmã que me persuadiu a ir nessa
denominação. Ela, que era católica, alegou que ia sair da Igreja Católica “para
ir para uma igreja mais organizada” como disse em suas palavras (ela com isso
queria dizer por ‘organizada’ uma igreja onde as pessoas eram ‘praticantes’
pois, segundo ela, via nem sempre bons testemunhos nos católicos).
Bom, naquela noite eu “aceitei Jesus”, como dizem.
Realmente, tive muitas coisas boas no adventismo (da Promessa) e não digo que
tudo que ensinam é errado. Infelizmente, estão equivocados em muitas coisas.
Com o tempo eu, que fui o segundo a ir para a
igreja da Promessa (como eles chamam), comecei a tentar trazer meus pais, que
ainda eram católicos, para a igreja. O pastor que nos trouxe à igreja usou de
métodos que hoje sei serem falaciosos, como ensinando que ‘na coroa do Papa
está escrito: Vicarius Fillis Dei, que soma 666; que a Igreja Católica queimou
bíblias, etc.’ e outras fábulas que usam como métodos de arregimentar
protestantes. Com meus argumentos, soando convincentes, pouco a pouco fui
trazendo-os para a adventista. Eles ainda oravam terço e eu explicava que a
Bíblia não ensinava nada daquilo. Eu, que era católico bem informado, havia me
transformado num dedicado defensor da Adventista da Promessa.
Eu era muito amigo do pastor que me trouxe a
adventista e até o considerava “meu pai na fé”. Com sua ajuda, trouxemos meu
pai (que foi o mais difícil para trazer à igreja adventista, pois ele era
católico convicto). Eu fui tão influente em trazer meus pais à adventista que
minha mãe me chamava de “a chave” (que os trouxe à adventista).
E assim foi e até levei meu irmão também à denominação.
Acabei levando meu pai, minha mãe e meu irmão. Somente duas irmãs ficaram sendo
católicas. Nós, minha irmã, meus pais e meu irmão, ficamos sendo adventistas da
promessa.
Eu fui um dedicado defensor da causa adventista,
tanto é que convidei um padre para vir aqui em casa debater com o pastor para
ver quem estava certo. Os ânimos estavam exaltados e eu estava crente na
adventista. Ficamos “felizes” quando parece que havíamos ganhado (e isso com o
pastor usando o Doutrinal, que é o manual de fé da Adventista da Promessa). Eu
era o único jovem da igreja, talvez, que mais saía com o pastor para dar
estudos bíblicos sobre o sábado. Eu era muito útil, pois tinha vastos
conhecimentos de História e outros assuntos, complementando os estudos nas
casas. Por isso o pastor me chamava.
Tivemos bons momentos na Adventista da Promessa. Eu
tive alguns cargos, como professor de Escola Bíblica e pregador. Cheguei a dar
palestras, eu e um amigo meu, tentando “provar” a guarda do sábado na História
(hoje eu acho isto engraçado. Eu estava já fazendo o método certo, mas com o
ensino errado, já nos anos de adventismo). Eu ensinei em palestras (modéstia à
parte, era um dos únicos a dar palestras assim) que ‘Constantino mudou o sábado
para o domingo, em 321’ e que ‘a Igreja Católica é a Grande Babilônia de
Apocalipse’. Enfim, eu era um adventista, só que com um pouco mais de
informações que a média. Ensinei e preguei várias vezes na igreja.
Eu sempre freqüentei algumas listas evangélicas, de
debates bíblicos. Nelas, alguns chegavam até a me chamar de “agente católico
infiltrado” visto eu defender às vezes mais a Igreja Católica do que o
protestantismo, nas discussões. Confesso hoje que eu fui um péssimo apologista
protestante, pois nunca defendi mesmo o Sola Scriptura e outros princípios da
Reforma. Eu não ligava, pois sempre para mim importava minha consciência de
defender o que era certo.
Em 2000 criei o site Logos, influenciado pela
revista Ultimato, sendo interdenominacional (não pertencente a nenhuma igreja,
defendendo apenas as doutrinas cristãs básicas). Nele, eu não coloquei uma só
linha defendendo o sábado. Já ia percebendo que eu também não estava sendo um
bom apologista do sábado na Net (apesar de meus profundos conhecimentos sobre a
doutrina do sábado) pois o Logos não faz apologia do sábado.
