quarta-feira, 10 de julho de 2013

Festa em louvor a Santa Filomena para quem é da região de Sorocaba/SP. Não perca!

Se você não assistiu a participação do Padre Paulo Ricardo, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, nesta quarta-feira, dia 10, onde ele falou sobre o "Estatuto do Nascituro", assista o vídeo abaixo. É imperdível.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Audiência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Camara dos Deputados, que discutirá o "Estatuto do Nascituro", e irá acontecer amanhã, dia 10 de julho, terá a presença de Padre Paulo Ricardo e, será transmitida pela TV Câmara.





Leniéverson Azeredo Gomes
O ilustríssimo Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior ( foto a direita), mestre em direito e apresentador do Programa "Oitavo Dia", na TV Canção Nova, estará presente na audiência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, nesta quarta-feira dia 10 às duas horas da tarde.
  O convite é tanto para católicos quanto para evangélicos, judeus ou qualquer pessoa que defende a vida, defende o nascituro. Salvem a vida!
Quem for de Brasília e puder comparecer seria muito bom. Contamos com sua presença para representar o apoio ao Padre Paulo.
Convide seus amigos!
Quem não morar em Brasília, poderá assistir via TV Câmara dos deputados.

Santo do dia - Santa Paulina.

Santa Paulina, rogai a Deus por nós!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Kit Peregrino da JMJ - Para aqueles que tem dúvida ou não sabe o do que é composto o Kit Peregrino da Jornada Mundial da Juventude, aqui vai a lista:


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Nota do Blog:

   O  cartão de alimentação e o cartão de transportes só serão dados para os que tiverem essa opção inclusa no pacote de inscrição.

CNBB cria nova regional que engloba cinco circunscrições do Estado de Tocantins


                   Direto da Sacristia


Foi criado neste domingo, o Regional Norte 3, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, decisão feita na 51ª Assembleia da CNBB, a partir do desmembramento do Regional Centro-Oeste, o qual abrangia as unidades federativas de Goiás, Tocantins e Distrito Federal. Dom Philip Dickmans (foto abaixo), Bispo de Miracema do Tocantis, exercerá a presidência do Regional.

O 18º Regional da CNBB é destinado ao estado do Tocantins nas suas cinco circunscrições eclesiásticas sediadas nele: Palmas, Porto Nacional, Tocantinópolis, Miracema do Tocantins e Cristalândia. O novo regional compreende 178 paróquias, 183 presbíteros diocesanos, 30 presbíteros religiosos, 33 diáconos permanentes e 101 religiosas.

Dom Pedro Brito Guimarães (foto acima), Arcebispo de Palmas, ressalta que "um Regional não é uma super diocese, mas uma instância de colegialidade e de colaboração pastoral. Não possui uma estrutura de poder e sim a de organismo vivo de comunhão e de serviço pastoral".

sábado, 6 de julho de 2013

6 de julho - Santa Maria Goretti - Virgem e Mártir


Santa Maria Goretti, rogai a Deus por nós!

TESTEMUNHO DE CONVERSÃO DE UM EX ADVENTISTA À IGREJA CATÓLICA


Leiam esse testemunho, é imperdível, quem sabe o relato desse jovem, seja um grande estímulo para você.Acompanhem:



"Meu nome é Emerson Oliveira (foto), nasci num lar católico. Minha família sempre foi católica praticante. Meus pais iam à missa cotidianamente. Eu nasci assim. Meu pai, quando eu era ainda criança, me dedicou a Deus, pedindo que eu fosse um pregador do Evangelho. Talvez seja por isso que sempre esta vocação religiosa permeou meu ser. O nome que escolhi para o meu testemunho, Cruzando o Tibre, tem a ver com a metáfora dos conversos à Igreja Católica, que “cruzam o Tibre” (o rio que corta Roma), se bem que no meu caso, como vão ver, foi mais um “retorno” à casa materna.
Desde criança sempre gostei de assuntos religiosos. Quando tinha 12 anos eu, depois de chegar da escola, chamava meus amiguinhos num jardim e eu os ensinava o catecismo. Sempre tive vontade de ensinar religião. Eu amava fazer isso. Às vezes chegava a juntar até 7 amigos.
Minhas grandes influências em religião também foram filmes religiosos, como Os Dez Mandamentos, de Cecil B. DeMille (meu filme religioso favorito) e O Rei dos Reis, de Nicholas Ray. Esses e outros filmes formaram boa parte de minha bagagem religiosa, pois eu sempre fui muito atencioso ao lado espiritual. Depois esta vocação foi se desenvolvendo e até pensei em ser monge redentorista, no Seminário Santo Afonso em Aparecida do Norte. Sempre gostei de estudar hagiografia (vida dos santos) e ver filmes de santos, como Santa Bernadette Soubirous (tenho vários filmes religiosos, como este ‘A Canção de Bernadette’). Com 13 anos eu fiz minha Primeira Comunhão e Crisma. Foram épocas muito felizes. Mas infelizmente, depois dos 16 anos, eu deixei às vezes de ir à missa.
Mas em 88 algo aconteceu. Eu estava passando por um momento delicado, de depressão. Eu sempre tive esses problemas com questões sentimentais, e às vezes isso passava para depressão. Cheguei até a visitar centro espírita e inclusive uma vizinha minha, querendo me ajudar, chamou uma amiga médium para vir fazer uma “sessão” espírita aqui em casa. Imagine, uma família católica tendo aquilo em casa! Católica digo praticante, pois minha mãe tinha horror àquilo. Foi assustador. Sem entrar em detalhes, percebi que minha situação havia piorado em vez de melhorado.
Isso foi numa tarde de sexta-feira. À noite, fui para a escola, mas estava transtornado. Parecia que tudo tinha ficado louco; os meus amigos viravam pra lá e pra cá, parecia uma bagunça e fiquei confuso. Mas naquela noite, em casa, havia um pastor e um diácono da igreja Adventista da Promessa (que é pouco conhecida pelas pessoas, que a confundem com a Adventista do Sétimo Dia. Não é a mesma coisa. A IAP não aceita Ellen White, mas ensina outras coisas iguais ao do adventismo) que estavam em casa vendendo Bíblias. Nesta noite, eu contei o caso para ele e ele orou o Pai-Nosso e a partir desse momento minha vida começou a melhorar.
Foi num domingo de junho de 1988 em que eu, incrivelmente, cheguei até a dar uma passadinha, naquela tarde, numa “igreja Universal do Reino de Deus”. Vi orações e até uma suposta “cura”. No fim, o pastor aproveitou para pedir “dizimo” para os fiéis. À noite, fui à Adventista da Promessa, que é aqui perto de casa, onde minha irmã tinha sido a primeira de nossa família a freqüentá-la. Foi minha irmã que me persuadiu a ir nessa denominação. Ela, que era católica, alegou que ia sair da Igreja Católica “para ir para uma igreja mais organizada” como disse em suas palavras (ela com isso queria dizer por ‘organizada’ uma igreja onde as pessoas eram ‘praticantes’ pois, segundo ela, via nem sempre bons testemunhos nos católicos).
Bom, naquela noite eu “aceitei Jesus”, como dizem. Realmente, tive muitas coisas boas no adventismo (da Promessa) e não digo que tudo que ensinam é errado. Infelizmente, estão equivocados em muitas coisas.
Com o tempo eu, que fui o segundo a ir para a igreja da Promessa (como eles chamam), comecei a tentar trazer meus pais, que ainda eram católicos, para a igreja. O pastor que nos trouxe à igreja usou de métodos que hoje sei serem falaciosos, como ensinando que ‘na coroa do Papa está escrito: Vicarius Fillis Dei, que soma 666; que a Igreja Católica queimou bíblias, etc.’ e outras fábulas que usam como métodos de arregimentar protestantes. Com meus argumentos, soando convincentes, pouco a pouco fui trazendo-os para a adventista. Eles ainda oravam terço e eu explicava que a Bíblia não ensinava nada daquilo. Eu, que era católico bem informado, havia me transformado num dedicado defensor da Adventista da Promessa.
Eu era muito amigo do pastor que me trouxe a adventista e até o considerava “meu pai na fé”. Com sua ajuda, trouxemos meu pai (que foi o mais difícil para trazer à igreja adventista, pois ele era católico convicto). Eu fui tão influente em trazer meus pais à adventista que minha mãe me chamava de “a chave” (que os trouxe à adventista).
E assim foi e até levei meu irmão também à denominação. Acabei levando meu pai, minha mãe e meu irmão. Somente duas irmãs ficaram sendo católicas. Nós, minha irmã, meus pais e meu irmão, ficamos sendo adventistas da promessa.
Eu fui um dedicado defensor da causa adventista, tanto é que convidei um padre para vir aqui em casa debater com o pastor para ver quem estava certo. Os ânimos estavam exaltados e eu estava crente na adventista. Ficamos “felizes” quando parece que havíamos ganhado (e isso com o pastor usando o Doutrinal, que é o manual de fé da Adventista da Promessa). Eu era o único jovem da igreja, talvez, que mais saía com o pastor para dar estudos bíblicos sobre o sábado. Eu era muito útil, pois tinha vastos conhecimentos de História e outros assuntos, complementando os estudos nas casas. Por isso o pastor me chamava.
Tivemos bons momentos na Adventista da Promessa. Eu tive alguns cargos, como professor de Escola Bíblica e pregador. Cheguei a dar palestras, eu e um amigo meu, tentando “provar” a guarda do sábado na História (hoje eu acho isto engraçado. Eu estava já fazendo o método certo, mas com o ensino errado, já nos anos de adventismo). Eu ensinei em palestras (modéstia à parte, era um dos únicos a dar palestras assim) que ‘Constantino mudou o sábado para o domingo, em 321’ e que ‘a Igreja Católica é a Grande Babilônia de Apocalipse’. Enfim, eu era um adventista, só que com um pouco mais de informações que a média. Ensinei e preguei várias vezes na igreja.