Com o tempo eu, que era ávido estudioso e
pesquisador, comecei a perceber que a IAP tinha uma presença pífia na Internet,
assim como seus membros (me refiro à comparação com outras membresias onde eles
são aplicados em debater doutrinas). Aquilo me desapontou pois eu pensei “ora,
se o sábado é tão digno de ser defendido, por que a IAP não aparece mais
incisivamente na Internet?” Sua ausência era notória e comecei a perceber que
isto era crônico.
Sempre fui dedicado aos estudos apologéticos: Pais
da Igreja, História da Igreja, apologética em geral, como podem ver parte em
meu site. E isto a Adventista da Promessa deixava muito a desejar (eu pensava:
‘ora, se esta é a verdadeira igreja, porque é tão pobre em conhecimentos
gerais?’ Se dependesse da IAP, eu não ia sequer conhecer os primeiros séculos
do cristianismo). Comecei a perceber que eu era um ‘estranho no ninho’ pois
parecia que meus estudos me faziam ser um tipo ‘extraterrestre’ na denominação.
Eu tentei várias vezes conclamar os jovens a estudarem sobre seitas e heresias,
mas eles desvaneciam rápido. Isto muito me chateou, pois eu gosto de reciclar
idéias.
Com o tempo comecei a perceber que a Adventista da
Promessa criava uma espécie de ‘redoma’ em torno das pessoas, quase alienando
das idéias externas. Não quero com isso ‘falar mal’ da IAP, como alguns
pastores alegaram, mas apenas expor a verdade. O fato é que a IAP (assim como
muitas denominações protestantes) estava totalmente despreparada para enfrentar
o desafio das seitas. Isto me deixou também frustrado, pois gosto de trocar
idéias, mas a IAP não me favorecia em crescimento intelectual. Eles dão muita
ênfase às experiências espirituais (falar em línguas) e dons do Espírito Santo,
mas são pouco afetos a estudos profundos. Só se “baseiam” mais na Bíblia e no
Doutrinal. No mais, são parecidos com qualquer denominação evangélica.
Certa vez, um advogado amigo meu, que é batista, me
disse: “Emerson, saia dessa adventista e vai para a batista. Lá darão mais
valor para sua inteligência”. Ele falou certo, mas a igreja errada. Se eu
saísse da adventista e fosse para qualquer denominação protestante (e olha que
visitei sempre a batista e a presbiteriana), estaria “trocando o seis pelo
meia-dúzia”, ou seja, saindo de um lugar para passar para o outro que crê a
mesma coisa – me refiro ao sola scriptura. Foi exatamente ao ver que toda
denominação protestante crê no ensino furado do SS que percebi que não
adiantaria eu trocar de lugar – ficaria na mesma. Somente uma Igreja que
estivesse fora do SS é que poderia estar certa e esta é a Igreja católica.
Durante este tempo na Adventista da Promessa eu
sabia (porque pesquisava bastante) que havia vários textos bíblicos que eram
delicados à posição da igreja, como Cl.2.16 mas eu, comodamente, fingia que
“não via”, ou aceitava sem pensar a interpretação da IAP de que eram ‘sábados
cerimoniais’. Dois livros que me influenciaram bastante foi alguma leitura de
“Ensaio sobre o desenvolvimento da Doutrina Cristã” do cardeal John Henry
Newman e Adventismo do Sétimo Dia Renunciado, de D. M. Canright (este me fez
diluir as últimas reservas adventistas).
A sensação que temos, na igreja, é de que a
“sensação” de estarmos com a verdade parece sobrepujar as evidências (quantas
vezes eu ouvia falarem que “nós temos a doutrina completa, pois temos os Dez
Mandamentos”). A Adventista da Promessa até que incentiva a leitura bíblica
mas, infelizmente, como muitas denominações protestantes e pentecostais, de uma
leitura fundamentalista e superficial. E eu sabia, como pesquisava teologia e
Ciências Bíblicas, que não se podia fazer assim.
Mas a grande virada aconteceu em 2006. Eu estava
examinando uma Lição Bíblica do ano de 2005, sobre o sábado e abstinência e uma
lição escrita pelo pastor que escreveu o Doutrinal (ele é visto com muito
respeito pelos IAPs, visto ter escrito esse livro) me deixou estupefato. Nela,
o autor, que aparentemente não sabia nada de grego, comentando sobre At.20.7
(que é uma grande prova para o domingo), chegou a afirmar que no grego “não
existe a expressão ‘primeiro dia da semana’”. Essa alegação foi tão ridícula
que qualquer professor de grego iria rir disso. Eu não podia acreditar. O autor
do Doutrinal, o manual de fé Adventista, cometendo um erro tão primário. Eu
tenho conhecimentos razoáveis de línguas bíblicas para estudar e vi que ele
estava errado! E vi outros erros semelhantes na lição, onde ele fazia de tudo
para distorcer o texto bíblico para defender o sábado.
Com minhas experiências em detectar erros nas
Testemunhas de Jeová, vi que ele estava cometendo o mesmo absurdo: não tinha
conhecimento nenhum de grego e estava se enveredando por uma área que não
conhecia. Depois eu procurei pastores da Central em São Paulo para conversar e
até escrevi para o presidente da igreja, mas não obtive respostas rápidas, onde
eles alegavam que estavam preocupados com ‘questões administrativas’.
Insisti várias vezes e escrevi para vários pastores
perguntando como o autor do Doutrinal pôde ensinar algo tão absurdo! As pessoas
confiam no que ele escreveu no Doutrinal! Mas não obtive respostas e as poucas
que tive foram respostas minguadas.
Isso me desencantou do adventismo. Eram os últimos
momentos.
Tentei de toda forma ainda salvar o adventismo,
dando direito de resposta aos pastores, mas não me respondiam (fiquei com a
ligeira impressão de que não gostam da Internet). Fiquei decepcionado. A igreja
que “tinha a doutrina completa” não conseguia defender sua doutrina maior – o
sábado.
Aqui, eu posso sumarizar meu roteiro assim:
1 – Eu já era católico com certa informação antes
de entrar na adventista, mas havia deixado de ir à missa;
2 – Fui na Adventista da Promessa em parte por uma
questão emocional, mas depois me tornei dedicado defensor do Doutrinal (o
manual de fé da Adventista da Promessa) dando até palestras. Mas aprendi depois
a separar o emocional do racional e isto, infelizmente, poucas pessoas fazem,
deixando só o emocional tomar conta;
3 – Mesmo como adventista eu nunca fui
anti-católico. Eu só não aceitava os ritos católicos porque havia sido
“convencido” de que eram meras invenções humanas. Meu remédio para sair disso
foi estudar a História da Igreja e Patrística, onde descobri que a crença da
Igreja primitiva não era nada adventista e sim, igual à Igreja católica. Não
mudou quase nada nesses 2000 anos;
4 – O adventista da promessa (ou o protestante no
geral) é condicionado mentalmente pelos pastores para pensar que os ensinos
católicos são invenções que não estão na Bíblia. Se fossem honestos consigo
mesmos, iriam perceber que a crença da Igreja primitiva era a mesma da Igreja
católica de hoje, no geral, como disse acima;
5 – Eu também era um leitor da Bíblia como
adventista, mas aprendi que tem de se ir além. A adventista, infelizmente, tem
uma leitura muito fundamentalista da Bíblia, lendo ao pé-da-letra muitos textos
que tem se ser entendidos somente com lingüística e exegese. Infelizmente,
poucas vezes faz uso disto;
6 – Eu comecei a perceber que os ataques
protestantes à Igreja, como “adoração de imagens, Maria, etc.” eram fruto de
uma má interpretação e concepção do ensino católico. Vendo em seu devido
contexto, o ensino católico faz total sentido. Eu percebi que o protestantismo
é uma invenção do séc. XVI;
7 – O único remédio para o adventista, ou o
protestante em geral (principalmente os evangélicos neopentecostais) é ESTUDAR
a História da Igreja e ver que a crença da Igreja primitiva é mais católica do
que gostariam de imaginar.
Finalmente, por causa da incongruência do autor do
Doutrinal em distorcer as línguas bíblicas para ensinar o sábado (um método
nada honesto) foi que me afastei da Adventista da Promessa. Percebi que se fecham
numa fortaleza imaginária e acham que o mundo está longe dali. Mas a questão é
a Igreja precisa estar inserida no mundo e não fora do mundo, para poder
influenciá-lo e a única Igreja que fez isto nestes 2000 anos foi a Igreja
católica. Tenho prazer em recitar o Credo e sei que, fazendo assim, estou
compartilhando a mesma crença da Igreja de 2000 anos".
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
13:18
5
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Lumen Fidei, a primeira encíclica escrita por dois Papas, é a apresentado nesta sexta-feira, dia 5, em coletiva de imprensa no Vaticano.
O documento é o primeiro a ser
escrito por dois Papas. Ele começou a ser desenvolvido pelo Papa Emérito Bento
XVI e depois contou com a contribuição do atual Papa, Francisco.