Eu sempre freqüentei algumas listas evangélicas, de debates bíblicos. Nelas, alguns chegavam até a me chamar de “agente católico infiltrado” visto eu defender às vezes mais a Igreja Católica do que o protestantismo, nas discussões. Confesso hoje que eu fui um péssimo apologista protestante, pois nunca defendi mesmo o Sola Scriptura e outros princípios da Reforma. Eu não ligava, pois sempre para mim importava minha consciência de defender o que era certo.
Em 2000 criei o site Logos, influenciado pela revista Ultimato, sendo interdenominacional (não pertencente a nenhuma igreja, defendendo apenas as doutrinas cristãs básicas). Nele, eu não coloquei uma só linha defendendo o sábado. Já ia percebendo que eu também não estava sendo um bom apologista do sábado na Net (apesar de meus profundos conhecimentos sobre a doutrina do sábado) pois o Logos não faz apologia do sábado.
Com o tempo eu, que era ávido estudioso e pesquisador, comecei a perceber que a IAP tinha uma presença pífia na Internet, assim como seus membros (me refiro à comparação com outras membresias onde eles são aplicados em debater doutrinas). Aquilo me desapontou pois eu pensei “ora, se o sábado é tão digno de ser defendido, por que a IAP não aparece mais incisivamente na Internet?” Sua ausência era notória e comecei a perceber que isto era crônico.
Sempre fui dedicado aos estudos apologéticos: Pais da Igreja, História da Igreja, apologética em geral, como podem ver parte em meu site. E isto a Adventista da Promessa deixava muito a desejar (eu pensava: ‘ora, se esta é a verdadeira igreja, porque é tão pobre em conhecimentos gerais?’ Se dependesse da IAP, eu não ia sequer conhecer os primeiros séculos do cristianismo). Comecei a perceber que eu era um ‘estranho no ninho’ pois parecia que meus estudos me faziam ser um tipo ‘extraterrestre’ na denominação. Eu tentei várias vezes conclamar os jovens a estudarem sobre seitas e heresias, mas eles desvaneciam rápido. Isto muito me chateou, pois eu gosto de reciclar idéias.
Com o tempo comecei a perceber que a Adventista da Promessa criava uma espécie de ‘redoma’ em torno das pessoas, quase alienando das idéias externas. Não quero com isso ‘falar mal’ da IAP, como alguns pastores alegaram, mas apenas expor a verdade. O fato é que a IAP (assim como muitas denominações protestantes) estava totalmente despreparada para enfrentar o desafio das seitas. Isto me deixou também frustrado, pois gosto de trocar idéias, mas a IAP não me favorecia em crescimento intelectual. Eles dão muita ênfase às experiências espirituais (falar em línguas) e dons do Espírito Santo, mas são pouco afetos a estudos profundos. Só se “baseiam” mais na Bíblia e no Doutrinal. No mais, são parecidos com qualquer denominação evangélica.
Certa vez, um advogado amigo meu, que é batista, me disse: “Emerson, saia dessa adventista e vai para a batista. Lá darão mais valor para sua inteligência”. Ele falou certo, mas a igreja errada. Se eu saísse da adventista e fosse para qualquer denominação protestante (e olha que visitei sempre a batista e a presbiteriana), estaria “trocando o seis pelo meia-dúzia”, ou seja, saindo de um lugar para passar para o outro que crê a mesma coisa – me refiro ao sola scriptura. Foi exatamente ao ver que toda denominação protestante crê no ensino furado do SS que percebi que não adiantaria eu trocar de lugar – ficaria na mesma. Somente uma Igreja que estivesse fora do SS é que poderia estar certa e esta é a Igreja católica.
Durante este tempo na Adventista da Promessa eu sabia (porque pesquisava bastante) que havia vários textos bíblicos que eram delicados à posição da igreja, como Cl.2.16 mas eu, comodamente, fingia que “não via”, ou aceitava sem pensar a interpretação da IAP de que eram ‘sábados cerimoniais’. Dois livros que me influenciaram bastante foi alguma leitura de “Ensaio sobre o desenvolvimento da Doutrina Cristã” do cardeal John Henry Newman e Adventismo do Sétimo Dia Renunciado, de D. M. Canright (este me fez diluir as últimas reservas adventistas).
A sensação que temos, na igreja, é de que a “sensação” de estarmos com a verdade parece sobrepujar as evidências (quantas vezes eu ouvia falarem que “nós temos a doutrina completa, pois temos os Dez Mandamentos”). A Adventista da Promessa até que incentiva a leitura bíblica mas, infelizmente, como muitas denominações protestantes e pentecostais, de uma leitura fundamentalista e superficial. E eu sabia, como pesquisava teologia e Ciências Bíblicas, que não se podia fazer assim.
Mas a grande virada aconteceu em 2006. Eu estava examinando uma Lição Bíblica do ano de 2005, sobre o sábado e abstinência e uma lição escrita pelo pastor que escreveu o Doutrinal (ele é visto com muito respeito pelos IAPs, visto ter escrito esse livro) me deixou estupefato. Nela, o autor, que aparentemente não sabia nada de grego, comentando sobre At.20.7 (que é uma grande prova para o domingo), chegou a afirmar que no grego “não existe a expressão ‘primeiro dia da semana’”. Essa alegação foi tão ridícula que qualquer professor de grego iria rir disso. Eu não podia acreditar. O autor do Doutrinal, o manual de fé Adventista, cometendo um erro tão primário. Eu tenho conhecimentos razoáveis de línguas bíblicas para estudar e vi que ele estava errado! E vi outros erros semelhantes na lição, onde ele fazia de tudo para distorcer o texto bíblico para defender o sábado.
Com minhas experiências em detectar erros nas Testemunhas de Jeová, vi que ele estava cometendo o mesmo absurdo: não tinha conhecimento nenhum de grego e estava se enveredando por uma área que não conhecia. Depois eu procurei pastores da Central em São Paulo para conversar e até escrevi para o presidente da igreja, mas não obtive respostas rápidas, onde eles alegavam que estavam preocupados com ‘questões administrativas’.
Insisti várias vezes e escrevi para vários pastores perguntando como o autor do Doutrinal pôde ensinar algo tão absurdo! As pessoas confiam no que ele escreveu no Doutrinal! Mas não obtive respostas e as poucas que tive foram respostas minguadas.
Isso me desencantou do adventismo. Eram os últimos momentos.
Tentei de toda forma ainda salvar o adventismo, dando direito de resposta aos pastores, mas não me respondiam (fiquei com a ligeira impressão de que não gostam da Internet). Fiquei decepcionado. A igreja que “tinha a doutrina completa” não conseguia defender sua doutrina maior – o sábado.