“À trilogia de Bento XVI sobre
virtudes teologais faltava um pilar. A Providência quis que o pilar que faltava
fosse um presente do Papa emérito ao seu sucessor e ao mesmo tempo um símbolo
de unidade, porque assumindo e levando ao cumprimento a obra iniciada pelo seu
predecessor, Papa Francisco dá testemunho com ele da unidade da fé”, declarou o
Prefeito da Congregação dos Bispos, Cardeal Marc Ouellet, presente na coletiva.
Segundo escreve o Santo Padre
na encíclica, a fé é um bem comum que ajuda a edificar a sociedade, levando a
esperança. E este é o coração da Lumen fidei. “Numa época como a nossa, a
moderna – escreve o Papa – em que o acreditar se opõe ao pesquisar e a fé é
vista como um salto no vazio que impede a liberdade do homem, é importante ter
fé e confiar, com humildade e coragem, ao amor misericordioso de Deus, que
endireita as distorções da nossa história”.
Para o Cardeal Ouellet(foto acima), a
encíclica apresenta verdadeiramente a fé cristã como uma luz proveniente da
escuta da Palavra de Deus na história. “Uma luz que mostra o amor de Deus no
trabalho para fazer uma aliança com a humanidade”
Link para a encíclica aqui
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
09:19
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Frase de filosofo e escritor holandês, diz muito sobre a crise, sobretudo a moral, educacional e econômica a que vive países como o Brasil.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
08:01
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Em seu artigo, o jornalista e filosofo, Olavo de Carvalho, faz duras críticas a escolha de escritores convidados para a Feira de Literária anual de Parati-RJ(FLIP).Ou: Quem é escritor de direita conservadora é barrado no baile das atividades literárias, um dos barrados é o Padre Paulo Ricardo.
| Olavo de Carvalho |
03/07/13 - Mais que um simples
escândalo literário e editorial, a FLIP deste ano é um delito de malversação de
dinheiro público do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Embratel, da
Petrobrás e da Eletrobrás.
Tentando justificar a ausência
de escritores liberais e conservadores na Festa Literária Internacional de
Paraty (FLIP) deste ano, assim se pronunciaram os seus mais destacados
representantes:
Miguel Conde, curador: “Não
acho que escritores associados à direita sejam numerosos. Tenho até dificuldade
em pensar em nomes.”
Sérgio Miceli, membro da
principal mesa de debates : “Bons pensadores à direita são peça rara no país.”
Milton Hatoum, conferencista
encarregado da palestra de abertura : “De escritor importante no Brasil, não me
lembro de nenhum de direita.”
Dada a relevância dos
personagens, não creio exagerar ao supor que suas opiniões e seu nível de
cultura exemplificam a média dos participantes, excetuada a hipótese, hedionda
mas plausível, de que ela vá daí para baixo.
Nesse sentido, a FLIP é a mais
espetacular amostra viva da completa destruição da alta cultura no país,
substituída pela tagarelice autopromocional de usurpadores e carreiristas
barbaramente incultos e infinitamente presunçosos, cuja sobrevivência no
cenário intelectual só se deve a três fatores: (1) proteção governamental, (2)
interbadalação mafiosa, (3) sistemática e preventiva exclusão dos adversários reais
e possíveis.
O fator 3 vem sendo aplicado
com tal perseverança, que acabou por moldar a cabeça dos seus mesmos
praticantes. Primeiro eles se recusam a falar de um autor, depois concluem, do
seu próprio silêncio, que ele não existe. Sua regra áurea é o argumentum ad
ignorantiam: “Tudo aquilo que eu não sei ou que esqueci é inexistente, nulo ou
irrelevante.”
Os três citados mostraram mais
ignorância da cultura brasileira do que se poderia tolerar – mas não aprovar –
em alunos de ginásio.
Não vou discutir com esses
palhaços. Vou fornecer ao leitor um breve mostruário daquilo que eles, tomando
a sua própria ignorância como medida da realidade, dizem ser inexistente ou
quase.