Aqui, eu posso sumarizar meu roteiro assim:

1 – Eu já era católico com certa informação antes de entrar na adventista, mas havia deixado de ir à missa;
2 – Fui na Adventista da Promessa em parte por uma questão emocional, mas depois me tornei dedicado defensor do Doutrinal (o manual de fé da Adventista da Promessa) dando até palestras. Mas aprendi depois a separar o emocional do racional e isto, infelizmente, poucas pessoas fazem, deixando só o emocional tomar conta;
3 – Mesmo como adventista eu nunca fui anti-católico. Eu só não aceitava os ritos católicos porque havia sido “convencido” de que eram meras invenções humanas. Meu remédio para sair disso foi estudar a História da Igreja e Patrística, onde descobri que a crença da Igreja primitiva não era nada adventista e sim, igual à Igreja católica. Não mudou quase nada nesses 2000 anos;
4 – O adventista da promessa (ou o protestante no geral) é condicionado mentalmente pelos pastores para pensar que os ensinos católicos são invenções que não estão na Bíblia. Se fossem honestos consigo mesmos, iriam perceber que a crença da Igreja primitiva era a mesma da Igreja católica de hoje, no geral, como disse acima;
5 – Eu também era um leitor da Bíblia como adventista, mas aprendi que tem de se ir além. A adventista, infelizmente, tem uma leitura muito fundamentalista da Bíblia, lendo ao pé-da-letra muitos textos que tem se ser entendidos somente com lingüística e exegese. Infelizmente, poucas vezes faz uso disto;
6 – Eu comecei a perceber que os ataques protestantes à Igreja, como “adoração de imagens, Maria, etc.” eram fruto de uma má interpretação e concepção do ensino católico. Vendo em seu devido contexto, o ensino católico faz total sentido. Eu percebi que o protestantismo é uma invenção do séc. XVI;
7 – O único remédio para o adventista, ou o protestante em geral (principalmente os evangélicos neopentecostais) é ESTUDAR a História da Igreja e ver que a crença da Igreja primitiva é mais católica do que gostariam de imaginar.
Finalmente, por causa da incongruência do autor do Doutrinal em distorcer as línguas bíblicas para ensinar o sábado (um método nada honesto) foi que me afastei da Adventista da Promessa. Percebi que se fecham numa fortaleza imaginária e acham que o mundo está longe dali. Mas a questão é a Igreja precisa estar inserida no mundo e não fora do mundo, para poder influenciá-lo e a única Igreja que fez isto nestes 2000 anos foi a Igreja católica. Tenho prazer em recitar o Credo e sei que, fazendo assim, estou compartilhando a mesma crença da Igreja de 2000 anos".

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Lumen Fidei, a primeira encíclica escrita por dois Papas, é a apresentado nesta sexta-feira, dia 5, em coletiva de imprensa no Vaticano.


 Canção Nova Notícias


Vaticano publica primeira encíclica de Francisco, escrita por dois Papas A primeira encíclica do Papa Francisco foi apresentada nesta sexta-feira, 5, em coletiva de imprensa no Vaticano. Intitulada Lumen fidei(foto ao lado), “A luz da fé” , o documento é dirigido aos bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas e a todos os fiéis leigos e busca recuperar o caráter de luz específico da fé, capaz de iluminar a existência humana. 
O documento é o primeiro a ser escrito por dois Papas. Ele começou a ser desenvolvido pelo Papa Emérito Bento XVI e depois contou com a contribuição do atual Papa, Francisco. 
“À trilogia de Bento XVI sobre virtudes teologais faltava um pilar. A Providência quis que o pilar que faltava fosse um presente do Papa emérito ao seu sucessor e ao mesmo tempo um símbolo de unidade, porque assumindo e levando ao cumprimento a obra iniciada pelo seu predecessor, Papa Francisco dá testemunho com ele da unidade da fé”, declarou o Prefeito da Congregação dos Bispos, Cardeal Marc Ouellet, presente na coletiva. 
Segundo escreve o Santo Padre na encíclica, a fé é um bem comum que ajuda a edificar a sociedade, levando a esperança. E este é o coração da Lumen fidei. “Numa época como a nossa, a moderna – escreve o Papa – em que o acreditar se opõe ao pesquisar e a fé é vista como um salto no vazio que impede a liberdade do homem, é importante ter fé e confiar, com humildade e coragem, ao amor misericordioso de Deus, que endireita as distorções da nossa história”.
 