Eis aqui, colhidos a esmo, uns
poucos nomes de escritores e outros intelectuais brasileiros de ontem e de
hoje, todos mais que consagrados (muitos internacionalmente), tidos como “de
direita” seja por eles próprios, seja por seus detratores esquerdistas:
Afonso d’Escragnolle Taunay
Alberto Oliva
Ângelo Monteiro
Antônio Olinto
Antônio Paim
Arthur César Ferreira Reis
Augusto Frederico Schmidt
Bruno Garschagen
Bruno Tolentino
Carlos Lacerda
Cornélio Penna
Demétrio Magnoli
Denis Rosenfield
Diogo Mainardi
Dora Ferreira da Silva
Eduardo Gianetti da Fonseca
Eduardo Prado
Eugênio Gudin
Gerardo Mello Mourão
Gilberto de Mello Kujawski
Gilberto Freyre
Gustavo Corção
Heitor de Paola
Heraldo Barbuy
Ignácio da Silva Telles
Irineu Strenger
Ives Gandra da Silva Martins
João Camilo de Oliveira Torres
João de Scantimburgo
Joaquim Nabuco
Jorge Caldeira
José Américo de Almeida
José Guilherme Merquior
José Osvaldo de Meira Penna
Josué Montello
Júlio de Mesquita Filho
Leonardo Prota
Padre Leonel Franca
Lúcio Cardoso
Luís Viana Filho
Luiz Felipe Pondé
Machado de Assis
Manuel Bandeira
Maria José de Queiroz
Mário Ferreira dos Santos
Mário Guerreiro
Mário Vieira de Mello
Padre Maurílio Penido
Miguel Reale
Milton Campos
Nelson Rodrigues
Nicolas Boer
Octavio de Faria
Oliveira Lima
Oliveira Vianna
Otto Maria Carpeaux (primeira
fase)
Paulo Francis (segunda fase)
Paulo Mercadante
Padre Paulo Ricardo de Azevedo
Pedro Calmon
Percival Puggina
Plínio Barreto
Rachel de Queiroz
Reinaldo Azevedo
Renato Cirell Czerna
Ricardo Velez Rodriguez
Roberto Campos
Roberto Fendt Júnior
Rodrigo Gurgel
Romano Galeffi
Roque Spencer Maciel de Barros
Ruy Barbosa
Vicente Ferreira da Silva
Vilém Flusser
Wilson Martins.
![]() |
| Padre Leonel Franca |
| Padre Paulo Ricardo |
| Padre Maurílio Penido |
Faço a lista no improviso e de
memória, porque tenho alguma e porque estudei. Os anões da FLIP não sabem nada,
não são intelectuais exceto no sentido muito elástico e gramsciano do termo,
isto é, agentes de organizações de esquerda encarregados de “ocupar espaços” na
mídia, nas universidades e no movimento editorial e ali abrir vagas para seus
parceiros de militância, vetando o acesso de candidatos politicamente
indesejáveis. O establishment esquerdista recompensa-os generosamente ao ponto
de induzir cada um à ilusão de que é mesmo, como diria Léon Bloy, “aquilo que
se convencionou chamar de alguém” — e de que tudo o mais é um vasto ninguém.
Mais que um simples escândalo
literário e editorial, a FLIP deste ano é um delito de malversação de dinheiro
público do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Embratel, da Petrobrás e da
Eletrobrás. Pessoas que desconhecem a cultura brasileira não têm nenhum direito
de representá-la e de ser subsidiadas para isso pelos já tão espoliados e
exaustos contribuintes. A FLIP não é um acontecimento da esfera intelectual, é
só mais um episódio banal da corrupção avassaladora que tomou conta deste país.
____________________________________
Nota do blog:
É um absurdo um evento literário, de certa forma, pretender doutrinar as pessoas ao marxismo, mas a lista de escritores de direita, eu acrescentaria:
Professor Felipe Aquino
Padre Demétrio Gomes
Padre Zezinho
Augusto Cury
Reinaldo Azevedo
Augusto Nunes
E outros
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
21:55
3
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
O Blogueiro da Revista Veja, Ricardo Setti, publicou ontem, uma matéria falando sobre um protesto de evangélicos no Rio, nos dias 20 e 21 de julho contra os 'gastos' com a visita do Papa Francisco durante a JMJ.OU: Intolerância a Vista.
Leiam só, este absurdo e
intolerância.
A presidente Dilma Rousseff foi
informada na semana passada de que as principais igrejas evangélicas preparam
uma grande manifestação no Rio de Janeiro para o fim de semana de 20 e 21 de
julho, véspera da chegada do papa Francisco(foto) à cidade.
O objetivo dos religiosos é
reunir mais de 1 milhão de pessoas contra os gastos públicos com a visita do
líder católico, estimados em 120 milhões de reais.
Dilma até admite receber
lideranças evangélicas, mas não sabe o que poderia oferecer para evitar o
protesto.