Para o Cardeal Ouellet(foto acima), a encíclica apresenta verdadeiramente a fé cristã como uma luz proveniente da escuta da Palavra de Deus na história. “Uma luz que mostra o amor de Deus no trabalho para fazer uma aliança com a humanidade”

Link para a encíclica aqui

Frase de filosofo e escritor holandês, diz muito sobre a crise, sobretudo a moral, educacional e econômica a que vive países como o Brasil.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Em seu artigo, o jornalista e filosofo, Olavo de Carvalho, faz duras críticas a escolha de escritores convidados para a Feira de Literária anual de Parati-RJ(FLIP).Ou: Quem é escritor de direita conservadora é barrado no baile das atividades literárias, um dos barrados é o Padre Paulo Ricardo.

Olavo de Carvalho


03/07/13 - Mais que um simples escândalo literário e editorial, a FLIP deste ano é um delito de malversação de dinheiro público do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Embratel, da Petrobrás e da Eletrobrás.
Tentando justificar a ausência de escritores liberais e conservadores na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) deste ano, assim se pronunciaram os seus mais destacados representantes:
Miguel Conde, curador: “Não acho que escritores associados à direita sejam numerosos. Tenho até dificuldade em pensar em nomes.”
Sérgio Miceli, membro da principal mesa de debates : “Bons pensadores à direita são peça rara no país.”
Milton Hatoum, conferencista encarregado da palestra de abertura : “De escritor importante no Brasil, não me lembro de nenhum de direita.”
Dada a relevância dos personagens, não creio exagerar ao supor que suas opiniões e seu nível de cultura exemplificam a média dos participantes, excetuada a hipótese, hedionda mas plausível, de que ela vá daí para baixo.
Nesse sentido, a FLIP é a mais espetacular amostra viva da completa destruição da alta cultura no país, substituída pela tagarelice autopromocional de usurpadores e carreiristas barbaramente incultos e infinitamente presunçosos, cuja sobrevivência no cenário intelectual só se deve a três fatores: (1) proteção governamental, (2) interbadalação mafiosa, (3) sistemática e preventiva exclusão dos adversários reais e possíveis.
O fator 3 vem sendo aplicado com tal perseverança, que acabou por moldar a cabeça dos seus mesmos praticantes. Primeiro eles se recusam a falar de um autor, depois concluem, do seu próprio silêncio, que ele não existe. Sua regra áurea é o argumentum ad ignorantiam: “Tudo aquilo que eu não sei ou que esqueci é inexistente, nulo ou irrelevante.”
Os três citados mostraram mais ignorância da cultura brasileira do que se poderia tolerar – mas não aprovar – em alunos de ginásio.
Não vou discutir com esses palhaços. Vou fornecer ao leitor um breve mostruário daquilo que eles, tomando a sua própria ignorância como medida da realidade, dizem ser inexistente ou quase.
Eis aqui, colhidos a esmo, uns poucos nomes de escritores e outros intelectuais brasileiros de ontem e de hoje, todos mais que consagrados (muitos internacionalmente), tidos como “de direita” seja por eles próprios, seja por seus detratores esquerdistas:

Afonso d’Escragnolle Taunay
Alberto Oliva
Ângelo Monteiro
Antônio Olinto
Antônio Paim
Arthur César Ferreira Reis
Augusto Frederico Schmidt
Bruno Garschagen
Bruno Tolentino
Carlos Lacerda
Cornélio Penna
Demétrio Magnoli
Denis Rosenfield
Diogo Mainardi
Dora Ferreira da Silva
Eduardo Gianetti da Fonseca
Eduardo Prado
Eugênio Gudin
Gerardo Mello Mourão
Gilberto de Mello Kujawski
Gilberto Freyre
Gustavo Corção
Heitor de Paola
Heraldo Barbuy
Ignácio da Silva Telles
Irineu Strenger
Ives Gandra da Silva Martins
João Camilo de Oliveira Torres
João de Scantimburgo
Joaquim Nabuco
Jorge Caldeira
José Américo de Almeida
José Guilherme Merquior
José Osvaldo de Meira Penna
Josué Montello
Júlio de Mesquita Filho
Leonardo Prota
Padre Leonel Franca 
Lúcio Cardoso
Luís Viana Filho
Luiz Felipe Pondé
Machado de Assis
Manuel Bandeira
Maria José de Queiroz
Mário Ferreira dos Santos
Mário Guerreiro
Mário Vieira de Mello
Padre Maurílio Penido 
Miguel Reale
Milton Campos
Nelson Rodrigues
Nicolas Boer
Octavio de Faria
Oliveira Lima
Oliveira Vianna
Otto Maria Carpeaux (primeira fase)
Paulo Francis (segunda fase)
Paulo Mercadante
Padre Paulo Ricardo de Azevedo 
Pedro Calmon
Percival Puggina
Plínio Barreto
Rachel de Queiroz
Reinaldo Azevedo
Renato Cirell Czerna
Ricardo Velez Rodriguez
Roberto Campos
Roberto Fendt Júnior
Rodrigo Gurgel
Romano Galeffi
Roque Spencer Maciel de Barros
Ruy Barbosa
Vicente Ferreira da Silva
Vilém Flusser
Wilson Martins.
Padre Leonel Franca
Padre Paulo Ricardo
Padre Maurílio Penido 

Faço a lista no improviso e de memória, porque tenho alguma e porque estudei. Os anões da FLIP não sabem nada, não são intelectuais exceto no sentido muito elástico e gramsciano do termo, isto é, agentes de organizações de esquerda encarregados de “ocupar espaços” na mídia, nas universidades e no movimento editorial e ali abrir vagas para seus parceiros de militância, vetando o acesso de candidatos politicamente indesejáveis. O establishment esquerdista recompensa-os generosamente ao ponto de induzir cada um à ilusão de que é mesmo, como diria Léon Bloy, “aquilo que se convencionou chamar de alguém” — e de que tudo o mais é um vasto ninguém.
Mais que um simples escândalo literário e editorial, a FLIP deste ano é um delito de malversação de dinheiro público do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Embratel, da Petrobrás e da Eletrobrás. Pessoas que desconhecem a cultura brasileira não têm nenhum direito de representá-la e de ser subsidiadas para isso pelos já tão espoliados e exaustos contribuintes. A FLIP não é um acontecimento da esfera intelectual, é só mais um episódio banal da corrupção avassaladora que tomou conta deste país.
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Nota do blog:

É um absurdo um evento literário, de certa forma, pretender doutrinar as pessoas ao marxismo, mas a lista de escritores de direita, eu acrescentaria:

Professor Felipe Aquino
Padre Demétrio Gomes
Padre Zezinho
Augusto Cury
Reinaldo Azevedo
Augusto Nunes
E outros

Programação da Semana Missionária da JMJ da Diocese de Campos (RJ) e Administração Apostólica São João Maria Vianney

O Blogueiro da Revista Veja, Ricardo Setti, publicou ontem, uma matéria falando sobre um protesto de evangélicos no Rio, nos dias 20 e 21 de julho contra os 'gastos' com a visita do Papa Francisco durante a JMJ.OU: Intolerância a Vista.


Leiam só, este absurdo e intolerância.


Papa Francisco encontrará manifestação de evangélicos no Rio (Foto: Alessandro Bianchi / Reuters)
A presidente Dilma Rousseff foi informada na semana passada de que as principais igrejas evangélicas preparam uma grande manifestação no Rio de Janeiro para o fim de semana de 20 e 21 de julho, véspera da chegada do papa Francisco(foto) à cidade.

O objetivo dos religiosos é reunir mais de 1 milhão de pessoas contra os gastos públicos com a visita do líder católico, estimados em 120 milhões de reais.

Dilma até admite receber lideranças evangélicas, mas não sabe o que poderia oferecer para evitar o protesto. 
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Comentário do Blog:

Eu costumo dizer que assuntos como esse são espinhosos, não na essência, mas sim, na sua razão de ser. Parece a mesma coisa, não é. Com a reforma Luterana e, consecutivamente, com o passar dos séculos e as divisões de Igrejas, os fiéis protestantes de hoje aprenderam, a partir de uma apologética manipulada a criticar negativamente tudo, ou quase tudo, que vem do catolicismo, desde a intercessão dos santos até a primazia de Pedro. E costumam fazer isso, sem fazer juízo real de valor. Pobres deles. Teologia e apologética repreendem coisas, pecados e erros. Cristo era, é, e sempre será amor, mas o amor evangélico não passa a mão na cabeça das pessoas, mas é misericordioso na maioria das vezes.O texto do evangelho de São João 17,24, fala do apelo de Jesus para que todos os Cristãos seja uma só igreja e não várias portinhas que se abrem por aqui e ali.Cristo, apesar de eles negarem, fundou a Igreja Católica Apostólica Romana. A mesma Igreja que está promovendo a Jornada Mundial da Juventude. Esse evento não é como a Copa do Mundo, não há superfaturamento, não há corrupção, não há desvio de verba, tudo tem lisura e idoneidade.Serão, quase 5 milhões de pessoas que virão ao Rio de Janeiro, dentre Brasileiros e Estrangeiros, boa parte de jovens. Não virão apenas gastar dinheiro, mas, também para ter um encontro com Cristo. Depois dos Bote-Fés, que embalaram as dioceses e arquidioceses desde o ano passado até o início desse mês, as mesmas agora vivem a semana missionária (uma semana antes da jornada no Rio), do qual eu sou um dos voluntários pela diocese de Campos dos Goytacazes/RJ, atuando como tradutor de português para inglês. Só na minha diocese, virão 500 jovens de países de língua inglesa, francesa, alemã, espanhola e dialetos indianos. Será uma riqueza imensa, não só de troca de experiência, conhecemos culturas diversas, modo de se viver a fé católica, de se alegrar com a presença deles, etc.
Bom, na própria Jornada no Rio, muitos protestantes metodistas, entre outras denominações, irão abrigar muitos peregrinos, daí, vem-me a pergunta: Porque ao invés de criticar, os nossos irmãos protestantes não acolhem – sem fazer proselitismo – algum desses que irão peregrinar na JMJ? Vamos todos ser um. Nós católicos não fazemos juízo de valor, quanto as suas Marchas para Jesus, apesar de vocês, nesses eventos falarem mal do catolicismo, muitas vezes. Até reconhecemos na Marcha para Jesus, uma certa coerência que faltou em um detalhe na JMJ, que é só convidar pessoas que sejam só cristãs, que frequentem a Igreja para participar de eventos oficiais. De resto, as críticas as JMJ, é mais uma birra e fruto da ação demoníaca, porque essa briguinha não é de Deus, Ele jamais aprovaria isso.Enfim, vamos ser mais tolerantes, se somem e não dividam.Eu gostaria de dizer a vocês protestantes, que ganharão muito mais somando do que dividindo. É só analisar friamente. O Papa é chefe de Estado, meu povo, o que fazer se isso é uma verdade.Nenhuma liderança religiosa tem esse título, só o líder da Igreja Católica tem essa honra, querendo eles ou não?