______________________________________
Comentário do Blog:
Eu costumo dizer que
assuntos como esse são espinhosos, não na essência, mas sim, na sua razão de
ser. Parece a mesma coisa, não é. Com a reforma Luterana e, consecutivamente,
com o passar dos séculos e as divisões de Igrejas, os fiéis protestantes de
hoje aprenderam, a partir de uma apologética manipulada a criticar
negativamente tudo, ou quase tudo, que vem do catolicismo, desde a intercessão
dos santos até a primazia de Pedro. E costumam fazer isso, sem fazer juízo real
de valor. Pobres deles. Teologia e apologética repreendem coisas, pecados e
erros. Cristo era, é, e sempre será amor, mas o amor evangélico não passa a mão
na cabeça das pessoas, mas é misericordioso na maioria das vezes.O texto do
evangelho de São João 17,24, fala do apelo de Jesus para que todos os Cristãos
seja uma só igreja e não várias portinhas que se abrem por aqui e ali.Cristo,
apesar de eles negarem, fundou a Igreja Católica Apostólica Romana. A mesma
Igreja que está promovendo a Jornada Mundial da Juventude. Esse evento não é
como a Copa do Mundo, não há superfaturamento, não há corrupção, não há desvio
de verba, tudo tem lisura e idoneidade.Serão, quase 5 milhões de pessoas que
virão ao Rio de Janeiro, dentre Brasileiros e Estrangeiros, boa parte de
jovens. Não virão apenas gastar dinheiro, mas, também para ter um encontro com
Cristo. Depois dos Bote-Fés, que embalaram as dioceses e arquidioceses desde o
ano passado até o início desse mês, as mesmas agora vivem a semana missionária
(uma semana antes da jornada no Rio), do qual eu sou um dos voluntários pela
diocese de Campos dos Goytacazes/RJ, atuando como tradutor de português para
inglês. Só na minha diocese, virão 500 jovens de países de língua inglesa,
francesa, alemã, espanhola e dialetos indianos. Será uma riqueza imensa, não só
de troca de experiência, conhecemos culturas diversas, modo de se viver a fé
católica, de se alegrar com a presença deles, etc.
Bom, na própria Jornada no Rio,
muitos protestantes metodistas, entre outras denominações, irão abrigar muitos
peregrinos, daí, vem-me a pergunta: Porque ao invés de criticar, os nossos
irmãos protestantes não acolhem – sem fazer proselitismo – algum desses que
irão peregrinar na JMJ? Vamos todos ser um. Nós católicos não fazemos juízo de
valor, quanto as suas Marchas para Jesus, apesar de vocês, nesses eventos
falarem mal do catolicismo, muitas vezes. Até reconhecemos na Marcha para
Jesus, uma certa coerência que faltou em um detalhe na JMJ, que é só convidar
pessoas que sejam só cristãs, que frequentem a Igreja para participar de
eventos oficiais. De resto, as críticas as JMJ, é mais uma birra e fruto da
ação demoníaca, porque essa briguinha não é de Deus, Ele jamais aprovaria
isso.Enfim, vamos ser mais tolerantes, se somem e não dividam.Eu gostaria de
dizer a vocês protestantes, que ganharão muito mais somando do que dividindo. É
só analisar friamente. O Papa é chefe de Estado, meu povo, o que fazer se isso
é uma verdade.Nenhuma liderança religiosa tem esse título, só o líder da Igreja
Católica tem essa honra, querendo eles ou não?
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
13:34
2
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Artigo: Pedido de Dom Pedro Casaldáliga, ícone e um dos ídolos da Teologia da Libertação, para que a mesma seja 'reabilitada' pelo Papa Francisco, expõe mais uma vez o quanto seguidores de heresias são, de certa forma esquizofrênicos, teimosos e infiéis a doutrina católica.
Leniéverson Azeredo Gomes
Acabo de receber de alguém, via Facebook, cujo nome não irei dizer, por questão de ética e de preservação de fonte, um
texto, na verdade, uma matéria do jornalista, José Manuel Vidal, no site
"Brasil de Fato", com a seguinte manchete "“Que a Igreja se
reconcilie com a Teologia da Libertação”, pede Casaldáliga ao Papa". Bom,
a reportagem fala de um pedido de Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São
Félix do Araguaia-MT, ao Nobel da Paz, Adolfo Perez Esquível, que ao se
encontrar com o Papa Francisco transmita o recado para que "defenda os indígenas e que reabilite a
Teologia da Libertação".