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Artigo: Pedido de Dom Pedro Casaldáliga, ícone e um dos ídolos da Teologia da Libertação, para que a mesma seja 'reabilitada' pelo Papa Francisco, expõe mais uma vez o quanto seguidores de heresias são, de certa forma esquizofrênicos, teimosos e infiéis a doutrina católica.


Leniéverson Azeredo Gomes


Acabo de receber de alguém, via Facebook, cujo nome não irei dizer, por questão de ética e de preservação de fonte, um texto, na verdade, uma matéria do jornalista, José Manuel Vidal, no site "Brasil de Fato", com a seguinte manchete "“Que a Igreja se reconcilie com a Teologia da Libertação”, pede Casaldáliga ao Papa". Bom, a reportagem fala de um pedido de Dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Félix do Araguaia-MT, ao Nobel da Paz, Adolfo Perez Esquível, que ao se encontrar com o Papa Francisco transmita o recado para que  "defenda os indígenas e que reabilite a Teologia da Libertação".
Na reportagem, acrescenta, usando uma fala de Esquível, de forma sonhadora, que o Papa "promoverá a reconciliação com a Teologia da Libertação".A matéria completa se encontra aqui 

Bom, sobre isso é preciso esclarecer algumas coisas para que 'mistérios' sejam desvendados:

A Sociedade editorial Brasil de Fato, que engloba o site e a revista de mesmo nome, foi criada em 2003, composta no conselho administrativo editorial por movimentos "populares" (O entre aspas é meu), como o Movimento dos Sem Terra, a Via Campesina, a Consulta Popular e as Comissões Pastorais 'católicos' (O entre aspas é meu também) ligados com a teologia da libertação(Conselho Missionário Indigenista, Comissão Brasileira Justiça e Paz e Comissão Pastoral da Terra). O Brasil de Fato reúne jornalistas, articulistas e intelectuais de esquerda (leia-se marxismo, teólogos da libertação, comunismo, socialismo e outras idéias retrógradas e ultrapassadas) que se uniram - segundo eles - para formar uma ampla rede nacional e internacional de colaboradores. O Brasil de Fato, como também o Blog Viomundo, O Escrevinhador, Carta Capital, Site Conversa Afiada, Carta Maior, Caros Amigos, Blog do Mello, Blog do Roberto Moraes, Blog do Miro, Adital, Site "Vermelho" e outros, ligados e financiados em grande parte pelo dinheiro público, são veículos usados para caluniar a oposição aos partidos de esquerda, disseminar uma versão maquiada do marxismo, comunismo, socialismo, da Teologia da Libertação e dos Governos do PT e de partidos da base aliada. Pois é, fazem isso, repetindo em grande parte com o meu e seu dinheiro.
Quanto ao Dom Pedro Casaldáliga, que em muitos artigos ele prefere que seja chamado de "Pedro", assim como Frei Betto, Leonardo Boff, ainda não entendeu, que a teologia da libertação é uma teologia herética, já excomungada pela igreja, como se comprova em documentos como o documento Libertatis Nuntius e no próprio catecismo da Igreja Católica no Canôn 2425 " A Igreja rejeitou as ideologias totalitárias (grifo meu:que em nome de um revolução matou até então milhões de pessoas que contrárias ao regime) e ateias, associadas, nos tempos modernos, ao «comunismo» ou ao «socialismo». Por outro lado, recusou, na prática do «capitalismo», o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano (167). Regular a economia só pela planificação centralizada perverte a base dos laços sociais: regulá-la só pela lei do mercado é faltar à justiça social, «porque há numerosas necessidades humanas que não podem ser satisfeitas pelo mercado»  É necessário preconizar uma regulação racional do mercado e das iniciativas econômicas, segundo uma justa hierarquia dos valores e tendo em vista o bem comum. 
A teologia social oficial da Igreja é e sempre será a Doutrina Social da Igreja . Um dos documentos dessa Doutrina, alegrem-se, a Rerum Novarum (das coisas novas) do Papa Leão XIII (1891), serviu como um dos pilares para a construção da Consolidação das Leis do Trabalho do Brasil(1º de maio de 1943), no Governo Getúlio Vargas. Vejam só, que chique, né? Que orgulho?
A Doutrina Social da Igreja foi criada 100 anos depois da chamada Revolução Industrial, onde se verificou que a mesma gerou problemas para os trabalhadores em questão.
Encerrando, os ícones da teologia da libertação estão no erro e induzem as pessoas ao erro. Para elas, o Magistério da Igreja, ou seja, o Vaticano pode até falar (Roma Locuta), mas a causa não está encerrada (causa finita est), sempre há birras, má-criação, desobediência, infidelidade, rebeldia, dentre outras coisas. A teologia da libertação é chamada de heresia, por que escolhem (haeresis) viver um tipo de fé que nega as verdades da própria fá católica, mas alguns chamam isso de apostasia, por abandonar publicamente  uma religião e trocar por outra. E muito mais que heresia ou apostasia, a teologia da libertação tem uma simbiose com partidos abortistas, que apoiam as causas homossexuais, das drogas. da prostituição, dentre outras coisas. Segundo especialistas em religião, a Teologia da Libertação, é um dos responsáveis pelo declínio do catolicismo não só no Brasil, mas em outros países da América Latina, por que promove um racha entre aqueles que querem e defendem o catolicismo como deve ser e aqueles que insistem em negar a doutrina social da Igreja e o próprio magistério da mesma, mas que querem ser chamados de católicos, mesmo assim. O catecismo da Igreja Católica diz em seu Canôn 837:
"São incorporados plenamente à sociedade, que é a Igreja, os que, tendo o Espírito de Cristo, aceitam a totalidade de sua organização e todos os meios de salvação nela instituídos e em sua estrutura visível - regida por Cristo por meio do Sumo Pontífice e dos Bispos se unem com Ele pelos vínculos da profissão de fé, dos sacramentos, do regime eclesiástico e da comunhão. Contudo não se salva, embora esteja incorporado à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece dentro da Igreja 'com o corpo', mas não 'com o coração.""
Portanto, quem é, sobretudo crismado, tem de assumir a totalidade de sua pertença a Igreja e se sujeitar ao Magistério da Igreja. Quantos aos líderes da TL, Teologia da Libertação, deveriam parar de birra, de esperneio, de má-criação. Não é recomendável publicar coisas desses homens, significa compactuação com as heresias ou apostasias. Roma falou, causa completamente encerrada, sem mais.Será que é preciso desenhar?
Fazer esse racional juntar de peças do quebra-cabeça, é um trabalho árduo, mas necessário para esclarecer alguns pontos sobre isso.