Na reportagem, acrescenta,
usando uma fala de Esquível, de forma sonhadora, que o Papa "promoverá a
reconciliação com a Teologia da Libertação".A matéria completa se encontra
aqui
Bom, sobre isso é preciso
esclarecer algumas coisas para que 'mistérios' sejam desvendados:
A Sociedade editorial Brasil de
Fato, que engloba o site e a revista de mesmo nome, foi criada em 2003,
composta no conselho administrativo editorial por movimentos
"populares" (O entre aspas é meu), como o Movimento dos Sem Terra, a
Via Campesina, a Consulta Popular e as Comissões Pastorais 'católicos' (O entre
aspas é meu também) ligados com a teologia da libertação(Conselho Missionário
Indigenista, Comissão Brasileira Justiça e Paz e Comissão Pastoral da Terra). O
Brasil de Fato reúne jornalistas, articulistas e intelectuais de esquerda
(leia-se marxismo, teólogos da libertação, comunismo, socialismo e outras
idéias retrógradas e ultrapassadas) que se uniram - segundo eles - para formar
uma ampla rede nacional e internacional de colaboradores. O Brasil de Fato,
como também o Blog Viomundo, O Escrevinhador, Carta Capital, Site Conversa
Afiada, Carta Maior, Caros Amigos, Blog do Mello, Blog do Roberto Moraes, Blog
do Miro, Adital, Site "Vermelho" e outros, ligados e financiados em
grande parte pelo dinheiro público, são veículos usados para caluniar a
oposição aos partidos de esquerda, disseminar uma versão maquiada do marxismo,
comunismo, socialismo, da Teologia da Libertação e dos Governos do PT e de
partidos da base aliada. Pois é, fazem isso, repetindo em grande parte com o
meu e seu dinheiro.
Quanto ao Dom Pedro
Casaldáliga, que em muitos artigos ele prefere que seja chamado de
"Pedro", assim como Frei Betto, Leonardo Boff, ainda não entendeu,
que a teologia da libertação é uma teologia herética, já excomungada pela
igreja, como se comprova em documentos como o documento Libertatis Nuntius e no próprio catecismo da Igreja Católica no Canôn 2425 " A Igreja
rejeitou as ideologias totalitárias (grifo meu:que em nome de um revolução
matou até então milhões de pessoas que contrárias ao regime) e ateias,
associadas, nos tempos modernos, ao «comunismo» ou ao «socialismo». Por outro
lado, recusou, na prática do «capitalismo», o individualismo e o primado
absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano (167). Regular a economia só
pela planificação centralizada perverte a base dos laços sociais: regulá-la só
pela lei do mercado é faltar à justiça social, «porque há numerosas
necessidades humanas que não podem ser satisfeitas pelo mercado» É necessário preconizar uma regulação
racional do mercado e das iniciativas econômicas, segundo uma justa hierarquia
dos valores e tendo em vista o bem comum.
A teologia social oficial da
Igreja é e sempre será a Doutrina Social da Igreja
.
Um dos documentos dessa Doutrina, alegrem-se, a Rerum Novarum (das coisas
novas) do Papa Leão XIII (1891), serviu como um dos pilares para a construção
da Consolidação das Leis do Trabalho do Brasil(1º de maio de 1943), no Governo
Getúlio Vargas. Vejam só, que chique, né? Que orgulho?
A Doutrina Social da Igreja foi
criada 100 anos depois da chamada Revolução Industrial, onde se verificou que a
mesma gerou problemas para os trabalhadores em questão.
Encerrando, os ícones da
teologia da libertação estão no erro e induzem as pessoas ao erro. Para elas, o
Magistério da Igreja, ou seja, o Vaticano pode até falar (Roma Locuta), mas a
causa não está encerrada (causa finita est), sempre há birras, má-criação,
desobediência, infidelidade, rebeldia, dentre outras coisas. A teologia da
libertação é chamada de heresia, por que escolhem (haeresis) viver um tipo de
fé que nega as verdades da própria fá católica, mas alguns chamam isso de
apostasia, por abandonar publicamente
uma religião e trocar por outra. E muito mais que heresia ou apostasia,
a teologia da libertação tem uma simbiose com partidos abortistas, que apoiam
as causas homossexuais, das drogas. da prostituição, dentre outras coisas.