Santa Sé, por intermédio do padre Federico Lombardi, nega que o Sumo Pontífice, Papa Francisco, tenha enviado mensagem de apoio aos protestos que ocorrem no Brasil. Ou: mídia anticatólica tentando manipular as pessoas e as falas.




ACI/EWTN Noticias


O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi (foto), desmentiu, nesta quarta-feira, 3, o jornal espanhol El País, de forte tendência anticatólica, que assegurou hoje que o Papa Francisco "considera os protestos do Brasil justos e de acordo com o Evangelho" e se referirá a elas durante a próxima Jornada Mundial da juventude (JMJ) Rio 2013.
Com os protestos do Brasil, um importante número de cidadãos expressou seu desacordo com o aumento de tarifas no transporte público, e pedem também que cesse a corrupção no governo. Os manifestantes também criticam os elevados gastos que se realizam em vistas à Copa do Mundo de Futebol de 2014 e pedem maior investimento em saúde e educação.
Em uma nota publicada em 24 de junho, os Bispos do Brasil expressaram sua "solidariedade e apoio às manifestações", sempre e quando estas sejam pacíficas.
Os Prelados reconheceram em seu comunicado que estes protestos são "um fenômeno que envolve o povo brasileiro e despertam uma nova consciência". "Requer atenção e compreensão para identificar seus valores e limites, sempre com o objetivo de construir a sociedade justa e solidária que desejamos", assinalaram.
O jornal El País, em um artigo publicado hoje, afirmou que o Papa Francisco, "no discurso que dirigirá aos mais de um milhão de jovens que se concentrarão no Rio de Janeiro com motivo da Jornada Mundial da Juventude (JMJ)" fará alusão "às manifestações, segundo informações de fonte fidedigna recebidas por este correspondente".
O meio espanhol assegurou também que os Bispos do Brasil não teriam escrito nem publicado seu comunicado de fins de junho "se não tivessem estado antes concordado com o papa Francisco, que está por chegar ao Brasil".
Entretanto, em comunicação com o grupo ACI, o Padre Federico Lombardi esclareceu que "o jornal El País não é a fonte dos discursos do Papa".
Consultado pelo suposto discurso a favor das manifestações no Brasil ao que faz menção o jornal espanhol, Lombardi assinalou que "não me consta. Não vi nada a respeito".

Erros e desinformação no El País

Já em 2006, El País inventou um suposto apoio do Papa Bento XVI às negociações iniciadas pelo governo da Espanha, com José Luis Rodríguez Zapatero, do Partido Socialista Obrero Español (PSOE) à cabeça, com o grupo terrorista ETA.
Nessa ocasião, o então delegado diocesano de Meios de Comunicação da Arquidiocese de Madri, Pe. Manuel Bru, desmentiu terminantemente as conjeturas de El País, assinalando que este atribuiu "falsamente ao Santo Padre Bento XVI um apoio explícito ao mal chamado processo de paz".
Em 24 de janeiro deste ano, o jornal espanhol teve que deter a circulação de toda a edição do dia, depois de fazer-se público que a foto de sua capa, em que aparecia Hugo Chávez Frías entubado, era falsa