Segundo especialistas em religião, a Teologia da Libertação, é um dos
responsáveis pelo declínio do catolicismo não só no Brasil, mas em outros
países da América Latina, por que promove um racha entre aqueles que querem e
defendem o catolicismo como deve ser e aqueles que insistem em negar a doutrina
social da Igreja e o próprio magistério da mesma, mas que querem ser chamados de
católicos, mesmo assim. O catecismo da Igreja Católica diz em seu Canôn 837:
"São incorporados plenamente
à sociedade, que é a Igreja, os que, tendo o Espírito de Cristo, aceitam a
totalidade de sua organização e todos os meios de salvação nela instituídos e
em sua estrutura visível - regida por Cristo por meio do Sumo Pontífice e dos
Bispos se unem com Ele pelos vínculos da profissão de fé, dos sacramentos, do
regime eclesiástico e da comunhão. Contudo não se salva, embora esteja
incorporado à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece
dentro da Igreja 'com o corpo', mas não 'com o coração.""
Portanto, quem é, sobretudo
crismado, tem de assumir a totalidade de sua pertença a Igreja e se sujeitar ao
Magistério da Igreja. Quantos aos líderes da TL, Teologia da Libertação,
deveriam parar de birra, de esperneio, de má-criação. Não é recomendável
publicar coisas desses homens, significa compactuação com as heresias ou
apostasias. Roma falou, causa completamente encerrada, sem mais.Será que é
preciso desenhar?
Fazer esse racional juntar de
peças do quebra-cabeça, é um trabalho árduo, mas necessário para esclarecer
alguns pontos sobre isso.
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
17:14
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Santa Sé, por intermédio do padre Federico Lombardi, nega que o Sumo Pontífice, Papa Francisco, tenha enviado mensagem de apoio aos protestos que ocorrem no Brasil. Ou: mídia anticatólica tentando manipular as pessoas e as falas.
ACI/EWTN Noticias
O Diretor da Sala
de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi (foto), desmentiu, nesta quarta-feira, 3, o jornal espanhol
El País, de forte tendência anticatólica, que assegurou hoje que o Papa
Francisco "considera os protestos do Brasil justos e de acordo com o
Evangelho" e se referirá a elas durante a próxima Jornada Mundial da
juventude (JMJ) Rio 2013.
Com os protestos do Brasil, um
importante número de cidadãos expressou seu desacordo com o aumento de tarifas
no transporte público, e pedem também que cesse a corrupção no governo. Os
manifestantes também criticam os elevados gastos que se realizam em vistas à
Copa do Mundo de Futebol de 2014 e pedem maior investimento em saúde e
educação.
Em uma nota publicada em 24 de
junho, os Bispos do Brasil expressaram sua "solidariedade e apoio às
manifestações", sempre e quando estas sejam pacíficas.
Os Prelados reconheceram em seu
comunicado que estes protestos são "um fenômeno que envolve o povo
brasileiro e despertam uma nova consciência". "Requer atenção e
compreensão para identificar seus valores e limites, sempre com o objetivo de
construir a sociedade justa e solidária que desejamos", assinalaram.
O jornal El País, em um artigo
publicado hoje, afirmou que o Papa Francisco, "no discurso que dirigirá
aos mais de um milhão de jovens que se concentrarão no Rio de Janeiro com
motivo da Jornada Mundial da Juventude (JMJ)" fará alusão "às
manifestações, segundo informações de fonte fidedigna recebidas por este
correspondente".
O meio espanhol assegurou
também que os Bispos do Brasil não teriam escrito nem publicado seu comunicado
de fins de junho "se não tivessem estado antes concordado com o papa
Francisco, que está por chegar ao Brasil".
Entretanto, em comunicação com
o grupo ACI, o Padre Federico Lombardi esclareceu que "o jornal El País
não é a fonte dos discursos do Papa".
Consultado pelo suposto
discurso a favor das manifestações no Brasil ao que faz menção o jornal
espanhol, Lombardi assinalou que "não me consta. Não vi nada a
respeito".
Erros e desinformação no El
País
Já em 2006, El País inventou um
suposto apoio do Papa Bento XVI às negociações iniciadas pelo governo da
Espanha, com José Luis Rodríguez Zapatero, do Partido Socialista Obrero Español
(PSOE) à cabeça, com o grupo terrorista ETA.
Nessa ocasião, o então delegado
diocesano de Meios de Comunicação da Arquidiocese de Madri, Pe. Manuel Bru,
desmentiu terminantemente as conjeturas de El País, assinalando que este
atribuiu "falsamente ao Santo Padre Bento XVI um apoio explícito ao mal
chamado processo de paz".
Em 24 de janeiro deste ano, o
jornal espanhol teve que deter a circulação de toda a edição do dia, depois de
fazer-se público que a foto de sua capa, em que aparecia Hugo Chávez Frías
entubado, era falsa
Postado por
Blog Católico do Leniéverson
às
16:31
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)


